{"id":15802,"date":"2010-08-23T13:02:00","date_gmt":"2010-08-23T16:02:00","guid":{"rendered":"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/?p=15802"},"modified":"2010-11-24T16:42:12","modified_gmt":"2010-11-24T18:42:12","slug":"espetaculos-e-rodas-de-conversa-marcam-a-realizacao-do-mutatis-pela-funarte-sao-paulo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/?p=15802","title":{"rendered":"Espet\u00e1culos e rodas de conversa marcam  a realiza\u00e7\u00e3o do Mutatis pela Funarte S\u00e3o Paulo"},"content":{"rendered":"<p><strong>Crian\u00e7as e adolescentes,<\/strong> <strong>viol\u00eancia contra a mulher,<\/strong> <strong>sa\u00fade mental e drogas: com <\/strong><strong>estes temas o evento prop\u00f5e uma reflex\u00e3o sobre a popula\u00e7\u00e3o em situa\u00e7\u00e3o de rua<\/strong>.<\/p>\n<p>A <strong>Funarte S\u00e3o Paulo<\/strong> apresenta, em setembro, o projeto <strong>Mutatis<\/strong>, que visa discutir temas relacionados \u00e0 problem\u00e1tica das pessoas em situa\u00e7\u00e3o de rua e sua reintegra\u00e7\u00e3o social por meio da <strong>arte e da<\/strong> <strong>a\u00e7\u00e3o cultural<\/strong>. O evento \u2013 que tem <strong>entrada franca<\/strong> &#8211; conta com a participa\u00e7\u00e3o de entidades que desenvolvem trabalhos sociais e art\u00edsticos, Pontos de Cultura, convidados especiais (grupos, personalidades e profissionais ligados aos temas em quest\u00e3o) e pessoas da comunidade (sobretudo residentes no entorno da Funarte, regi\u00e3o que convive com a quest\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o de rua).<\/p>\n<p>O <strong>Mutatis<\/strong> ser\u00e1 realizado <strong>nos<\/strong> <strong>dias 2, 3, 4 e 5 de setembro<\/strong>,<strong> <\/strong>quinta e sexta (das 19h \u00e0s 22h), s\u00e1bado e domingo (das 16h \u00e0s 19h), <strong>no Complexo Cultural Funarte S\u00e3o Paulo<\/strong>. A cada dia ser\u00e1 discutido um tema diferente, respectivamente: <strong><em>Crian\u00e7as e adolescentes em situa\u00e7\u00e3o de rua<\/em><\/strong>;<strong><em> Viol\u00eancia contra a mulher em situa\u00e7\u00e3o de rua<\/em><\/strong>; <strong><em>Sa\u00fade Mental e Drogas<\/em><\/strong>; e <strong><em>Um novo olhar para a popula\u00e7\u00e3o em situa\u00e7\u00e3o de rua<\/em><\/strong>.<\/p>\n<p>As atividades ser\u00e3o sempre iniciadas pela apresenta\u00e7\u00e3o de um <strong>espet\u00e1culo art\u00edstico<\/strong>, realizado pelas institui\u00e7\u00f5es convidadas: <strong>Instituto Religare<\/strong> (dias 2 e 5), <strong>Bloco Afro<\/strong> <strong>Il\u00fa Ob\u00e1 De Min<\/strong> (dia 3) e <strong>Orquestra de Berimbaus do Morro do Querosene <\/strong>(dia 4). Na sequ\u00eancia de cada espet\u00e1culo, inicia-se uma <strong>Roda de Conversa<\/strong>, aberta a todos os presentes e com a participa\u00e7\u00e3o de convidados especiais.<\/p>\n<p>V\u00e1rias personalidades e institui\u00e7\u00f5es j\u00e1 confirmaram seu apoio e presen\u00e7a nos encontros. Para a abertura do evento, est\u00e1 prevista a participa\u00e7\u00e3o do presidente da Funarte, S\u00e9rgio Mamberti,\u00a0da vice-prefeita de S\u00e3o Paulo e secret\u00e1ria municipal de Assist\u00eancia e Desenvolvimento Social, Alda Marco Antonio, dos deputados federais Luiza Erundina e Paulo Teixeira, al\u00e9m de Ant\u00f4nio S\u00e9rgio Gon\u00e7alves (CENPEC, Centro de Estudos e Pesq. em Educa\u00e7\u00e3o, Cultura e A\u00e7\u00e3o Comunit\u00e1ria), Ariel de Castro Alves (Funda\u00e7\u00e3o Crian\u00e7a de S\u00e3o Bernardo do Campo), Fernanda Vargas (CEDECA, Centro de Defesa da Crian\u00e7a e do Adolescente), L\u00facio Fran\u00e7a (Comiss\u00e3o de Direitos Humanos da OAB-SP e Comiss\u00e3o Est. de Def. dos Direitos da Pessoa Humana), Magda Crudelli (arte-educadora), Maria Inez Waack (cientista social) e Rose Nogueira (Grupo Tortura Nunca Mais).