{"id":103039,"date":"2017-10-25T20:22:59","date_gmt":"2017-10-25T22:22:59","guid":{"rendered":"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/?p=103039"},"modified":"2018-11-08T11:21:58","modified_gmt":"2018-11-08T13:21:58","slug":"funarte-celebra-a-inovacao-na-xxii-bienal-de-musica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/?p=103039","title":{"rendered":"Funarte celebra a inova\u00e7\u00e3o na XXII Bienal de M\u00fasica"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"color: #000000;\">A Funda\u00e7\u00e3o Nacional de Artes \u2013 Funarte abriu, no dia 23 de outubro, segunda-feira, sua XXII Bienal de M\u00fasica Brasileira Contempor\u00e2nea, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. A mostra de concertos com 61 pe\u00e7as in\u00e9ditas realiza-se at\u00e9 o dia 29. A a\u00e7\u00e3o tem parceria da Academia Brasileira de M\u00fasica e da Sala Cec\u00edlia Meireles \u2013 que recebe os pr\u00f3ximos concertos \u2013 e patroc\u00ednio do Minist\u00e9rio da Cultura.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Apresentam suas obras na XXII Bienal compositores de v\u00e1rios estados brasileiros, sendo quinze deles com obras encomendadas pela Funarte e 46 selecionados pelo Pr\u00eamio Funarte de Composi\u00e7\u00e3o Cl\u00e1ssica 2016. Realizada atrav\u00e9s do Centro da M\u00fasica da Funda\u00e7\u00e3o, a Bienal re\u00fane obras dos mais diversos estilos de concerto, desde a m\u00fasica orquestral \u00e0 eletroac\u00fastica. O pre\u00e7o dos ingressos \u00e9 R$ 10, com meia entrada a R$ 5.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Na abertura, a Sinf\u00f4nica Nacional da Universidade Federal Fluminense, regida por Tobias Volkmann, executou obras de Marlos Nobre, Ronaldo Miranda, Ernani Aguiar, Lidu\u00edno Pitombeira, Paulo Costa Lima e Eli-Eri Moura. A forma\u00e7\u00e3o orquestral foi completa, com todos os naipes instrumentais \u2013 cordas, madeiras, metais e percuss\u00e3o \u2013, contando ainda com solistas, inclusive de piano. A R\u00e1dio Antena MEC FM transmitiu o concerto de abertura ao vivo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Esta edi\u00e7\u00e3o conta com 140 m\u00fasicos \u2013 al\u00e9m dos integrantes da Orquestra Sinf\u00f4nica Nacional da UFF, da Orquestra de C\u00e2mara Carioca da Universidade Federal do Rio de Janeiro e da Orquestra Sinfonietta Carioca (de cordas). <strong>O hor\u00e1rio dos concertos \u00e9 \u00e0s 19h, inclusive no encerramento (devido a mudan\u00e7a de hor\u00e1rio de \u00faltima hora).<\/strong><\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_103045\" aria-describedby=\"caption-attachment-103045\" style=\"width: 320px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/Marcos-Souza-e-Jose-Schiller.-XXII-Bienal-de-Musica.-S.-Castellano124.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-103045 \" title=\"Marcos Souza e Jose Schiller. XXII Bienal de Musica. S. Castellano(124)\" src=\"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/Marcos-Souza-e-Jose-Schiller.-XXII-Bienal-de-Musica.-S.