{"id":101564,"date":"2017-09-07T12:52:27","date_gmt":"2017-09-07T15:52:27","guid":{"rendered":"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/?p=101564"},"modified":"2017-09-07T13:21:04","modified_gmt":"2017-09-07T16:21:04","slug":"%e2%80%98plinio-marcos-%e2%80%93-obras-teatrais%e2%80%99-funarte-lanca-colecao-inedita","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/?p=101564","title":{"rendered":"\u2018Pl\u00ednio Marcos \u2013 obras teatrais\u2019: Funarte lan\u00e7a cole\u00e7\u00e3o in\u00e9dita"},"content":{"rendered":"<p>A Funda\u00e7\u00e3o Nacional de Artes \u2013\u00a0Funarte lan\u00e7ou no dia 5 de outubro, ter\u00e7a-feira, \u00e0s 19h30, na Livraria da Travessa \u2013 Shopping Leblon, no Rio de Janeiro, a cole\u00e7\u00e3o in\u00e9dita \u2018Pl\u00ednio Marcos \u2013 obras teatrais\u2019. Com seis volumes, a obra re\u00fane as \u00faltimas edi\u00e7\u00f5es das pe\u00e7as do autor de <em>Dois perdidos numa noite suja<\/em> e <em>Navalha na carne<\/em>, entre dezenas de outras pe\u00e7as \u2013 considerado um dos mais importantes dramaturgos brasileiros.<\/p>\n<p>A colet\u00e2nea re\u00fane todos os conclu\u00eddos por Pl\u00ednio Marcos, em vers\u00f5es que passaram pela \u00faltima revis\u00e3o de conte\u00fado feita pelo dramaturgo. Dez das pe\u00e7as foram publicadas pela primeira vez \u2013 muitas delas nunca montadas. Os textos s\u00e3o acompanhados por an\u00e1lises de todos os textos, escritos pelo organizador da obra, Alcir P\u00e9cora, cr\u00edtico e professor de literatura da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).<\/p>\n<p>P\u00e9cora autografou os livros e realizou uma apresenta\u00e7\u00e3o da colet\u00e2nea para o p\u00fablico e para a imprensa, juntamente com Ricardo Barros, filho de Pl\u00ednio, respons\u00e1vel pelo levantamento das ilustra\u00e7\u00f5es \u2013 fotos, cartazes, manuscritos do dramaturgo ingressos teatrais e outras curiosidades. Estiveram na mesa de aut\u00f3grafos artistas pl\u00e1sticos, como Luciano Figueiredo, escritores e dramaturgos, como S\u00e9rgio Fonta, Paulo Roberto Pereira \u2013 membro da Academia Carioca de Letras (ACL) \u2013, editores, como Jos\u00e9 M\u00e1rio Pereira diretores teatrais, atores e outros profissionais do teatro e da cultura em geral \u2013 entre eles, v\u00e1rios servidores da Funarte. S\u00e9rgio Fonta observou: \u201cA edi\u00e7\u00e3o \u00e9 de fundamental import\u00e2ncia para a cultura brasileira. Somente pe\u00e7as isoladas do Pl\u00ednio Marcos eram encontradas. H\u00e1 muito tempo que o mercado de livros sentia falta da obra completa dele; essa cole\u00e7\u00e3o ainda conta com tratamento de texto. Para a mem\u00f3ria do teatro brasileiro, o lan\u00e7amento \u00e9 de uma relev\u00e2ncia fant\u00e1stica. Espero que todos o percebam. \u00c9 indispens\u00e1vel ter e consultar essa obra essencial, em que a Funarte traz \u00e0 tona novamente o Pl\u00ednio Marcos \u2013 um dos nossos autores mais encenados\u201d.