<strong> <\/strong><\/p>\n<p>No segundo dia, participar\u00e3o representantes da Pastoral Carcer\u00e1ria e Esmeralda Ortiz (autora do livro <em>Porque n\u00e3o dancei<\/em>). O terceiro ter\u00e1 a presen\u00e7a de Dirce de Assis Rudge (Espa\u00e7o Comunit\u00e1rio Comenius), Helena Lima (autora do livro Nem Tudo \u00e9 Doen\u00e7a), Luca Santoro (CDR, Coordenadoria de Aten\u00e7\u00e3o \u00e0s Drogas), Paulo Almeida (poeta) e Tula Pilar Ferreira (poeta, dan\u00e7arina e agente social). No quarto dia, haver\u00e1 uma retomada dos assuntos discutidos anteriormente, com a participa\u00e7\u00e3o de Maria In\u00eas Gabriel (CRAS, Centro de Refer\u00eancia e Ass. Social). S\u00e3o convidados especiais, em todos os encontros, os Pontos de Cultura: Raso da Catarina, Mais Gente, Instituto P\u00f3lis e Ato Cidad\u00e3o. O evento conta ainda com o apoio do Espa\u00e7o de Conviv\u00eancia Santa Cec\u00edlia<strong> <\/strong>ligado \u00e0<strong> <\/strong>Secretaria Municipal de Assist\u00eancia e Desenvolvimento Social da Prefeitura Municipal de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>Segundo Esther G\u00f3es, representante regional da Funarte S\u00e3o Paulo, \u201co Mutatis foi pensado para chamar \u00e0 reflex\u00e3o todas as pessoas envolvidas nesta quest\u00e3o social, abrindo caminho para novas a\u00e7\u00f5es e novas reflex\u00f5es sobre a situa\u00e7\u00e3o de rua\u201d.<\/p>\n<p>O est\u00edmulo para a realiza\u00e7\u00e3o desse projeto foi a situa\u00e7\u00e3o social, visivelmente prec\u00e1ria, no entorno dos espa\u00e7os culturais da Funarte S\u00e3o Paulo (que inclui o Complexo Cultural, o Teatro de Arena Eug\u00eanio Kusnet e o TBC \u2013 Teatro Brasileiro de Com\u00e9dia). Desde o in\u00edcio de 2008, vem sendo realizadas reuni\u00f5es com ONGs e Pontos de Cultura da regi\u00e3o, a fim de integrar essas entidades \u00e0s a\u00e7\u00f5es da Funarte, sobretudo a partir do vi\u00e9s das atividades culturais.<\/p>\n<p><strong>Projeto: <\/strong><strong>Mutatis<\/strong><strong> <\/strong><\/p>\n<p><strong>Dias 2, 3, 4 e 5 de setembro<\/strong><\/p>\n<p><strong>Quinta e sexta (19h \u00e0s 22h), s\u00e1bado e domingo (16h \u00e0s 19h)<\/strong><\/p>\n<p>Local:<strong> Funarte S\u00e3o Paulo<\/strong><\/p>\n<p>Alameda Nothmann, 1058 &#8211; Campos El\u00edseos\/SP &#8211; Tel: (11) 3662-5177<\/p>\n<p>Entrada Franca \u2013 Classifica\u00e7\u00e3o et\u00e1ria: livre \u2013 Dura\u00e7\u00e3o: 180 min.<\/p>\n<p><strong>2 de setembro (quinta-feira) &#8211; 19h \u00e0s 22h<\/strong><\/p>\n<p>Roda de conversa: <strong><span style=\"text-decoration: underline;\">Crian\u00e7as e adolescentes em situa\u00e7\u00e3o de rua<\/span><\/strong><\/p>\n<p>Convidado: <strong>Instituto Religare<\/strong><\/p>\n<p>Apresenta\u00e7\u00e3o: espet\u00e1culo teatral <strong>\u201cMutatis\u201d<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"text-decoration: underline;\">Convidados especiais<\/span>:<\/p>\n<p>S\u00e9rgio Mamberti (Pres. da Funarte), Vice-prefeita de S\u00e3o Paulo Alda Marco Antonio, dep. federal Paulo Teixeira, dep. federal Luiza Erundina, Magda Crudelli (arte-educadora), Ant\u00f4nio S\u00e9rgio Gon\u00e7alves (CENPEC), Maria Inez Waack (cientista social), Fernanda Vargas (CEDECA), Ariel de Castro Alves (Funda\u00e7\u00e3o Crian\u00e7a de S\u00e3o B. do Campo), L\u00facio Fran\u00e7a (OAB) e Rose Nogueira (Grupo Tortura Nunca Mais).