{"id":103328,"date":"2017-11-07T12:14:48","date_gmt":"2017-11-07T14:14:48","guid":{"rendered":"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/?p=103328"},"modified":"2017-11-17T10:38:34","modified_gmt":"2017-11-17T12:38:34","slug":"%e2%80%98negritudes-convergentes-dancas-independentes%e2%80%99-segue-em-cartaz-no-complexo-cultural-funarte-sp","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/?p=103328","title":{"rendered":"\u2018Negritudes convergentes: dan\u00e7as independentes\u2019 segue em cartaz no Complexo Cultural Funarte SP"},"content":{"rendered":"<p>No dia 1\u00ba de novembro, quarta-feira, teve in\u00edcio o projeto<em> Negritudes Convergentes: dan\u00e7as independentes<\/em>, da Cia. Sansacroma. A companhia foi contemplada no Edital de Ocupa\u00e7\u00e3o da Sala Ren\u00e9e Gumiel 2017 e segue em temporada no Complexo Cultural Funarte SP at\u00e9 o dia 26 de novembro.<\/p>\n<p>Criada e dirigida pela atriz, dan\u00e7arina e core\u00f3grafa Gal Martins, a Cia. Sansacroma celebra 15 anos de atividades. O per\u00edodo das apresenta\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m \u00e9 oportuno: em novembro, comemora-se o m\u00eas da consci\u00eancia negra. O projeto, que tem como base a periferia da zona sul de S\u00e3o Paulo, aborda rela\u00e7\u00f5es com o corpo, a ra\u00e7a e as classes sociais. Os moradores dessa regi\u00e3o enfrentam realidades comuns \u00e0s demais \u00e1reas perif\u00e9ricas das grandes metr\u00f3poles e muitas das quest\u00f5es cotidianas s\u00e3o inseridas nas pesquisas em dan\u00e7a. No entanto, essa produ\u00e7\u00e3o de conhecimento nem sempre alcan\u00e7a visibilidade no cen\u00e1rio art\u00edstico. Tendo como eixo curatorial os \u2018corpos marginais\u2019 e as \u2018pluralidades em dan\u00e7a\u2019, o projeto re\u00fane coletivos que questionam padr\u00f5es hegem\u00f4nicos e refletem o universo multifacetado da produ\u00e7\u00e3o art\u00edstica contempor\u00e2nea na cidade e no pa\u00eds.<\/p>\n<p>Veja a programa\u00e7\u00e3o completa:<\/p>\n<p><strong>Projeto\u00a0<em>Negritudes convergentes: dan\u00e7as independentes<\/em><\/strong><br \/>\nContemplado no Edital de Ocupa\u00e7\u00e3o da Sala Ren\u00e9e Gumiel 2017<\/p>\n<p><strong>Complexo Cultural Funarte SP<\/strong><br \/>\n(Alameda Nothmann, 1058, Campos El\u00edseos)<\/p>\n<p><strong>Document\u00e1rio:\u00a0<em>Outras portas, outras pontes<\/em><\/strong><br \/>\n<strong>Di\u00e1logo<em>: Negritudes convergentes<\/em><\/strong><br \/>\nDia 1\u00ba de novembro. Quarta, \u00e0s 19h.<br \/>\nGratuito<br \/>\nDura\u00e7\u00e3o: 120 minutos. Classifica\u00e7\u00e3o et\u00e1ria: livre.<\/p>\n<p>Esse \u00e9 o primeiro v\u00eddeo da s\u00e9rie\u00a0<em>Causando na Rua<\/em>, composta por 13 epis\u00f3dios de 26 minutos, filmados em S\u00e3o Paulo, Santo Andr\u00e9 e Osasco. Cada epis\u00f3dio acompanha um grupo, duo ou coletivo que usa a rua como espa\u00e7o de arte, criatividade e comunica\u00e7\u00e3o. As a\u00e7\u00f5es s\u00e3o definidas como \u201cativismo art\u00edstico\u201d. Ap\u00f3s a exibi\u00e7\u00e3o do filme, haver\u00e1 um di\u00e1logo, com media\u00e7\u00e3o de Gal Martins e participa\u00e7\u00e3o de Flip Couto (integrante da Cia. Sansacroma, artista de dan\u00e7a e produtor cultural, com forma\u00e7\u00e3o em hip-hop), Paula Salles (integrante da Ouvindo Passos Cia. de Dan\u00e7a, formada em Dan\u00e7a pela Unicamp e p\u00f3s-graduada em Estudos Contempor\u00e2neos em Dan\u00e7a pela UFBA), Tiago S. Meira, conhecido como \u2018Boogaloo Begins\u2019 (integrante do grupo Chemical Funk, licenciado em dan\u00e7a, pesquisador e arte-educador) e Silvana de Jesus (integrante do grupo Bataker\u00ea, p\u00f3s-graduanda em Hist\u00f3ria e Cultura Afro-brasileira e Ind\u00edgena, por A Casa Tombada \u2013 FACON).<\/p>\n<p>Media\u00e7\u00e3o: Gal Martins (Cia. Sansacroma) | Participa\u00e7\u00e3o: Flip Couto (Cia. Sansacroma), Paula Salles (Ouvindo Passos Cia. de Dan\u00e7a), Tiago S. Meira \u2018Boogaloo Begins\u2019 (Chemical Funk) e Silvana de Jesus (Bataker\u00ea)<\/p>\n<p><strong>V\u00eddeos:\u00a0<em>Sebasti\u00e3o Biano <\/em>e\u00a0<em>Raquel Trindade<\/em><\/strong><br \/>\n<strong>Projeto\u00a0<em>Retratos \u2013 2\u00aa edi\u00e7\u00e3o: nossas e nossos gritos<\/em><\/strong><br \/>\nDias 2, quinta, \u00e0s 19h, e dia 16 de novembro, quinta, \u00e0s 20h.<br \/>\nGratuito<br \/>\nDura\u00e7\u00e3o: 30 minutos. Classifica\u00e7\u00e3o et\u00e1ria: livre.