<\/p>\n<p>Filomena Chiaradia, Gerente de Edi\u00e7\u00f5es do Centro de Programas Integrados da Funda\u00e7\u00e3o (setor respons\u00e1vel pelo lan\u00e7amento), abriu a apresenta\u00e7\u00e3o: \u201cTenho certeza de que essa cole\u00e7\u00e3o \u00e9 muito importante para a cultura brasileira e, por isso, esse \u00e9 um momento de grande emo\u00e7\u00e3o, para mim e para toda a Funarte. O nome de Alcir P\u00e9cora para a organiza\u00e7\u00e3o dessa obra, trazido pela fam\u00edlia de Pl\u00ednio Marcos, aqui representada por seu filho Ricardo Barros, foi sem d\u00favida uma escolha perfeita. Esperamos que o trabalho do Pl\u00ednio circule\u00a0mais ainda\u00a0por este pa\u00eds, da mesma forma que sempre esteve presente em nossos palcos\u201d.<\/p>\n<p>Alcir P\u00e9cora explicou que cada volume foi definido com base numa linha tem\u00e1tica principal. O cr\u00edtico fez um breve painel de cada livro: O Volume 1, <em>Atr\u00e1s desses muros, <\/em>re\u00fane as pe\u00e7as cujas personagens encontram-se na pris\u00e3o. O segundo livro, <em>Noites sujas, <\/em>mostra<em> <\/em>personagens sem ocupa\u00e7\u00e3o ou subempregados, no limite da sobreviv\u00eancia nas cidades. O Volume 3<em>, Pomba roxa, <\/em>re\u00fane as pe\u00e7as que giram em torno da figura da prostituta. A quarta publica\u00e7\u00e3o<em>, Religiosidade subversiva, <\/em>traz as obras que o pr\u00f3prio autor reuniu num livro, com esse tema e com o mesmo t\u00edtulo \u2013 e mais o texto <em>O homem do caminho. <\/em>O<em> <\/em>Volume 5<em>, No reino da banalidade, <\/em>re\u00fane pe\u00e7as em que se destaca a descri\u00e7\u00e3o dos \u201ch\u00e1bitos pequeno-burgueses\u201d. J\u00e1 o sexto t\u00edtulo, <em>Roda de samba\/Roda dos bichos, <\/em>apresenta o teatro musical e tamb\u00e9m a obra infantil de Pl\u00ednio Marcos. \u201cFiz os t\u00edtulos a partir de express\u00f5es usadas pelo pr\u00f3prio Pl\u00ednio\u201d, comentou P\u00e9cora.<\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\"><strong>Navalha na Carne, 50 anos: obras ainda atuais<\/strong><strong> <\/strong><\/span><\/p>\n<p>O filho de Pl\u00ednio Marcos, Ricardo Barros, declarou: \u201cAgrade\u00e7o muito a oportunidade de estar aqui hoje, que meus pais me deram, h\u00e1 pouco mais de 50 anos atr\u00e1s. Depois de remexer nas caixas do meu pai, a edi\u00e7\u00e3o nos traz coisas que n\u00e3o faz\u00edamos ideia. Mas essa obra come\u00e7ou muito antes do Alcir ou at\u00e9 mesmo eu entrarmos no projeto. Ela traz muito de hist\u00f3ria do Brasil. <em>Barrela<\/em>, escrita em 1959, era um alerta para a situa\u00e7\u00e3o dos pres\u00eddios no pa\u00eds. As pessoas preferiram ficar quietas. Isso aconteceu depois com <em>O Abajur lil\u00e1s<\/em> e com <em>Dois perdidos numa noite suja<\/em> e <em>Navalha na carne<\/em>, que neste m\u00eas, completa 50 anos\u201d, comentou Barros.<\/p>\n<p>\u201cPara chegar at\u00e9 aqui, ainda com meu pai, houve muita dificuldade, mas tamb\u00e9m o desejo de concretizar isso\u201d, acrescentou. \u201cEm 1997, Pl\u00ednio assinou um contrato com a Funarte para a edi\u00e7\u00e3o das obras completas. A publica\u00e7\u00e3o n\u00e3o saiu, n\u00e3o sei porque, apesar de ter sido anunciada\u201d. A ideia era lan\u00e7\u00e1-la com o dramaturgo vivo. Mas ele morreu, em 1999. \u201cNesse longo tempo, conversei com quatro presidentes da Funarte diferentes e tamb\u00e9m com