-Castellano124.jpg\" alt=\"\" width=\"320\" height=\"351\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-103045\" class=\"wp-caption-text\">O diretor do Centro da M\u00fasica da Funarte, Marcos Souza e Jose Schiller. Foto: S. Castellano<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong><span style=\"color: #000000;\">Marlos Nobre comenta. Jos\u00e9 Schiller conduz homenagens<\/span><\/strong><\/p>\n<p>Nesta edi\u00e7\u00e3o, o maestro Marlos Nobre foi o mais votado pelo colegiado de estudiosos e outros compositores, que escolhe os autores que recebem encomendas de obras. Sua obra \u00e9 <em>Preambulum e Toccata para orquestra, op. 126<\/em> \u2013 interpretada em estreia mundial. Ele observou que a Bienal \u00e9 muito importante para que todos os compositores ou\u00e7am as novas obras pela primeira vez \u2013 especialmente os muitos jovens talentos, sempre contemplados nas bienais \u2013, al\u00e9m, \u00e9 claro, do p\u00fablico. E lembra que \u00e9 importante a difus\u00e3o posterior dessas pe\u00e7as.<\/p>\n<p>O maestro e produtor musical Jos\u00e9 Schiller, coordenador da Bienal e respons\u00e1vel pela m\u00fasica de concerto na Funarte, abriu a Bienal, com tr\u00eas homenagens in memoriam: aos compositores Sergio Roberto de Oliveira (1970\/2017), com uma pe\u00e7a apresentada em seu tributo (a \u00fanica n\u00e3o in\u00e9dita), Olivier Toni (1926\/2017), e Embaixador Vasco Mariz (1921\/2017). Schiller citou ainda a homenagem especial ao music\u00f3logo e membro da Academia Brasileira de M\u00fasica, Fl\u00e1vio Silva, cujo nome e atua\u00e7\u00e3o est\u00e3o vinculados decisivamente \u00e0s Bienais de M\u00fasica Contempor\u00e2nea da Funarte \u2013 de onde foi servidor, por 40 anos, at\u00e9 2017.<\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #000000;\">Edino Krieger comemora o presente. Marcos Souza planeja o futuro<\/span><\/strong><\/p>\n<p>Na plateia, o maestro \u00a0Edino Krieger \u2013 que tem uma obra encomendada nesta edi\u00e7\u00e3o \u2013 afirmou: \u201cEstou muito feliz que, com um esfor\u00e7o da Funarte, apesar de todas as dificuldades financeiras, esta Bienal esteja se realizando. Porque ela esteve amea\u00e7ada de interrup\u00e7\u00e3o, depois de uma trajet\u00f3ria t\u00e3o longa e bonita, por falta de recursos \u2013 todos sabemos da situa\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica do pa\u00eds. Feliz tamb\u00e9m porque a Bienal hoje \u00e9 um importante espa\u00e7o, aberto para que se mostre a produ\u00e7\u00e3o crescente de todas tend\u00eancias, t\u00e9cnicas, linguagens e todos os estilos da m\u00fasica de concerto brasileira Estou muito satisfeito com a qualidade das obras, at\u00e9 agora. Feliz tamb\u00e9m com a participa\u00e7\u00e3o da Orquestra Sinf\u00f4nica Nacional da UFF, que pertenceu \u00e0 R\u00e1dio MEC, criada por sugest\u00e3o minha\u201d, comemorou Edino Krieger.<\/p>\n<p>O diretor do Centro da M\u00fasica da Funarte, Marcos Souza, avaliou que, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 XXII Bienal, o mais importante \u00e9 manter o programa este ano, para que mantenha sua continuidade. \u201cTeremos oportunidade agora de pensar sobre as bienais , para dar sequ\u00eancia a elas. O mais importante, nas circunst\u00e2ncias em que esta edi\u00e7\u00e3o aconteceu, foi o apoio e uni\u00e3o dos m\u00fasicos, da equipe da Funarte e de todos que colaboraram . O Centro da M\u00fasica tem a agradecer a todos que participaram. Agora, come\u00e7amos a pensar nas pr\u00f3ximas, na realidade do