<\/p>\n<p>S\u00e3o exibidos os dois primeiros v\u00eddeos do projeto\u00a0<em>Retratos \u2013 2\u00aa edi\u00e7\u00e3o: nossas e nossos griots<\/em>. Griots s\u00e3o personagens da estrutura social de grande parte dos pa\u00edses da \u00c1frica Ocidental. Sua fun\u00e7\u00e3o \u00e9 informar, educar e entreter, atuando como guardi\u00e3es da tradi\u00e7\u00e3o oral de seu povo. Com cerca de 15 minutos de dura\u00e7\u00e3o, cada epis\u00f3dio da s\u00e9rie retrata uma personalidade que vive em S\u00e3o Paulo e transmite conhecimento em diversas \u00e1reas. No primeiro v\u00eddeo, assinado por \u00c9rico Santos, o homenageado \u00e9 Sebasti\u00e3o Biano (98 anos), \u00faltimo remanescente da forma\u00e7\u00e3o original da Banda de P\u00edfanos de Caruru. O pifeiro (nome dado a quem toca a t\u00edpica flauta nordestina) j\u00e1 tocou para Lampi\u00e3o (em 1927, no interior pernambucano) e se lembra com detalhes da ocasi\u00e3o. Biano continua na ativa e acaba de lan\u00e7ar seu primeiro disco solo\u00a0<em>Sebasti\u00e3o Biano e seu Terno Esquenta Mui\u00e9 <\/em>(Selo SESC). J\u00e1 o segundo filme da s\u00e9rie, de Ver\u00f4nica Santos, apresenta Raquel Trindade, filha do poeta Solano Trindade. Nascida em Recife (PE), criada no Rio de Janeiro e, atualmente, residente em S\u00e3o Paulo, Raquel fundou o Teatro Popular Solano Trindade, em Embu das Artes. Assim, mant\u00e9m vivos o legado e a heran\u00e7a do pai, que, em 1950, criou o Teatro Popular Brasileiro, no Rio de Janeiro, em parceria com Maria Margarida Trindade, sua primeira esposa e m\u00e3e de Raquel, e com o amigo e pesquisador \u00c9dson Carneiro.<\/p>\n<p><strong>Espet\u00e1culo:\u00a0<em>R\u00e9s<\/em><\/strong><br \/>\nDias 2 e 3 de novembro. Quinta e sexta, \u00e0s 19h30.<br \/>\nIngressos: R$ 10 (meia-entrada: R$ 5) \u2013 Cart\u00f5es n\u00e3o s\u00e3o aceitos<br \/>\nEntrada gratuita para moradores do bairro de Santa Cec\u00edlia<br \/>\nA bilheteria abre uma hora antes do espet\u00e1culo.<br \/>\nDura\u00e7\u00e3o: 50 minutos. Classifica\u00e7\u00e3o et\u00e1ria: 12 anos.<\/p>\n<p>A Corp\u00f3rea Companhia de Corpos apresenta o espet\u00e1culo\u00a0<em>R\u00e9s<\/em>, que tem como principal tem\u00e1tica o universo do encarceramento feminino e a vulnerabilidade das mulheres no Brasil. O espet\u00e1culo de dan\u00e7a prop\u00f5e uma an\u00e1lise art\u00edstica e po\u00e9tica sobre as estat\u00edsticas que envolvem o sistema de encarceramento em massa.<\/p>\n<p>Ficha t\u00e9cnica:<br \/>\nConcep\u00e7\u00e3o e Dire\u00e7\u00e3o: Ver\u00f4nica Santos | Int\u00e9rpretes Criadores: D\u00e9bora Mar\u00e7al, Malu Avelar e Ver\u00f4nica Santos | Dire\u00e7\u00e3o Musical: Melvin Santhana | Trilha Sonora: Melvin Santhana e Manass\u00e9s N\u00f3brega | Prepara\u00e7\u00e3o de corpo c\u00eanico: William Simpl\u00edcio | Provocadores: Dina Alves e William Simpl\u00edcio | Ilumina\u00e7\u00e3o: Danielle Meireles | Figurino: Debora Mar\u00e7al e Wellington Ad\u00e9lia | Video-performance: Noelia N\u00e1jera | Fotos: Gal Oppido | Projeto Gr\u00e1fico: Noelia N\u00e1jera | Produ\u00e7\u00e3o Executiva: UTPA<\/p>\n<p><strong>Oficina formativa para escolas e institui\u00e7\u00f5es: Dan\u00e7a e a Lei 10.639<\/strong><br \/>\nDias 7,14 e 21 de novembro | Ter\u00e7as, \u00e0s 14h<br \/>\nGratuita<br \/>\nDura\u00e7\u00e3o: 120 minutos. P\u00fablico-alvo: crian\u00e7as e adolescentes, de 4 a 14 anos<br \/>\nN\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio fazer inscri\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Com Ci\u00e7a Coutinho e \u00c9rico Santos<\/p>\n<p>A oficina tem como objetivo geral aproximar os participantes da linguagem art\u00edstica da dan\u00e7a, trabalhando a express\u00e3o corporal e a conviv\u00eancia. A metodologia tem como base a rela\u00e7\u00e3o entre a pr\u00e1tica da dan\u00e7a e o processo reflexivo sobre o fazer. As aulas s\u00e3o intercaladas com leitura de textos e di\u00e1logos sugeridos pelos mediadores.<\/p>\n<p>As atividades abordam a Lei n\u00ba 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que estabelece as diretrizes e bases da educa\u00e7\u00e3o nacional, incluindo no curr\u00edculo oficial das escolas de ensino fundamental e m\u00e9dio a obrigatoriedade da tem\u00e1tica \u201cHist\u00f3ria e Cultura Afro-Brasileira e Africana\u201d.<\/p>\n<p><strong>Oficina de Dan\u00e7a Negra Contempor\u00e2nea<\/strong><br \/>\nDias 7,14 e 21 de novembro | Ter\u00e7as, \u00e0s 16h<br \/>\nGratuita<br \/>\nDura\u00e7\u00e3o: 120 minutos. Classifica\u00e7\u00e3o et\u00e1ria: 14 anos<\/p>\n<p>Com Djalma Moura<\/p>\n<p>Organizada a partir dos pilares da t\u00e9cnica de ch\u00e3o e pulsa\u00e7\u00e3o das dan\u00e7as afro-brasileiras, a oficina pretende desvelar maneiras diversas de preparar o corpo para sua imers\u00e3o no espa\u00e7o e para a rela\u00e7\u00e3o com o outro.