outras editoras. Todos reconheciam a import\u00e2ncia do projeto, mas n\u00e3o o realizavam. Eu me perguntava por que era t\u00e3o complicado mexer na obra do meu pai. E relia o que ele escrevia e lembrava do que ele falava: as pe\u00e7as s\u00e3o para mexer com quem est\u00e1 sossegado. At\u00e9 hoje elas fazem isso. S\u00e3o para incomodar os que acham que est\u00e1 tudo bem&#8230; E at\u00e9 hoje n\u00e3o est\u00e1. V\u00edamos que, se as pe\u00e7as continuam atuais, \u00e9 porque o pa\u00eds n\u00e3o se altera. Quem ler os textos vai achar que foram escritos ontem, n\u00e3o h\u00e1 50 anos. Queremos que a obra fique dispon\u00edvel, para que as pessoas se informem e se emocionem e possam mudar a maneira de pensar. E que percebam que o mundo precisa de muitos dramaturgos; e de quem fa\u00e7a teatro, da forma que o Pl\u00ednio propunha \u2013 porque de outras, sempre haver\u00e1, mas da maneira dele, precisamos de mais\u201d, concluiui.<\/p>\n<p>Em <em>Pl\u00ednio Marcos \u2013 Obras Teatrais<\/em> est\u00e3o todos os textos completos do autor, como <em>Navalha na carne<\/em>, <em>Dois perdidos numa noite suja<\/em>, <em>O Abajur lil\u00e1s <\/em>e <em>Quando as m\u00e1quinas param<\/em>. A atriz, ex-esposa do autor teatral e m\u00e3e de seus tr\u00eas filhos, Walderez de Barros, estabeleceu a vers\u00e3o final dos textos. \u201cEla corrigiu cada detalhe\u201d, disse Ricardo Barros.<\/p>\n<p>Estavam presentes ao evento o Diretor Executivo da Funarte, Reinaldo Ver\u00edssimo; a diretora do Centro de Programas Integrados da Funda\u00e7\u00e3o, Maristela Rangel; o diretor do Centro de Artes C\u00eanicas da Casa, Ginaldo de Souza; o coordenador de teatro, Oscar ; o coordenador-geral de planejamento e administra\u00e7\u00e3o, Paulo Grij\u00f3 Gualberto, a coordenadora de comunica\u00e7\u00e3o, Camilla Pereira e a assessora do Gabinete, Ana Am\u00e9lia Velloso, entre outros servidores.<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: bold;\"> <\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_101578\" aria-describedby=\"caption-attachment-101578\" style=\"width: 608px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/Sergio-fonta-e-Alcir-Pecora.-Lancamento_Plinio-Marcos-Obras-Teatrais-05092017_foto-SCASTELLANO-31.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-101578\" title=\"Sergio fonta e Alcir Pecora. Lancamento_Plinio Marcos Obras Teatrais 05092017_foto SCASTELLANO (31)\" src=\"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/Sergio-fonta-e-Alcir-Pecora.-Lancamento_Plinio-Marcos-Obras-Teatrais-05092017_foto-SCASTELLANO-31.jpg\" alt=\"\" width=\"608\" height=\"379\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-101578\" class=\"wp-caption-text\">Sergio Fonta (esq.) e Alcir P\u00e9cora<\/figcaption><\/figure>\n<p>Um passeio pela cole\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Em coment\u00e1rios sobre o segundo livro, <em>Noites sujas, <\/em>Alcir P\u00e9cora destacou que os dramaturgos da \u00e9poca (a exemplo de Gianfrancesco Guarnieri) se preocupavam e retratar em seus personagens um \u201cproletariado organizado\u201d. Mas que Pl\u00ednio Marcos<em> <\/em>mostra o l\u00fampen, ou seja, a