<\/p>\n<p>Espet\u00e1culo: \u201cMutatis\u201d \u2013 Com: Grupo de Teatro Religare &#8211; Texto: Peterson Xavier \u2013 Dire\u00e7\u00e3o e figurino: Val\u00e9ria Di Pietro &#8211; M\u00fasicas: Edvaldo Santana e Jarbas Mariz &amp; C\u00e9lio Pires<\/p>\n<p>Dura\u00e7\u00e3o: 60 min \u2013 Classifica\u00e7\u00e3o et\u00e1ria: 10 anos \u2013 G\u00eanero: drama<\/p>\n<p>O espet\u00e1culo <strong>\u201cMutatis\u201d<\/strong> conta a trajet\u00f3ria dos jovens envolvidos no grupo, desde os \u201ctempos sombrios\u201d (privados de liberdade) at\u00e9 os \u201ctempos de transforma\u00e7\u00e3o\u201d (a partir da arte). Seus questionamentos e seus sonhos, traduzidos para a linguagem do teatro, s\u00e3o relatos da coragem que gerou uma estrat\u00e9gia de enfrentamento \u00e0 oferta de marginalidade. A montagem utiliza, al\u00e9m da linguagem verbal, trabalho corporal com coreografias desenvolvidas pelo grupo que partiu de oficinas de dan\u00e7as urbanas, dan\u00e7as populares brasileiras e teatro f\u00edsico. As m\u00fasicas da trilha s\u00e3o de Edvaldo Santana (uma delas \u00e9 assinada por Jarbas Mariz e C\u00e9lio Pires) e h\u00e1 um poema final de Maiakovski.<\/p>\n<p>A pe\u00e7a se insere no teatro de atitudes e opini\u00f5es, a partir da viv\u00eancia do grupo, e faz parte de uma tend\u00eancia que n\u00e3o pretende s\u00f3 o entretenimento nem s\u00f3 a reflex\u00e3o, mas a a\u00e7\u00e3o. Demonstrando que a arte possibilita uma inser\u00e7\u00e3o provocadora, quebrando paradigmas e proporcionando atitudes significativas para uma sociedade moderna mais solid\u00e1ria, saud\u00e1vel e civilizada, o prop\u00f3sito \u00e9 o de provocar a\u00e7\u00f5es e rea\u00e7\u00f5es em torno de um assunto pol\u00eamico que vai ao encontro dos interesses da coletividade.<\/p>\n<p><strong>3 de setembro (sexta-feira) &#8211; 19h \u00e0s 22h<\/strong><\/p>\n<p>Roda de conversa: <strong><span style=\"text-decoration: underline;\">Viol\u00eancia contra a mulher em situa\u00e7\u00e3o de rua<\/span><\/strong><\/p>\n<p>Convidado: <strong>Il\u00fa Ob\u00e1 De Min<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"text-decoration: underline;\">Convidados especiais<\/span>:<\/p>\n<p>Pastoral Carcer\u00e1ria e Esmeralda Ortiz (autora do livro <em>Porque n\u00e3o dancei<\/em>).<strong> <\/strong><\/p>\n<p>O bloco afro <strong>Il\u00fa Ob\u00e1 De Min<\/strong> far\u00e1 um cortejo pelas ruas do bairro Campos El\u00edseos, saindo da sede do Ponto de Cultura Il\u00fa \u00d2n\u00e0 Caminhos do Tambor (Al. Eduardo Prado, n\u00ba 342), \u00e0s 18 horas, seguindo em dire\u00e7\u00e3o ao Complexo Cultural Funarte, onde far\u00e1 sua apresenta\u00e7\u00e3o. O bloco afro pretende sensibilizar a comunidade do entorno para participar do <em>Mutatis<\/em>, acompanhando o cortejo.<\/p>\n<p>No p\u00e1tio da Funarte, o grupo toca, dan\u00e7a e interpreta c\u00e2nticos dos orix\u00e1s e can\u00e7\u00f5es pr\u00f3prias. Algumas integrantes do Il\u00fa Ob\u00e1 far\u00e3o relatos sobre a viol\u00eancia praticada contra a mulher.