<\/p>\n<p><strong>Espet\u00e1culo:\u00a0<em>Outras portas, outras pontes<\/em><\/strong><br \/>\nDia 8 de novembro | Quarta, \u00e0s 16h<br \/>\nIngressos: R$ 10 (meia-entrada: R$ 5) \u2013 Cart\u00f5es n\u00e3o s\u00e3o aceitos<br \/>\nEntrada gratuita para moradores do bairro de Santa Cec\u00edlia<br \/>\nA bilheteria abre uma hora antes do espet\u00e1culo.<br \/>\nDura\u00e7\u00e3o: 50 minutos. Classifica\u00e7\u00e3o et\u00e1ria: livre.<\/p>\n<p>Em um primeiro momento, o espet\u00e1culo lan\u00e7a o olhar sobre o apartheid \u201cgentil\u201d existente no Brasil, em que negros oper\u00e1rios s\u00e3o tratados como sub-cidad\u00e3os e os espa\u00e7os f\u00edsicos geram separa\u00e7\u00f5es sociais. Em seguida, cenas mostram a consci\u00eancia dessa cis\u00e3o, o que causa indigna\u00e7\u00e3o e, posteriormente, transforma-se em materialidade po\u00e9tica, abordando quest\u00f5es como a heran\u00e7a cultural e a identidade brasileira. Por sua pr\u00f3pria ess\u00eancia, tornou-se poss\u00edvel realizar em outros lugares o espet\u00e1culo de rua antes concentrado no Cap\u00e3o Redondo, extremo sul de S\u00e3o Paulo. Seu processo criativo abrange desde o resgate da ancestralidade africano-nordestina at\u00e9 o olhar sens\u00edvel sobre as quest\u00f5es pol\u00edtico-est\u00e9ticas que permeiam a cultura perif\u00e9rica.<\/p>\n<p>Ficha t\u00e9cnica:<br \/>\nCom: Cia. Sansacroma | Dire\u00e7\u00e3o e concep\u00e7\u00e3o: Gal Martins | Int\u00e9rpretes criadores: Aysha Nascimento, Djalma Moura, Malu Avelar, Ci\u00e7a Coutinho, Flip Couto e \u00c9rico Santos | Assistente de dire\u00e7\u00e3o: Djalma Moura | Figurinos e adere\u00e7os: Mariana Farcetta<br \/>\nTrilha sonora: Cl\u00e1udio Miranda | Operador de som: Piu Domin\u00f3 | Assistente de dire\u00e7\u00e3o: Djalma Moura | Dire\u00e7\u00e3o de produ\u00e7\u00e3o: Jo\u00e3o Sim\u00f5es | Assistente de produ\u00e7\u00e3o: Dandara Gomes | Assessoria de imprensa: Marcelo Dalla Pria<\/p>\n<p><strong>Mostra de processos do Primeiro F\u00f3rum de Cria\u00e7\u00e3o Convivial: A Dan\u00e7a da Indigna\u00e7\u00e3o <\/strong><br \/>\nDias 9 de novembro, \u00e0s 19h30, e 16 de novembro, \u00e0s 20h30<br \/>\nIngressos: R$ 10 (meia-entrada: R$ 5) \u2013 Cart\u00f5es n\u00e3o s\u00e3o aceitos<br \/>\nEntrada gratuita para moradores do bairro de Santa Cec\u00edlia<br \/>\nA bilheteria abre uma hora antes do espet\u00e1culo.<br \/>\nDura\u00e7\u00e3o: 60 minutos. Classifica\u00e7\u00e3o et\u00e1ria: livre.<\/p>\n<p>No primeiro semestre de 2017, a Cia. Sansacroma recebeu em seu espa\u00e7o 14 artistas independentes, provenientes de v\u00e1rias regi\u00f5es e das periferias de S\u00e3o Paulo, entre eles, jovens, acad\u00eamicos, docentes, bailarinos e atores, mulheres, homens, negros, brancos, homossexuais e heterossexuais. O intuito era compartilhar a metodologia de cria\u00e7\u00e3o intitulada \u2018Dan\u00e7a da Indigna\u00e7\u00e3o\u2019, que permeia cria\u00e7\u00f5es art\u00edstico-pol\u00edticas e sociais no cen\u00e1rio da dan\u00e7a negra paulistana.<\/p>\n<p>A mostra compartilha essa experi\u00eancia com o p\u00fablico, de modo que ele se torne protagonista de seus pr\u00f3prios processos e compreenda, por meio da troca e da rela\u00e7\u00e3o com o outro, os impactos, as transforma\u00e7\u00f5es, as fragilidades e as pot\u00eancias do que foi constru\u00eddo. O desejo \u00e9 o de gerar energia vital para combater &#8211; com dan\u00e7as urgentes, furiosas e indignadas &#8211; medos, amea\u00e7as, invisibilidades e silenciamentos.<\/p>\n<p>Participantes:<br \/>\nDia 9: Bruno Coelho, Kako Arancibia, Djalma Moura e Piu Domin\u00f3<br \/>\nDia 16: Jo Pereira, Luiza Meira, Inessa Silva, Wellington All, Conrado Carmven, Urubatan Miranda e Marcio Dantas<\/p>\n<p><strong>Espet\u00e1culo:\u00a0<em>Rebanho<\/em><\/strong><br \/>\nDias 10 e 11 de novembro | Sexta e s\u00e1bado, \u00e0s 19h30<br \/>\nIngressos: R$ 10 (meia-entrada: R$ 5) \u2013 Cart\u00f5es n\u00e3o s\u00e3o aceitos<br \/>\nEntrada gratuita para moradores do bairro de Santa Cec\u00edlia<br \/>\nA bilheteria abre uma hora antes do espet\u00e1culo.<br \/>\nDura\u00e7\u00e3o: 50 minutos. Classifica\u00e7\u00e3o et\u00e1ria: 16 anos.<\/p>\n<p>O experimento foi desenvolvido a partir de laborat\u00f3rios de cria\u00e7\u00e3o realizados pela Cia. Sansacroma sobre seu m\u00e9todo de pesquisa: a \u2018Dan\u00e7a da Indigna\u00e7\u00e3o\u2019. \u00c9 composto por cinco solos que pressup\u00f5em uma recusa \u00e0 submiss\u00e3o, uma insist\u00eancia em ser, em afirmar a exist\u00eancia. Para o grupo, resistir \u00e9 uma forma especial de lidar com o poder e com a liberdade. Resistir \u00e9 o pr\u00f3prio ato de criar. Criar o poss\u00edvel para si pr\u00f3prio e para o mundo.