pessoa que j\u00e1 n\u00e3o encontra ocupa\u00e7\u00e3o no mercado de trabalho, ou subempregada, sem qualquer tipo de direito trabalhista. E que, na \u00e9poca em que Pl\u00ednio escreveu, estava ficando sem emprego, por falta de especializa\u00e7\u00e3o, na crescente automa\u00e7\u00e3o industrial \u2013 o que o cr\u00edtico chamou de \u201csubproletariado\u201d. Est\u00e3o inclu\u00eddos nesse grupo: estivadores, pessoas que pegam carona em caminh\u00f5es para conseguir biscates no mercado, mendigos, catadores de papel, golpistas, b\u00eabados e drogados. \u201cAt\u00e9 ent\u00e3o, eles n\u00e3o haviam sido objetos de teatro\u201d, comentou Alcir. \u201cPl\u00ednio mostra ali os lugares degradados, uma cidade sem lei, oculta, mas que hoje \u00e9 absolutamente vis\u00edvel a \u2018olho nu\u2019\u201d.<\/p>\n<p>Sobre o terceiro volume, P\u00e9cora disse que Pl\u00ednio Marcos representa nas pe\u00e7as a figura da prostituta como um s\u00edmbolo amb\u00edguo. Ela n\u00e3o somente \u00e9 parte de um ambiente urbano arruinado, mas tamb\u00e9m tem uma dimens\u00e3o estranhamente \u201cespiritualizada\u201d. \u201cAo mesmo tempo em que essa personagem vive o suic\u00eddio e a droga, como em <em>Quer\u00f4<\/em>, ocupa um lugar de quase sacralidade.<\/p>\n<p>J\u00e1 sobre o quarto volume, o organizador comentou: \u201cTem um tema talvez surpreendente para quem n\u00e3o acompanhe a obra do Pl\u00ednio. Muitos n\u00e3o sabem, mas desde suas primeiras pe\u00e7as, ele tem grande interesse por quest\u00f5es m\u00edsticas e religiosas. J\u00e1 os anos 60, ele sempre associado a uma perspectiva de esquerda e considerado \u2018barra pesada\u2019 e radical, ele fez <em>Jesus homem<\/em>, com cenas da vida do Cristo. Isso prevaleceu em muitas pe\u00e7as dele. Uma vis\u00e3o que o pr\u00f3prio autor teria nomeado de \u201creligiosidade subversiva\u201d. \u201cO pr\u00f3prio termo recusa o \u2018religi\u00e3o\u2019 (este com um sentido institucional), uma ideia de religiosidade completamente fora de qualquer organiza\u00e7\u00e3o; por outro lado, um \u2018subversivo\u2019, associado evidentemente \u00e0 resist\u00eancia \u00e0 ditadura \u2013 nome que se dava, \u00e9 claro, a quem afrontava a ditadura e era contra a vida burguesa estabelecida\u201d. Uma pessoa da plateia lembrou que Pl\u00ednio Marcos jogava tar\u00f4. \u201cEle jogava profissionalmente\u201d, acrescentou P\u00e9cora. \u201cNos anos 80, <em>Madame Blavatsky<\/em> \u00e9 exemplo dessa religiosidade. Ele entrou por v\u00e1rios desses direcionamentos esot\u00e9ricos, mas sempre com uma interpreta\u00e7\u00e3o muito particular, em que ele rev\u00ea as fontes m\u00edsticas que utiliza de forma muito radical e pessoal\u201d.<\/p>\n<p>\u201cO quinto volume, <em>No Reino da Banalidade<\/em>, talvez seja o mais original e desconhecido de todos. Quase nenhuma de suas pe\u00e7as foi montada. S\u00e3o sobre a vida burguesa, em geral, e a da m\u00eddia; e a fam\u00edlia, categorias centrais na organiza\u00e7\u00e3o social\u201d. O tom \u00e9 de cr\u00edtica, c\u00f4mico ou tragic\u00f4mico. \u201cS\u00e3o diversos \u00e2ngulos do universo burgu\u00eas colocados em cena. Mas ali tamb\u00e9m est\u00e1 a organiza\u00e7\u00e3o da vida pol\u00edtica oficial brasileira. Ali Pl\u00ednio retrata praticamente todos os pol\u00edticos da Nova Rep\u00fablica brasileira (de nenhum propriamente bem) e claramente a \u2018enterra\u2019 em vida, em pe\u00e7as dur\u00edssimas e c\u00e9ticas. Ele comenta especialmente as elei\u00e7\u00f5es de 1994, para ele, liquidaram as chances de o Brasil tornar-se, enfim, um pa\u00eds decente.