<\/p>\n<p><strong>4 de setembro (s\u00e1bado) &#8211; 16h \u00e0s 19h<\/strong><strong> <\/strong><\/p>\n<p>Roda de conversa: <strong><span style=\"text-decoration: underline;\">Sa\u00fade mental e drogas<\/span><\/strong><\/p>\n<p>Convidado: <strong>Orquestra de Berimbaus do Morro do Querosene<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"text-decoration: underline;\">Convidados especiais<\/span>:<\/p>\n<p>Luca Santoro (CDR), Dra. Dirce de Assis Rudge (Espa\u00e7o Comenius), Tula Pilar Ferreira (agente de sa\u00fade), Paulo Almeida e Helena Lima (autora do livro <em>Nem Tudo \u00e9 Doen\u00e7a).<\/em><\/p>\n<p>A <strong>Orquestra de Berimbaus do Morro do Querosene<\/strong> (14 integrantes) mostra a versatilidade do instrumento, interpretando toques da capoeira e ritmos da m\u00fasica brasileira, com arranjos e reg\u00eancia do mestre Dinho Nascimento. Os berimbaus s\u00e3o cuidadosamente afinados e agrupados em naipes: berimbau gunga ou berra-boi (som grave), de centro (som m\u00e9dio) e o viola ou violinha (som mais agudo). O &#8220;berimbum&#8221;, com som muito grave, \u00e9 tocado com arco de violoncelo e o \u201cberimbau de lata\u201d, tamb\u00e9m tocado com arco, mais parece uma rabeca.<\/p>\n<p>Vozes entoam os versos das ladainhas, corridos, chulas, sambas e samba-de-roda. Alguns instrumentos como o guimbarde ou trump (berimbau de boca), agog\u00f4, pandeiro, reco-reco, ganz\u00e1, tri\u00e2ngulo, atabaque, matraca, efeitos diversos e palmas completam a sonoridade. \u00a0Dinho Nascimento e a Orquestra de Berimbaus trabalham, h\u00e1 tr\u00eas anos, junto \u00e0 comunidade do Morro do Querosene. Todos os instrumentos s\u00e3o feitos por eles, explorando a sonoridade tribal e as possibilidades de diversificar na confec\u00e7\u00e3o dos berimbaus e reafirmando o respeito ao meio ambiente. \u201cO trabalho com o berimbau vai muito al\u00e9m da capoeira; ele \u00e9 um elemento transformador, tanto musical como social\u201d, afirma o maestro.<\/p>\n<p><strong>5 de setembro (domingo) &#8211; 16h \u00e0s 19h<\/strong><\/p>\n<p>Roda de conversa: <strong><span style=\"text-decoration: underline;\">Um novo olhar para a popula\u00e7\u00e3o em situa\u00e7\u00e3o de rua<\/span><\/strong><\/p>\n<p>Convidado: <strong>Instituto Religare<\/strong><\/p>\n<p>Apresenta\u00e7\u00e3o: espet\u00e1culo teatral <strong>\u201cMutatis\u201d<\/strong><\/p>\n<p>Convidados especiais:<\/p>\n<p>Maria In\u00eas Gabriel (CRAS).<\/p>\n<p>Tanto para o primeiro como para quarto dia, em que ser\u00e3o tratados os temas relacionados aos jovens e crian\u00e7as em situa\u00e7\u00e3o de rua, foi escolhido o espet\u00e1culo <strong>\u201cMutatis\u201d<\/strong>, nome hom\u00f4nimo ao projeto, apresentado por jovens do Instituto Religare.<\/p>\n<hr size=\"2\" \/><strong>As Institui\u00e7\u00f5es convidadas:<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"text-decoration: underline;\">Instituto Religare<\/span><\/p>\n<p>O Instituto Religare foi criado, em 2002, com o objetivo de acolher jovens que cumpriram medidas s\u00f3cio-educativas, proporcionando-lhes a oportunidade de realizar atividades art\u00edsticas e viver em sociedade. Alguns anos depois, o instituto passou a receber tamb\u00e9m jovens de baixa renda provenientes de diversas comunidades, regi\u00f5es de alto risco. Atualmente, o Religare promove o resgate da identidade cultural, desenvolve a\u00e7\u00f5es no campo das artes (oficinas de <em>teatro, dan\u00e7a, artes pl\u00e1sticas e musicalidade)<\/em>, atua como facilitador da difus\u00e3o e da inclus\u00e3o