{"id":252099,"date":"2021-07-28T07:52:51","date_gmt":"2021-07-28T10:52:51","guid":{"rendered":"https:\/\/www.funarte.gov.br\/?p=252099"},"modified":"2021-07-28T09:18:23","modified_gmt":"2021-07-28T12:18:23","slug":"festival-de-danca-exibe-espetaculos-premiados-do-nordeste-em-videos-com-audiodescricao-e-libras","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/?p=252099","title":{"rendered":"Festival de dan\u00e7a exibe espet\u00e1culos premiados do Nordeste em v\u00eddeos com audiodescri\u00e7\u00e3o e Libras"},"content":{"rendered":"<p>A Funda\u00e7\u00e3o Nacional de Artes lan\u00e7a a terceira fase do Festival Funarte Acessibilidan\u00e7a, com a Regi\u00e3o Nordeste, representada por sete espet\u00e1culos. Na quarta-feira, 28 de julho, \u00e0s 20h, o espet\u00e1culo\u00a0<em>Estado de Apneia<\/em>, do Rio Grande do Norte, abre a temporada, seguido pela montagem de Pernambuco,\u00a0<em>Ensaio sobre o Sil\u00eancio<\/em>, no dia 4 de agosto.\u00a0<em>Mar\u00e9 &#8211; Vers\u00e3o virtual e acess\u00edvel<\/em>, tamb\u00e9m do Rio Grande do Norte, ser\u00e1 encenada no dia 11. A agenda continua no dia 18, com o espet\u00e1culo\u00a0<em>Rio sem Margem<\/em>, da Bahia, e, no dia 25, com a montagem\u00a0<em>Plenitude<\/em>, do Piau\u00ed. Em setembro, entram em cartaz:\u00a0<em>Ah, se eu fosse Marilyn!<\/em>, da Bahia, no dia 1\u00ba; e\u00a0<em>Proibindo Elefantes<\/em>, do Rio Grande do Norte, no dia 8, fechando a presen\u00e7a da Regi\u00e3o no festival.<\/p>\n<p>As sess\u00f5es em v\u00eddeos com audiodescri\u00e7\u00e3o e Libras ficam dispon\u00edveis para acesso gratuito no canal da Funarte no YouTube (<a href=\"http:\/\/bit.ly\/FunarteYouTubeFestivalAcessibiliDanca\">bit.ly\/FunarteYouTubeFestivalAcessibiliDanca<\/a>) logo ap\u00f3s o lan\u00e7amento.\u00a0O Festival Funarte Acessibilidan\u00e7a teve in\u00edcio em junho, com espet\u00e1culos premiados da Regi\u00e3o Norte. No m\u00eas de julho, foi a vez da Regi\u00e3o Sul mostrar os seus talentos. Os projetos contemplados nas demais regi\u00f5es do Brasil ser\u00e3o apresentados at\u00e9 outubro.<\/p>\n<p><strong>No dia 28 de julho<\/strong>, \u00e0s 20h, o Grupo Movidos Dan\u00e7a Contempor\u00e2nea, de Natal (RN), apresenta a montagem\u00a0<em>Estado de Apneia<\/em>. A obra tem por inspira\u00e7\u00e3o o momento atual da humanidade, o conflito global devido \u00e0 pandemia e todos os desdobramentos. Com dire\u00e7\u00e3o art\u00edstica de Anderson Le\u00e3o, os bailarinos\u00a0compartilham conflitos que atravessam situa\u00e7\u00f5es de machismo, viol\u00eancia dom\u00e9stica, capacitismo (preconceito direcionado a pessoas com algum tipo de defici\u00eancia), falta de empatia e de sororidade, dentre outros males.<\/p>\n<p>\u201cO espet\u00e1culo pretende deixar uma mensagem para cada pessoa sobre o que est\u00e1 sendo apresentado. Fazendo com que o espectador se perceba na obra, se atente aos conflitos que permeiam sua vida, e entenda que s\u00f3 quando estivermos verdadeiramente conectados uns aos outros ser\u00e1 poss\u00edvel sair deste estado de apneia e, enfim, respirar\u201d, declara o coletivo.