<\/p>\n<p><strong><a href=\"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/artes-integradas\/funarte-lanca-obras-teatrais-de-plinio-marcos\/?preview=true&amp;preview_id=101311&amp;preview_nonce=0efcbf219c\" target=\"_self\">Leia a descri\u00e7\u00e3o completa de cada t\u00edtulo, mais informa\u00e7\u00f5es sobre Alcir P\u00e9cora e sobre Pl\u00ednio Marcos, na mat\u00e9ria linkada aqui<\/a><\/strong><\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #000000;\"><em><span style=\"color: #000000;\">Pl\u00ednio Marcos &#8211; obras completas<\/span><\/em><\/span><br \/>\n<\/strong>Organiza\u00e7\u00e3o:\u00a0Alcir P\u00e9cora<br \/>\nEstabelecimento da vers\u00e3o final dos textos: Walderez de Barros<br \/>\nLevantamento iconogr\u00e1fico: Ricardo Barros<br \/>\nEdi\u00e7\u00e3o: Funda\u00e7\u00e3o Nacional de Artes \u2013 Funarte<\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\"><strong>Lan\u00e7amento e palestra com Alcir P\u00e9cora e Ricardo Barros<\/strong><\/span><\/p>\n<p><strong>Livraria da Travessa \u2013 Shopping Leblon<\/strong><br \/>\nAv. Afr\u00e2nio de Melo Franco, 290 &#8211; loja\u00a0205 A<br \/>\nTel.: (21) 3138 9600<\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\"><strong>Pre\u00e7o: <\/strong>R$ 35 por volume<br \/>\n<strong>Promo\u00e7\u00e3o de lan\u00e7amento:<\/strong> R$ 120 pelos seis livros, ou R$ 20 por volume<br \/>\n<\/span><strong><span style=\"color: #000000;\">Pre\u00e7o v\u00e1lido somente at\u00e9 o dia 31 de outubro de 2017<\/span><br \/>\nEm caso de remessa, ser\u00e1 acrescentado o valor do frete<\/strong><\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #000000;\">Compras nas livrarias da Travessa ou M\u00e1rio de Andrade (Funarte)<\/span><br \/>\nEncomendas e mais informa\u00e7\u00f5es sobre compra<br \/>\n<\/strong><a href=\"mailto:livraria@funarte.gov.br\">livraria@funarte.gov.br<\/a> &#8211;\u00a0(21) 2279 8071 | (21) 2279 8070<br \/>\n<strong>Envio pelo correio, para todo o Brasil<\/strong><\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #000000;\">Mais informa\u00e7\u00f5es sobre esta e outras edi\u00e7\u00f5es da Funarte<\/span><br \/>\n<\/strong>Funarte \u2013 Centro de Programas Integrados \u2013 Ger\u00eancia de Edi\u00e7\u00f5es<br \/>\n<a href=\"mailto:edicoes@funarte.gov.br\">edicoes@funarte.gov.br<br \/>\n<\/a>(21) 3971 2056 | (21) 2215 0169<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Funda\u00e7\u00e3o Nacional de Artes \u2013\u00a0Funarte lan\u00e7ou no dia 5 de outubro, ter\u00e7a-feira, \u00e0s 19h30, na Livraria da Travessa \u2013 Shopping Leblon, no Rio de Janeiro, a cole\u00e7\u00e3o in\u00e9dita \u2018Pl\u00ednio Marcos \u2013 obras teatrais\u2019. 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