momento\u201d. Quanto \u00e0 estrat\u00e9gia daqui por diante, Marcos diz que sente falta de envolvimento entre as bienais e estudantes, universidades e escolas; que, no desenvolvimento da a\u00e7\u00e3o, \u00e9 preciso aproxim\u00e1-los . \u201c&#8230; Principalmente os cursos universit\u00e1rios de composi\u00e7\u00e3o. Seus alunos t\u00eam que estar mais pr\u00f3ximos, acompanhando desde o in\u00edcio, produ\u00e7\u00e3o, ensaios&#8230; Temos que buscar mais essa parceria com as universidades\u201d, considera Souza.<\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #000000;\">Jos\u00e9 Schiller comenta as bienais<\/span><\/strong><\/p>\n<p>Jos\u00e9 Schiller considera que a Bienal pode ser considerada um marco na m\u00fasica brasileira. \u201cPoucos eventos tem essa longevidade e sem interrup\u00e7\u00e3o. Ela \u00e9 um grande panorama, um \u2018espelho\u2019 do que acontece de significativo na m\u00fasica brasileira de concerto. Nisso est\u00e1 inclu\u00edda a m\u00fasica eletroac\u00fastica e de todas as outras tend\u00eancias est\u00e9ticas, em obras para conjunto ou solo, orquestrais ou vocais\u201d. Schiller comenta que, h\u00e1 pouco tempo, foi convidado para assumir a coordena\u00e7\u00e3o de m\u00fasica de Concerto da Funarte e que a proposta agora \u00e9 debater sobre a iniciativa, fazer um balan\u00e7o das bienais e ver que rumos e aperfei\u00e7oamentos o programa poder\u00e1 ter em suas pr\u00f3ximas vers\u00f5es.*<\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #000000;\">Marlos Nobre e a ousadia na cria\u00e7\u00e3o<\/span><\/strong><\/p>\n<p>O premiado Marlos Nobre aconselha aos jovens compositores ousar mais na cria\u00e7\u00e3o para orquestra, n\u00e3o atrelar-se a padr\u00f5es. \u201cA tend\u00eancia hoje no mundo \u00e9 a pluralidade. Por exemplo: h\u00e1 30 anos, quem n\u00e3o escrevesse m\u00fasica serial estava \u2018fora da jogada\u2019. Hoje, cada compositor \u00e9 livre. O que interessa \u00e9 que haja cria\u00e7\u00e3o, n\u00e3o imita\u00e7\u00e3o. \u00c9 preciso que a personalidade se afirme, atrav\u00e9s da novidade no estilo\u201d. O maestro comenta que a composi\u00e7\u00e3o cresceu muito no Brasil, desde a \u00e9poca em que come\u00e7ou, quando julga que era o \u00fanico jovem autor conhecido). \u201cHoje h\u00e1 cerca de 600 jovens compositores!\u201d, destaca.<\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #000000;\">Ricardo Tacuchian: o artista escolhe o p\u00fablico<\/span><\/strong><\/p>\n<p>\u201cGra\u00e7as \u00e0 dire\u00e7\u00e3o atual da Funarte, as dificuldades financeiras e de prazo foram vencidas. A Bienal \u00e9 como um organismo vivo, sempre em mudan\u00e7a. Assim, precisa de ajustes, adapta\u00e7\u00f5es a novas circunst\u00e2ncias. Devemos discutir se o atual formato \u00e9 adequado, sustent\u00e1vel; se corresponde \u00e0 realidade cultural atual; e se \u00e9 ben\u00e9fico para a m\u00fasica brasileira\u201d, avalia o maestro e compositor Ricardo Tacuchian \u2013 que tamb\u00e9m estreia uma obra. \u201cParticipei de todas as bienais at\u00e9 agora. Antigamente, os tradicionalistas faziam um \u2018patrulhamento\u2019 est\u00e9tico de quem fazia m\u00fasica experimental, e vice-versa. Hoje, isso acabou. Hoje, julgamos a obra por sua qualidade inerente espec\u00edfica e pela capacidade que