<\/p>\n<p>Ficha t\u00e9cnica:<br \/>\nCom: Cia. Sansacroma | Dire\u00e7\u00e3o: Gal Martins | Int\u00e9rpretes Criadores: Djalma Moura, Malu Avelar, Ci\u00e7a Coutinho, Flip Couto, Aysha Nascimento e \u00c9rico Santos | Trilha Sonora: Melvin Santana e Uribe Te\u00f3filo | T\u00e9cnico de \u00c1udio e Luz: Piu Domin\u00f3 | Orienta\u00e7\u00e3o de Pesquisa: Rodrigo Reis | Assistente de Dire\u00e7\u00e3o: Djalma Moura | Dire\u00e7\u00e3o de Produ\u00e7\u00e3o: Jo\u00e3o Sim\u00f5es | Assistente de Produ\u00e7\u00e3o: Dandara Gomes | Assessoria de Imprensa: Marcelo Dalla Pria<\/p>\n<p><strong>Espet\u00e1culo:<em> Manifestos Po\u00e9ticos<\/em><\/strong><br \/>\nDias 11 e 12 de novembro | S\u00e1bado, \u00e0s 17h, e domingo, \u00e0s 16h<br \/>\nIngressos: R$ 10 (meia-entrada: R$ 5) \u2013 Cart\u00f5es n\u00e3o s\u00e3o aceitos<br \/>\nEntrada gratuita para moradores do bairro de Santa Cec\u00edlia<br \/>\nA bilheteria abre uma hora antes do espet\u00e1culo.<br \/>\nDura\u00e7\u00e3o: 60 minutos. Classifica\u00e7\u00e3o et\u00e1ria:\u00a0 livre.<\/p>\n<p>A experi\u00eancia de vida norteia a pesquisa de linguagem est\u00e9tica da Cia.\u00a0Diversidan\u00e7a, entendida como um canal que pretende reverberar as indaga\u00e7\u00f5es singulares e coletivas, numa abordagem po\u00e9tica,\u00a0emocional, simb\u00f3lica e pol\u00edtica, que aponte para as intersec\u00e7\u00f5es entre a arte\u00a0e a vida. As investiga\u00e7\u00f5es inspiram-se na \u2018Dramaturgia da Mem\u00f3ria\u2019. A proposta \u00e9 recordar a sensa\u00e7\u00e3o, a\u00a0pot\u00eancia emocional e o estado psicol\u00f3gico adquirido ao presenciar\u00a0determinadas quest\u00f5es da vida.<\/p>\n<p>A interven\u00e7\u00e3o \u00e9\u00a0norteada por diversas perguntas, entre elas: \u2018Por que voc\u00ea dan\u00e7a?\u2019, \u2018Quais as\u00a0conquistas, lutas e perdas da dan\u00e7a?\u2019, \u2018Como temos contribu\u00eddo para a dan\u00e7a na\u00a0cidade?\u2019, \u2018A dan\u00e7a pode mudar o seu mundo?\u2019 e \u2018Qual o papel do artista da dan\u00e7a\u00a0na sociedade?\u2019. O espet\u00e1culo tamb\u00e9m re\u00fane depoimentos de diversos artistas convidados, que relatam parte de suas\u00a0hist\u00f3rias, entrela\u00e7adas com as dos pr\u00f3prios int\u00e9rpretes da Cia. Diversidan\u00e7a. Seus relatos instigam os\u00a0transeuntes e espectadores a compartilhar seus modos de ser, sentir e pensar a dan\u00e7a.<\/p>\n<p>Ficha t\u00e9cnica:<br \/>\nCom Cia. Diversidan\u00e7a | Dire\u00e7\u00e3o geral e art\u00edstica: Rodrigo C\u00e2ndido | Assist\u00eancia art\u00edstica\/ensaiadora: Daniele\u00a0Santos | Prepara\u00e7\u00e3o corporal: Daniele Santos e Rodrigo\u00a0C\u00e2ndido | Produ\u00e7\u00e3o executiva: Junior Cecon | Assistente de produ\u00e7\u00e3o: Val\u00e9ria Ribeiro | Prepara\u00e7\u00e3o corporal\/convidados: Begson\u00a0Queir\u00f3z, \u00c9rika Moura e Luciana Bortoletto | Int\u00e9rpretes-pesquisadores: Alessandro\u00a0Saldanha, Cintia Rocha, Felipe Santana, Iliandra Peluso, M\u00e1rcio Vitorino, Rodrigo C\u00e2ndido,\u00a0Ros\u00e2ngela Alves e Vinicius Borges | Trilha sonora: Vitor Gon\u00e7alves | Operador de som: Rivaldo Ferreira | Figurino e Customiza\u00e7\u00e3o: Cia. Diversidan\u00e7a | Fotografia: Gabriel Gomes | Assistente de fotografia: Mariana Rodrigues | Capta\u00e7\u00e3o e edi\u00e7\u00e3o de v\u00eddeo: Leandro Caproni | Assessoria de imprensa: 7 Fronteiras | Arte de divulga\u00e7\u00e3o: Rodrigo C\u00e2ndido e Willian Santana | Artistas residentes: Afonso Braga, Claudia\u00a0Mantovani, Daniella Teles Sampaio, Eric Caue, Marcos Ramon, Roni Diniz e Ton de Mello | Depoimentos: Ana Bottosso, Andrea Soares,\u00a0Andrey Alves, Cl\u00e9ia Varges, Cleber Vieira, Daniele Santos, Danilo Nonato, Felippe Peneluc,\u00a0Lucimeire Monteiro, Ivan Bernardelli, Pedro Costa, Priscila Maria Magalh\u00e3es, Nany Oliveira,\u00a0Nat\u00e1lia Siufi, Rivaldo Ferreira, Roni Diniz, Sandro Borelli, Silvana de Jesus Santos, Valeria Ribeiro,\u00a0Vaneri Oliveira e Vinicius Franc\u00eas<\/p>\n<p><strong>Espet\u00e1culos:\u00a0<em>Territ\u00f3rio MEU <\/em>e<em> <\/em><em>N\u00e3o existe um nome<\/em><\/strong><br \/>\n<strong>Projeto:\u00a0<em>Pequenas Dan\u00e7as<\/em><\/strong><strong> <\/strong><br \/>\nDia 12 de novembro | Domingo, \u00e0s 18h30<br \/>\nIngressos: R$ 10 (meia-entrada: R$ 5) \u2013 Cart\u00f5es n\u00e3o s\u00e3o aceitos<br \/>\nEntrada gratuita para moradores do bairro de Santa Cec\u00edlia<br \/>\nA bilheteria abre uma hora antes do espet\u00e1culo.