<\/p>\n<p><strong>J\u00e1 no dia 4 de agosto<\/strong>, a core\u00f3grafa Taciana Gomes, de Pernambuco (PE), exibe sua montagem\u00a0<em>Ensaio sobre o Sil\u00eancio<\/em>. O espet\u00e1culo de dan\u00e7a acess\u00edvel busca \u201cconstruir po\u00e9ticas provocativas sobre a percep\u00e7\u00e3o de mergulho pessoal\u201d, em busca de uma aproxima\u00e7\u00e3o e rela\u00e7\u00e3o entre espa\u00e7o e corpo. \u201cMovimento, poesia e audiovisual s\u00e3o influenciados pela constru\u00e7\u00e3o sonora marcada pelo psy-trance e sonoridades binaurais, pelo coco, o maracatu em uma est\u00e9tica atual, com marcadores da p\u00f3s-contemporaneidade\u201d, comenta a int\u00e9rprete.<\/p>\n<p>O bailarino e consultor Victor Marley explica a import\u00e2ncia de ter participado do projeto e de ter colocado a identidade surda em a\u00e7\u00e3o, ao mesclar a arte da dan\u00e7a com o recurso de Libras. \u201cComo \u00fanico surdo cursando faculdade de dan\u00e7a aqui em Pernambuco, na UFPE, me senti honrado em fazer parte do Acessibilidan\u00e7a. Por meio do visual, poder passar emo\u00e7\u00e3o. Provando que o surdo pode tudo, assim como os ouvintes. Tentei colocar minha marca na dan\u00e7a. Como a dan\u00e7a \u00e9 algo visual, os movimentos e ritmos chamam a aten\u00e7\u00e3o de quem est\u00e1 vendo. O foco da dan\u00e7a \u00e9 levar a sensa\u00e7\u00e3o de tranquilidade e sentimentos que cada bailarino proporciona pelas suas habilidades, fazendo com que o p\u00fablico tenha vis\u00f5es e emo\u00e7\u00f5es \u00fanicas, a cada solo ou apresenta\u00e7\u00e3o em grupo\u201d, destaca Marley.<\/p>\n<p>O Coletivo Independente Dependente de Artistas (CIDA), de Natal (RN), lan\u00e7a o seu novo espet\u00e1culo<em>\u00a0Mar\u00e9 \u2013 Vers\u00e3o virtual e acess\u00edvel<\/em>,\u00a0<strong>no dia 11 de agosto<\/strong>. A obra coreogr\u00e1fica surge como uma alus\u00e3o \u00e0s formas como abordamos e estereotipamos a natureza h\u00edbrida de se relacionar. \u201cTranspor as realidades do amor para a cena \u00e9 o come\u00e7o de tudo. Uma met\u00e1fora dan\u00e7ada sobre a modifica\u00e7\u00e3o, sobre os v\u00e1rios n\u00edveis, sobre as intensidades e profundidades desse sentimento t\u00e3o complexo.\u00a0<em>Mar\u00e9<\/em>\u00a0fala sobre os diferentes modos de se relacionar e de amar\u201d, diz o grupo.<\/p>\n<p>Desde sua cria\u00e7\u00e3o, o espet\u00e1culo j\u00e1 recebeu diferentes roupagens e conta com diversos formatos para exibi\u00e7\u00e3o: solo, dueto, interven\u00e7\u00e3o urbana, vers\u00e3o compartilhada e, agora, a vers\u00e3o virtual e acess\u00edvel, no Festival Funarte Acessibilidan\u00e7a. \u201cAcreditamos na acessibilidade enquanto vi\u00e9s criativo, enquanto via de acesso, enquanto obriga\u00e7\u00e3o m\u00ednima para\/com\/da sociedade. Somos, assumidamente, um n\u00facleo art\u00edstico formado por pessoas com e sem defici\u00eancias, e por isso a acessibilidade \u00e9 algo que est\u00e1 intr\u00ednseco ao nosso trabalho.\u201d<\/p>\n<p><strong>Dia 18 de agosto<\/strong>, o core\u00f3grafo e bailarino El\u00edsio Pitta, da Bahia (BA), apresenta o seu espet\u00e1culo\u00a0<em>Rio sem Margem<\/em>. A obra se utiliza de elementos da simbologia da dan\u00e7a dos orix\u00e1s, da dan\u00e7a moderna, da capoeira, do teatro e de outros elementos da ancestralidade africana. A montagem unifica dan\u00e7a, v\u00eddeo, proje\u00e7\u00e3o, cen\u00e1rio e interpreta\u00e7\u00e3o corporal em Libras. O espet\u00e1culo ocorreu de forma remota.