ela tem de comunica\u00e7\u00e3o com certo p\u00fablico. Porque, ao contr\u00e1rio do que a maioria pensa, \u00e9 o artista que escolhe o p\u00fablico e n\u00e3o o contr\u00e1rio. O compositor atende a um determinado nicho, n\u00e3o pretendendo agradar a todo mundo. Mas eu conclu\u00ed que vivemos numa \u00e9poca de uma positiva \u2018toler\u00e2ncia est\u00e9tica\u2019. E a Bienal traduz isso. Aqui tem jovens iniciantes e nomes consagrados, numa conviv\u00eancia \u00e9 muito boa. Espero que a Bienal continue sempre\u201d, observa Tacuchian.<\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #000000;\">Fl\u00e1vio Silva e Zez\u00e9 Queiroz: dedica\u00e7\u00e3o cont\u00ednua<\/span><\/strong><\/p>\n<p>Fl\u00e1vio Silva observa que ele, Zez\u00e9 Queiroz e equipe conseguiram produzir 13 bienais (desde a d\u00e9cima, em 1995, porque foi mantido uma esp\u00e9cie de \u201cprocedimento padr\u00e3o\u201d. \u201cSempre houve os recursos necess\u00e1rios para a realiza\u00e7\u00e3o \u2013 embora sempre fossem liberados em cima da hora. Mas nunca foi f\u00e1cil. Para esta XXII edi\u00e7\u00e3o houve grande corte. At\u00e9 os m\u00fasicos colaboraram, abrindo m\u00e3o de parte dos seus pagamentos, para que o evento pudesse ocorrer\u201d, comentou o music\u00f3logo.<\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #000000;\">Mais sobre a iniciativa<\/span><\/strong><\/p>\n<p>A Bienal de M\u00fasica Brasileira Contempor\u00e2nea foi fundada em 1975, pela Sala Cec\u00edlia Meireles, parceira da iniciativa desde 1981, quando esta foi assumida pela Funarte. Nesta edi\u00e7\u00e3o, a Bienal segue fiel a seus princ\u00edpios. Seu compromisso \u00e9 refletir e estimular todas as manifesta\u00e7\u00f5es da m\u00fasica brasileira de concerto contempor\u00e2nea, em sua diversidade est\u00e9tica, de linguagens, meios e forma\u00e7\u00f5es. O Pr\u00eamio Funarte de Composi\u00e7\u00e3o Cl\u00e1ssica, que seleciona as pe\u00e7as concursadas, \u00e9 realizado sempre um ano antes de cada Bienal.<\/p>\n<p><em>*Com informa\u00e7\u00f5es de \u00e1udio da R\u00e1dio Antena MEC FM (EBC)<\/em><\/p>\n<p><em><br \/>\n<\/em><\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #000000;\">XXII Bienal de M\u00fasica Brasileira Contempor\u00e2nea<br \/>\n<\/span><\/strong>De 23 a 29 de outubro de 2017<\/p>\n<p><strong>Programa\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p><strong>Dia 23, segunda-feira, \u00e0s 19 horas \u2013 Theatro Municipal<\/strong><strong><br \/>\n<\/strong>Obras de Ernani Aguiar, Ronaldo Miranda, Lidu\u00edno Pitombeira, Paulo Costa Lima, Eli-Eri Moura e Marlos Nobre.<\/p>\n<p><strong>Dia 24, ter\u00e7a-feira, \u00e0s 19 horas \u2013 Sala Cec\u00edlia Meireles<\/strong><strong><br \/>\n<\/strong>Obras de Luciano Leite Barbosa, Caeso, William Billi, OiliamLanna, Marcos Nogueira, Igor Maia, Gustavo Bonin, Lu\u00e3 Almeida, Patr\u00edcia de Carli e Aylton Escobar.<\/p>\n<p><strong>Dia 25, quarta-feira, \u00e0s 19 horas \u2013 Sala Cec\u00edlia Meireles<\/strong><strong><br \/>\n<\/strong>Obras de Marcos Lucas, EdinoKrieger, S\u00e9rgio Roberto Oliveira, Mauricio Dottori, Tauan Gonzalez Sposito, Jo\u00e3o Isaac Marques, Guilherme Bertissolo, Santiago Beis, Caio Fac\u00f3, Luigi Antonio Irlandini, Alexandre Schubert e Marco Feitosa<\/p>\n<p><strong>Dia 26, quinta-feira, \u00e0s 19 horas \u2013 Sala Cec\u00edlia Meireles<\/strong><strong><br \/>\n<\/strong>Obras de Danilo Rosseti, Jos\u00e9 Ricardo, Jorge Antunes, Alex Pochat, Bryan Homes, Luiz Carlos Csek\u00f6. Guilherme Ribeiro, Levy Oliveira, Bruno Santos, Thiago Diniz e \u00a0Lucas Filipe Oliveira.