<br \/>\nDura\u00e7\u00e3o: 60 minutos. Classifica\u00e7\u00e3o et\u00e1ria:\u00a0 14 anos.<\/p>\n<p>No solo autobiogr\u00e1fico\u00a0<em>Territ\u00f3rio MEU,<strong> <\/strong><\/em>Ci\u00e7a Coutinho investiga a rela\u00e7\u00e3o da mulher negra com o ass\u00e9dio. S\u00e3o abordados seu corpo, sua passagem pelas ruas, as invas\u00f5es masculinas e as rea\u00e7\u00f5es femininas. O corpo \u00e9 entendido como territ\u00f3rio de hist\u00f3rias e de apropria\u00e7\u00f5es de si frente \u00e0 sociedade machista que objetifica a mulher, sexualiza o corpo e banaliza as rela\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>J\u00e1 a obra<em> N\u00e3o existe um nome <\/em>foi criada a partir da necessidade das pessoas negras serem ouvida em espa\u00e7os onde seu intelecto n\u00e3o \u00e9 reconhecido e valorizado. A performance enfatiza a import\u00e2ncia de contarmos nossa pr\u00f3pria hist\u00f3ria. A pesquisa teve in\u00edcio em Rival vs Rival, um dos principais eventos de dan\u00e7as urbanas do pa\u00eds. A int\u00e9rprete Natasha Verg\u00edlio foi convidada a compor a mostra com uma performance de sua autoria.<\/p>\n<p>Fichas t\u00e9cnicas:<br \/>\n<em>Territ\u00f3rio MEU &#8211;<strong> <\/strong><\/em>Concep\u00e7\u00e3o, pesquisa, dire\u00e7\u00e3o, interpreta\u00e7\u00e3o: Ci\u00e7a di Cec\u00edlia | Assist\u00eancia de dire\u00e7\u00e3o e opera\u00e7\u00e3o de som: Ver\u00f4nica Santos | Registro fotogr\u00e1fico: J\u00f4nia Guimar\u00e3es<br \/>\n<em>N\u00e3o existe um nome<\/em> &#8211; Natasha Verg\u00edlio<\/p>\n<p><strong>Espet\u00e1culo:<em> V\u00eanus Negra, um manual de como engolir o mundo<\/em> <\/strong><br \/>\nDia 15 de novembro | Quarta, \u00e0s 20h30<br \/>\nIngressos: R$ 10 (meia-entrada: R$ 5) \u2013 Cart\u00f5es n\u00e3o s\u00e3o aceitos<br \/>\nEntrada gratuita para moradores do bairro de Santa Cec\u00edlia<br \/>\nA bilheteria abre uma hora antes do espet\u00e1culo.<br \/>\nDura\u00e7\u00e3o: 60 minutos. Classifica\u00e7\u00e3o et\u00e1ria:\u00a0 12 anos.<\/p>\n<p>O corpo sempre foi um espa\u00e7o de disputa e, ao longo da hist\u00f3ria, foi modelado e remodelado por uma s\u00e9rie de discursos normativos e disciplinadores. Tomando o homem branco ocidental como s\u00edmbolo m\u00e1ximo e universal da humanidade e da civiliza\u00e7\u00e3o, cientistas europeus dissecaram, mediram, patologizaram e classificaram os corpos considerados desviantes do padr\u00e3o masculino e euroc\u00eantrico. Esse discurso cient\u00edfico justificou uma s\u00e9rie de pr\u00e1ticas pol\u00edticas racistas e sexistas, institucionais ou n\u00e3o, que permanecem at\u00e9 os dias de hoje.<br \/>\nO espet\u00e1culo remonta a 29 de dezembro de 1815, data de falecimento de Saartjie, a V\u00eanus Negra, mulher africana que h\u00e1 dois s\u00e9culos foi exibida em uma jaula na Europa por ter propor\u00e7\u00f5es avantajadas. Em latim, a palavra \u2018venus\u2019 significa pesada, pouca esperta, espessa, desiquilibrada em suas propor\u00e7\u00f5es, o que remete a um corpo que tem como principal objetivo a procria\u00e7\u00e3o. A pe\u00e7a tem a proposta de exorcizar a condi\u00e7\u00e3o vivida por Saartjie, transpondo essa problem\u00e1tica para o nosso tempo. Os corpos est\u00e3o em constante afirma\u00e7\u00e3o e protesto, demarcando espa\u00e7os simb\u00f3licos e geogr\u00e1ficos.<\/p>\n<p>Ficha t\u00e9cnica:<br \/>\nCom: Grupo\u00a0<em>Zona Agbara | <\/em>Concep\u00e7\u00e3o e Dire\u00e7\u00e3o: Gal Martins | Int\u00e9rpretes Criadoras: Fabiana Pimenta, Dandara Gomes, Luciane Barros e Gal Martins | Participa\u00e7\u00e3o Especial e Prepara\u00e7\u00e3o Corporal: Ros\u00e2ngela Alves | Musicista Convidada: Analu Barbosa | Figurino: Wellington All |Letras Musicais: Fabiana Pimenta | Texto: Gal Martins | Edi\u00e7\u00e3o de Trilha Sonora: Piu Domin\u00f3 e Erico Santos |Colabora\u00e7\u00e3o em Arranjos Musicais: Luana Bay\u00f4 | Ilumina\u00e7\u00e3o: Nat\u00e1lia Tavares | Fotografia: Sheila Sign\u00e1rio | Assistente de Produ\u00e7\u00e3o: Piu Domin\u00f3 |Assessoria de Imprensa: Lau Francisco<\/p>\n<p><strong>Espet\u00e1culo infanto-juvenil:\u00a0<em>Praga da Dan\u00e7a<\/em><\/strong><br \/>\nDias 17 e 18 de novembro. Sexta, \u00e0s 18h, e s\u00e1bado, \u00e0s 16h.<br \/>\nGratuito<br \/>\nDura\u00e7\u00e3o: 60 minutos. Classifica\u00e7\u00e3o et\u00e1ria: livre.