cultural e procura suavizar os dramas que pautam o cotidiano de jovens em situa\u00e7\u00e3o de risco social. O instituto tamb\u00e9m viabiliza <em>a gera\u00e7\u00e3o de renda para os jovens, colocando-os no mercado de trabalho de modo diferenciado. <\/em>No final de 2005, recebeu a qualifica\u00e7\u00e3o de Ponto de Cultura e, a partir da\u00ed, seu grupo teatral \u2013 que nasceu dentro da Febem\/SP &#8211; integrou-se com sucesso \u00e0 comunidade. O Grupo de Teatro Religare j\u00e1 encenou mais de 10 espet\u00e1culos, entre eles o <em>Mutatis<\/em>.<\/p>\n<p><span style=\"text-decoration: underline;\">Orquestra de Berimbaus do Morro do Querosene<\/span><\/p>\n<p>Atualmente, a Orquestra de Berimbaus do Morro do Querosene \u00e9 formada por 14 integrantes \u2013 mestres, professores de capoeira e pessoas da comunidade do bairro do Butant\u00e3 \u2013 e atua sob a reg\u00eancia do Maestro Dinho Nascimento. A ideia de formar uma orquestra surgiu nos encontros informais que aconteciam na pra\u00e7a do Morro do Querosene, tradicional reduto de cultura popular e palco de manifesta\u00e7\u00f5es como bumba-meu-boi, capoeira, mamulengos, tambor de crioula, samba de roda, maracatu e outras. Dinho e alguns amigos l\u00e1 se reuniam para tocar, jogar capoeira e passar seus ensinamentos aos mais jovens e outros rec\u00e9m-chegados. Em 2000, Dinho dirigiu a Orquestra de Berimbaus, do espet\u00e1culo \u00e9tnico, apresentado aos presidentes dos pa\u00edses participantes da XIX Reuni\u00e3o do Conselho do Mercado Comum do Mercosul, em Florian\u00f3polis (SC).<\/p>\n<p>A orquestra participou de importantes eventos como: 452\u00ba Anivers\u00e1rio de S\u00e3o Paulo (em 2006), regida por Alu\u00e1 Nascimento; Oficinas de Percuss\u00e3o do PercPan 2007; Festival Internacional de Percuss\u00e3o; SESCs SP; Festival da Juventude (Memorial da Am\u00e9rica Latina); Off-FLIP (paralela \u00e0 Feira de Literatura Internacional de Paraty); Virada Cultural; marquise do MAM (RJ); Pepsi-on-Stage (Porto Alegre); Centro Cultural Drag\u00e3o do Mar (Fortaleza); Centro Cultural da Marinha e outros. Em 2009, a Orquestra de Berimbaus foi contemplada com o t\u00edtulo de Ponto de Cultura e tamb\u00e9m selecionada pelo Programa de A\u00e7\u00e3o Cultural da Secretaria Estadual da Cultura para grava\u00e7\u00e3o de disco in\u00e9dito, que ser\u00e1 lan\u00e7ado em breve (Sinfonia de Arame).<\/p>\n<p>Bloco Afro Il\u00fa Ob\u00e1 De Min<\/p>\n<p>O Bloco Afro Il\u00fa Ob\u00e1 De Min, fundado em 2004, busca difundir a cultura afro-brasileira por meio da m\u00fasica e da dan\u00e7a, inspirando-se em estudo do candombl\u00e9 e de outros ritmos africanos. Contemplado com o t\u00edtulo de Ponto de Cultura, suas apresenta\u00e7\u00f5es levam para o p\u00fablico um pouco da cultura oriunda das matrizes africanas e afro-brasileiras, al\u00e9m de trabalhar em prol do fortalecimento individual e coletivo das mulheres na sociedade, levado em conta a sua realidade familiar.<\/p>\n<p>Mais informa\u00e7\u00f5es: Funarte S\u00e3o Paulo<\/p>\n<p><a href=\"mailto:comunicacaosp@funarte.gov.br\">comunicacaosp@funarte.gov.br<\/a><\/p>\n<p>(11) 3662-5177<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Crian\u00e7as e adolescentes, viol\u00eancia contra a mulher, sa\u00fade mental e drogas: com estes temas o evento prop\u00f5e uma reflex\u00e3o sobre a popula\u00e7\u00e3o em situa\u00e7\u00e3o de rua. 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