<\/p>\n<p><strong>Dia 27, sexta-feira, \u00e0s 19 horas \u2013 Sala Cec\u00edlia Meireles<\/strong><strong><br \/>\n<\/strong>Obras de Dimitri Cervo, Helder Oliveira, Jo\u00e3o Guilherme Ripper, Edson Zampronha, Ricardo Tacuchian, Wellington Gomes,<\/p>\n<p><strong>Dia 28, s\u00e1bado, \u00e0s 19 horas \u2013 Sala Cec\u00edlia Meireles<\/strong><strong><br \/>\n<\/strong>Obras de Fred Carrilho, Danniel Ribeiro,Paulo Cesar Santana, Maryson J. S. Borges, Diego Batista, Alexandre F. Travassos, Felipede Almeida Ribeiro, Rodrigo Marconi, Marisa Rezende, Vinicius Amaro, CaduVerdan e Armando L\u00f4bo.<\/p>\n<p><strong>Dia 29, domingo, \u00e0s 17 horas \u2013 Sala Cec\u00edlia Meireles<\/strong><strong><br \/>\n<\/strong>Obras de \u00c2ngelo Martins, Marco Ant\u00f4nio Machado, Marcos Cohen, Roberto Victorio, Rodrigo Cicchelli<\/p>\n<p><strong><a href=\"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/Catalogo_XXII-Bienal-de-Musica-Brasileira-Contemporanea.pdf\">Acesse abaixo cat\u00e1logo com programa\u00e7\u00e3o completa, nomes de obras e autores e mais informa\u00e7\u00f5es<\/a><\/strong><\/p>\n<p><strong>XXII Bienal de M\u00fasica Brasileira Contempor\u00e2nea<\/strong><strong><br \/>\n<\/strong>De 23 a 29 de outubro de 2017<\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\"><strong><span style=\"color: #000000;\">Concertos: de 24 a 29\/10, sempre \u00e0s 19h<\/span><\/strong><\/span><\/p>\n<p><strong>Sala Cec\u00edlia Meireles<\/strong><br \/>\nRua da Lapa, 47 &#8211; Lapa, Rio de Janeiro (RJ)<br \/>\n(21) 2332 9223<\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Realiza\u00e7\u00e3o: Funda\u00e7\u00e3o Nacional de Artes &#8211; Funarte &#8211; Centro da M\u00fasica<\/span><br \/>\nPatroc\u00ednio: Minist\u00e9rio da Cultura<br \/>\nParceria: Academia Brasileira de M\u00fasica e Sala Cec\u00edlia Meireles<br \/>\nApoio: R\u00e1dio Antena MEC FM &#8211; Empresa Brasileira de Comunica\u00e7\u00e3o (EBC)<br \/>\nPrograma Partituras\/ TV Brasil &#8211; EBC<br \/>\nUniversidade Federal Fluminense (UFF)<br \/>\nUniversidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)<\/p>\n<p><strong><a href=\"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/Catalogo_XXII-Bienal-de-Musica-Brasileira-Contemporanea.pdf\">Acesse aqui Informa\u00e7\u00f5es completas sobre as obras, os concertos e os m\u00fasicos participantes<\/a><\/strong><\/p>\n<p><strong>Mais informa\u00e7\u00f5es<\/strong><strong><br \/>\n<\/strong>Funarte &#8211; Centro da M\u00fasica:\u00a0<a href=\"http:\/\/cemus@funarte.gov.br\/\" target=\"_blank\">cemus@funarte.gov.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Funda\u00e7\u00e3o Nacional de Artes \u2013 Funarte abriu, no dia 23 de outubro, segunda-feira, sua XXII Bienal de M\u00fasica Brasileira Contempor\u00e2nea, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. A mostra de concertos com 61 pe\u00e7as in\u00e9ditas realiza-se at\u00e9 o dia 29. 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