<\/p>\n<p>No s\u00e9culo XVI, uma estranha epidemia matou centenas de pessoas na cidade francesa de Estrasburgo: elas dan\u00e7aram sem descanso por dias seguidos at\u00e9 seus corpos n\u00e3o suportarem mais. Mito ou verdade, essa refer\u00eancia hist\u00f3rica permeia o espet\u00e1culo, que prop\u00f5e uma contamina\u00e7\u00e3o de movimentos entre os corpos dos artistas e os das pessoas que transitam pelo espa\u00e7o onde eles se apresentam. Com o olhar ou o toque, os dan\u00e7arinos lan\u00e7am convites para o p\u00fablico, que pode se juntar a eles na dan\u00e7a. O fim da apresenta\u00e7\u00e3o, ao contr\u00e1rio da hist\u00f3ria original, \u00e9 uma grande celebra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Ficha t\u00e9cnica:<br \/>\nDire\u00e7\u00e3o e concep\u00e7\u00e3o: Djalma Moura | Int\u00e9rpretes criadores: Erico Santos, Juliana Nascimento, M\u00f4nica Caldeira, Victor Amaro, Heloisa Amazonas, Piu Domin\u00f3 e Renato Almeida | Cria\u00e7\u00e3o musical: Leandro Perez | Figurino: Coletivo Desvelo | Produ\u00e7\u00e3o: Djalma Moura<\/p>\n<p><strong>Espet\u00e1culo:\u00a0<em>Corredeira<\/em><\/strong><br \/>\nDias 17 e 18 de novembro | Sexta e s\u00e1bado, \u00e0s 21h<br \/>\nIngressos: R$ 10 (meia-entrada: R$ 5) \u2013 Cart\u00f5es n\u00e3o s\u00e3o aceitos<br \/>\nEntrada gratuita para moradores do bairro de Santa Cec\u00edlia<br \/>\nA bilheteria abre uma hora antes do espet\u00e1culo.<br \/>\nDura\u00e7\u00e3o: 30 minutos. Classifica\u00e7\u00e3o et\u00e1ria: livre.<\/p>\n<p><em>Corredeira<\/em> nasce da percep\u00e7\u00e3o das \u00e1guas que correm para o mar e da rela\u00e7\u00e3o do poder ancestral ligado \u00e0s aguas no corpo feminino. A \u00e1gua inunda o corpo e o faz mover em busca de espa\u00e7os da mem\u00f3ria ancestral, que se torna presente no acontecimento da dan\u00e7a.\u00a0 Para Concei\u00e7\u00e3o Evaristo, &#8220;em meio ao medo instalado e \u00e0 necess\u00e1ria e desejada coragem, ensaiamos movimentos ancorados na recorda\u00e7\u00e3o das proezas\u00a0antigas de quem nos trouxe at\u00e9 aqui\u201d.<\/p>\n<p>Ficha t\u00e9cnica:<br \/>\nConcep\u00e7\u00e3o, cria\u00e7\u00e3o e interpreta\u00e7\u00e3o: Kanzelumuka | Colabora\u00e7\u00e3o art\u00edstica: Murilo de Paula | Ilumina\u00e7\u00e3o: Diogo Cardoso | Arte sonora: Vagner Cruz | Figurino: \u00c9der Lopes | Produ\u00e7\u00e3o: Guria Q Produz | Realiza\u00e7\u00e3o: Nave Gris Cia. C\u00eanica<\/p>\n<p><strong>Mesa-redonda: Sa\u00fade Mental da Popula\u00e7\u00e3o Negra<\/strong><br \/>\nMedia\u00e7\u00e3o: C\u00e1ssia Ros\u00e1rio<\/p>\n<p>Com: Lucila Faustino e Telma Gomes<br \/>\nDia 18 de novembro | S\u00e1bado, \u00e0s 17h<br \/>\nGratuita<br \/>\nDura\u00e7\u00e3o: 90 minutos. Classifica\u00e7\u00e3o et\u00e1ria: livre.<\/p>\n<p>O racismo e outras formas de viol\u00eancia podem causar sentimentos negativos, conflitos internos e externos e, em muitos casos, sofrimento mental. A mesa prop\u00f5e o di\u00e1logo sobre as dores e os sofrimentos comuns \u00e0 popula\u00e7\u00e3o negra, o que nem sempre \u00e9 abordado pelas pr\u00e1ticas de psicologia.<\/p>\n<p><strong>Espet\u00e1culo: Girar <\/strong><br \/>\nDia 19 de novembro | Domingo, \u00e0s 16h<br \/>\nGratuito<br \/>\nDura\u00e7\u00e3o: 60 minutos. Classifica\u00e7\u00e3o et\u00e1ria: livre.<\/p>\n<p><em>Girar<\/em> aborda a encruzilhada entre mem\u00f3ria e presente, sagrado e profano. O espet\u00e1culo apresenta o encontro de amigos que praticam a capoeira e que se aproximam de outras atividades, como o Samba de Roda, o Tambor de Criola e o Jongo, express\u00f5es de resist\u00eancias po\u00e9ticas e pol\u00edticas. A oralidade e o corpo fundem-se para transmitir a festa, o espa\u00e7o de troca da experi\u00eancia como contraponto \u00e0s durezas da vida.<\/p>\n<p>Ficha t\u00e9cnica:<br \/>\nCom: Grupo Bataker\u00ea | Dire\u00e7\u00e3o: Pedro Peu | Assistente de Dire\u00e7\u00e3o: Silvana de de Jesus | M\u00fasicos: Dominique Vieira e Josu\u00e9 Bob | Dan\u00e7arinos: Talita Bonfim, Cintia Ribeiro, Ta\u00edze S\u00e1, Nancy Teixeira, Rafael Oliveira, Yasmin Ribeiro | Produ\u00e7\u00e3o: Verinha Curado | Assistente de produ\u00e7\u00e3o e fot\u00f3grafo: Andr\u00e9 Piranda<\/p>\n<p><strong>Espet\u00e1culo:\u00a0<em>RisKo<\/em><\/strong><br \/>\nDia 19 de novembro | Domingo, \u00e0s 18h30<br \/>\nIngressos: R$ 10 (meia-entrada: R$ 5) \u2013 Cart\u00f5es n\u00e3o s\u00e3o aceitos<br \/>\nEntrada gratuita para moradores do bairro de Santa Cec\u00edlia<br \/>\nA bilheteria abre uma hora antes do espet\u00e1culo.<br \/>\nDura\u00e7\u00e3o: 35 minutos. Classifica\u00e7\u00e3o et\u00e1ria: 12 anos.<\/p>\n<p>Por um trajeto de luz, uma mulher negra revive mem\u00f3rias de seus afetos pela cidade e, em meio a esse percurso, (re)descobre maneiras de (re)desenhar escolhas. Para dialogar com o novo cen\u00e1rio, ela persiste, transitando entre o claro e o escuro, arriscando-se em novas possibilidades. A personagem constr\u00f3i a seu tempo e \u00e0 sua maneira novas formas e novos desenhos em sua corporeidade.<\/p>\n<p>Ficha t\u00e9cnica:<br \/>\nConcep\u00e7\u00e3o, dire\u00e7\u00e3o, dan\u00e7a e light-painting: Morgana Sousa | Registros fotogr\u00e1ficos:\u00a0<em>F\u00e1bio Minagawa<\/em> | Light-painting: Ilma Guideroli e F\u00e1bio Minagawa | V\u00eddeo-Proje\u00e7\u00e3o: Padre Art | Trilha sonora: Tiago Amorim | Operadora de luz: Gabriella Russo e Aline<\/p>\n<p><strong>Espet\u00e1culo: <em>Encruzilhada<\/em><\/strong><br \/>\nDia 22 de novembro. Quarta, \u00e0s 19h30<br \/>\nGratuito<br \/>\nDura\u00e7\u00e3o: 55 minutos. Classifica\u00e7\u00e3o et\u00e1ria: livre.<\/p>\n<p>O espet\u00e1culo aborda os tempos atuais, ressignificando a ancestralidade e os espa\u00e7os urbanos. A coreografia prop\u00f5e uma nova consci\u00eancia corporal e pol\u00edtica, um ato de resist\u00eancia das periferias, dos mestres da cultura popular e do hip hop.<\/p>\n<p>O Grupo Fragmento Urbano foi criado em 2009 a partir da inquietude de jovens da periferia da Zona Leste de SP, que tinham interesse em apresentar espet\u00e1culos com a linguagem do hip hop. Atualmente, suas pesquisas concentram-se na corporeidade perif\u00e9rica, afro-diasp\u00f3rica, amer\u00edndia, plural e potente. O grupo circula por variados locais de zona urbana e vivencia, em cada ambiente, um p\u00fablico distinto. O espet\u00e1culo fomenta a pesquisa continuada do grupo, que busca encontrar, na heterogeneidade social, \u00e9tnica e cultural, est\u00edmulos para a composi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Espet\u00e1culos:\u00a0<em>Sangue <\/em>e\u00a0<em>Sentir na Pele<\/em><\/strong><br \/>\nProjeto: Pequenas Dan\u00e7as<br \/>\nDias 22 e 23 de novembro. Quarta e quinta, \u00e0s 20h30.<br \/>\nIngressos: R$ 10 (meia-entrada: R$ 5) \u2013 Cart\u00f5es n\u00e3o s\u00e3o aceitos<br \/>\nEntrada gratuita para moradores do bairro de Santa Cec\u00edlia<br \/>\nA bilheteria abre uma hora antes do espet\u00e1culo.<br \/>\nDura\u00e7\u00e3o: 60 minutos. Classifica\u00e7\u00e3o et\u00e1ria: livre.<\/p>\n<p>Flip Couto apresenta a obra\u00a0<em>Sangue<\/em>, que tem como ponto de partida o ambiente dos bailes black dos anos 70. Inspirada em festas de bairros, reuni\u00f5es de fam\u00edlias negras e diversas rela\u00e7\u00f5es presentes no cotidiano das cidades, a coreografia tem o depoimento como disparador de sensa\u00e7\u00f5es, sonoridades, gestos, imagens e ritmos. Os est\u00edmulos criam um fluxo de improvisa\u00e7\u00e3o por meio da troca entre as pessoas, o que culmina no resgate e na transforma\u00e7\u00e3o das mem\u00f3rias individuais. O processo promove encontros entre o p\u00fablico e a obra, que se diluem no mesmo espa\u00e7o e transformam-se em uma coisa s\u00f3. Em seguida, Tiago S. Meira \u2018Boogaloo Begins\u2019 apresenta\u00a0<em>Sentir na Pele<\/em>. A obra aborda o corpo negro, transformado por a\u00e7\u00f5es opressoras, que se \u201cafirma em sua negritude\u201d. O espet\u00e1culo questiona o corpo na sociedade em que vive: no presente est\u00e1 o negro do passado, e o ancestral est\u00e1 no descendente.<\/p>\n<p>Fichas t\u00e9cnicas:<br \/>\n<em>Sangue<\/em> \u2013 Com Flip Couto<br \/>\n<em>Sentir na Pele<\/em> \u2013 Com Tiago S. Meira \u2018Boogaloo Begins\u2019<\/p>\n<p><strong>Oficina: <em>Dan\u00e7a materna para m\u00e3es e beb\u00eas de colo e engatinhantes<\/em><\/strong><br \/>\nCom Priscila Obaci<br \/>\nDia 24 de novembro. Sexta, \u00e0s 10h<br \/>\nGratuita. 30 vagas. N\u00e3o h\u00e1 necessidade de inscri\u00e7\u00e3o.<br \/>\nP\u00fablico-alvo: m\u00e3es e\/ou pais com beb\u00eas a partir de 1 m\u00eas (em caso de parto normal), a partir de 1 m\u00eas e meio (em caso de parto cesariana), sempre com o uso de algum tipo de carregador de beb\u00ea (sling, wrap, canguru, entre outros) trazido pelo participante.<br \/>\nDura\u00e7\u00e3o: 120 minutos.<\/p>\n<p>A oficina prop\u00f5e um olhar sobre a experi\u00eancia est\u00e9tica, os cuidados p\u00f3s-parto, os aspectos f\u00edsicos e emocionais do v\u00ednculo entre a m\u00e3e e o beb\u00ea e, ainda, sobre a intera\u00e7\u00e3o e as brincadeiras entre as crian\u00e7as. O contexto de cada participante \u00e9 considerado em toda a sua complexidade e delicadeza, e o momento da dan\u00e7a \u00e9 o auge dessa teia de sentidos e rela\u00e7\u00f5es.<br \/>\nPriscila Obaci \u00e9 bacharel em Comunica\u00e7\u00e3o das Artes do Corpo com habilita\u00e7\u00e3o em teatro pela PUC-SP, onde tamb\u00e9m estudou dan\u00e7a. Al\u00e9m de atriz e dan\u00e7arina, \u00e9 poeta e co-fundadora da Umoja e da Capulanas Cia. de Arte Negra, grupos que trabalham com cria\u00e7\u00f5es c\u00eanicas h\u00edbridas, tendo como base a pesquisa de culturas de matrizes africanas. Como arte-educadora, desde 2005, ministrou aulas de express\u00e3o corporal para m\u00e3es no Instituto Gabi e, ap\u00f3s o nascimento de seu filho, fortaleceu sua pesquisa sobre a rela\u00e7\u00e3o entre m\u00e3es e crian\u00e7as, o que a aproximou do projeto Dan\u00e7a Materna.<\/p>\n<p><strong>Espet\u00e1culo:\u00a0<em>Sociedade dos Improdutivos<\/em><\/strong><br \/>\nDias 24, 25 e 26 de novembro | Sexta e s\u00e1bado, \u00e0s 21h. Domingo, \u00e0s 18h30<br \/>\nIngressos: R$ 10 (meia-entrada: R$ 5) \u2013 Cart\u00f5es n\u00e3o s\u00e3o aceitos<br \/>\nEntrada gratuita para moradores do bairro de Santa Cec\u00edlia<br \/>\nA bilheteria abre uma hora antes do espet\u00e1culo.<br \/>\nDura\u00e7\u00e3o: 50 minutos. Classifica\u00e7\u00e3o et\u00e1ria: 14 anos.<\/p>\n<p>O espet\u00e1culo contrap\u00f5e o corpo que \u00e9 socialmente invalidado ao que \u00e9 socialmente produtivo. O primeiro \u00e9 marginal, portador de algum tipo de loucura. O segundo \u00e9 medicado, inclu\u00eddo e sujeitado ao modo de vida capital\u00edstico \u2013 corpo explorado at\u00e9 o esgotamento das suas capacidades produtivas.\u00a0A coreografia aborda a invalidez da reprodu\u00e7\u00e3o, a falta de adequa\u00e7\u00e3o social produtiva e a solid\u00e3o. O espet\u00e1culo contrap\u00f5e, ainda, o controle ocidental \u00e0 corporeidade do imagin\u00e1rio africano, revelando vozes potentes, negras, de territ\u00f3rios e seus povoamentos: o cotidiano dos que est\u00e3o \u00e0 margem e dos que n\u00e3o est\u00e3o.<\/p>\n<p>Ficha t\u00e9cnica:<br \/>\nCom: Cia. Sansacroma | Dire\u00e7\u00e3o e concep\u00e7\u00e3o: Gal Martins | Int\u00e9rpretes criadores: Djalma Moura, Ci\u00e7a Coutinho, Flip Couto, \u00c9rico Santos, Malu Avelar e Aysha Nascimento | Orientador de pesquisa e provoca\u00e7\u00e3o c\u00eanica: Rodrigo Reis | Orientador de pesquisa de campo: Rodrigo Dias | Assistente de dire\u00e7\u00e3o: Djalma Moura | Composi\u00e7\u00e3o e arranjos musicais: Cl\u00e1udio Miranda | Dire\u00e7\u00e3o musical: Melvin Santhana | Figurinos e adere\u00e7os: Mariana Farcetta | Concep\u00e7\u00e3o de luz: Almir Rosa | Montagem e opera\u00e7\u00e3o de luz: Piu Domin\u00f3 | Prepara\u00e7\u00e3o corporal: M\u00f4nica Teod\u00f3sio, Djalma Moura e Ver\u00f4nica Santos | Cenot\u00e9cnico e t\u00e9cnico de \u00e1udio: F\u00e1bio Miranda | Dire\u00e7\u00e3o de produ\u00e7\u00e3o: Jo\u00e3o Sim\u00f5es | Assistente de produ\u00e7\u00e3o: Dandara Gomes | Assessoria de imprensa: Marcelo Dalla Pria | Fotografia: Raphael Poesia e Leonardo Brito | Colaboradores: Denise Dias Barros | Agradecimentos: Caps Jd. L\u00eddia, Secret\u00e1ria Municipal de Sa\u00fade e Val\u00e9ria Ribeiro<\/p>\n<p><strong>Mais informa\u00e7\u00f5es:<\/strong><br \/>\n(11) 36625177<br \/>\nfunartesp@gmail.com<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No dia 1\u00ba de novembro, quarta-feira, teve in\u00edcio o projeto Negritudes Convergentes: dan\u00e7as independentes, da Cia. Sansacroma. A companhia foi contemplada no Edital de Ocupa\u00e7\u00e3o da Sala Ren\u00e9e Gumiel 2017 e segue em temporada no Complexo Cultural Funarte SP at\u00e9 o dia 26 de novembro. Criada e dirigida pela atriz, dan\u00e7arina e core\u00f3grafa Gal Martins,&hellip; <a class=\"more-link\" href=\"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/?p=103328\">Continuar lendo <span class=\"screen-reader-text\">\u2018Negritudes convergentes: dan\u00e7as independentes\u2019 segue em cartaz no Complexo Cultural Funarte SP<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":88,"featured_media":103067,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"class_list":["post-103328","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-danca","entry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/103328","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/88"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=103328"}],"version-history":[{"count":9,"href":"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/103328\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":103332,"href":"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/103328\/revisions\/103332"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/103067"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=103328"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=103328"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=103328"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}