<\/p>\n<p>Segundo Pitta, cumprir o cronograma de a\u00e7\u00f5es foi um desafio e, ao mesmo tempo, trouxe muitas descobertas. \u201cEstudamos e constru\u00edmos juntos sob uma narrativa virtual e de muita observa\u00e7\u00e3o. Tivemos que aprender a respirar, a se adaptar, a testar novas formas de trabalho e a entender as limita\u00e7\u00f5es do outro\u201d.<\/p>\n<p>A Cia. de Dan\u00e7a Eficiente, de Teresina (PI), exibe a montagem\u00a0<em>Plenitude<\/em>,\u00a0<strong>no dia 25 de agosto<\/strong>. O espet\u00e1culo levanta a discuss\u00e3o em torno da est\u00e9tica da dan\u00e7a e permite que a dan\u00e7arina com defici\u00eancia desenvolva e exponha seus potenciais art\u00edsticos. O trabalho experimenta e ocasiona mudan\u00e7as na no\u00e7\u00e3o de corpo por meio da dan\u00e7a contempor\u00e2nea, questionando hierarquias entre corpos que podem e que n\u00e3o podem dan\u00e7ar.<\/p>\n<p>\u201cA pesquisa se d\u00e1\u00a0 nas\u00a0 diferen\u00e7as,\u00a0 nos\u00a0 diferentes\u00a0 corpos\u00a0 que\u00a0 se\u00a0 comunicam\u00a0 com\u00a0 o\u00a0 todo\u00a0 social\u00a0 pela\u00a0 sua\u00a0 presen\u00e7a,\u00a0 unindo\u00a0 uma\u00a0 parte\u00a0 que\u00a0 n\u00e3o\u00a0 necessariamente\u00a0 encaixa\u00a0 em\u00a0 outra determinada\u00a0 parte,\u00a0 mas\u00a0 que\u00a0 comunica\u00a0 o\u00a0 estado\u00a0 de\u00a0 existir,\u00a0 ocupando\u00a0 seu\u00a0 lugar\u00a0 de direitos\u00a0 e\u00a0 deveres\u00a0 comuns\u00a0 a\u00a0 todos,\u00a0 criando\u00a0 um\u00a0 ponto\u00a0 de\u00a0 discuss\u00e3o sobre\u00a0 como\u00a0 s\u00e3o\u00a0 os modos\u00a0 de relacionar-se\u00a0 com\u00a0 esta\u00a0 nova\u00a0 presen\u00e7a,\u00a0 que\u00a0 necessita\u00a0 de\u00a0 adapta\u00e7\u00f5es estruturais\u00a0 e mentais\u00a0 para\u00a0 o\u00a0 bom\u00a0 conv\u00edvio\u00a0 em\u00a0 sociedade\u201d, relata a companhia.<\/p>\n<p><strong>Abrindo o m\u00eas de setembro, no dia 1\u00ba<\/strong>, o core\u00f3grafo, dan\u00e7arino, professor e pesquisador Edu O. apresenta sua obra\u00a0<em>Ah, se eu fosse Marilyn!<\/em>, da Bahia (BA). A montagem \u00e9 inspirada no texto\u00a0<em>Dias Felizes<\/em>, de Samuel Beckett, e a performance foi criada pelo primeiro professor cadeirante de uma faculdade de Dan\u00e7a do Brasil, o Edu. \u201cA obra \u00e9 uma proposta art\u00edstica que versa sobre os padr\u00f5es corporais e morais impostos \u00e0s individualidades e particularidades de cada um. Suas reflex\u00f5es s\u00e3o menos sobre o desejo de ser igual a uma outra pessoa \u2014 no caso, a atriz Marilyn Monroe \u2014, mas, sobretudo, acerca do que ela representa no imagin\u00e1rio coletivo, sobre o que se projeta de expectativas para o outro\u201d, aponta Edu O.<\/p>\n<p><em>Ah, se eu fosse Marilyn!\u00a0<\/em>\u00e9 concebido a partir da constru\u00e7\u00e3o e desconstru\u00e7\u00e3o de imagens corporais do cotidiano. Enterrado at\u00e9 a cintura com areia (praia) ou roupas e objetos (quarto), a performance reflete sobre a passagem do tempo que nos consome e nos transforma.\u201cQuando lembramos dos nossos sonhos antigos e nos damos conta do que nos tornamos, podemos nos questionar sobre: Aonde chegamos? O que \u00e9 dar certo? O que \u00e9 o sucesso? Sou o que desejei para mim? Que rastros fui deixando pelo caminho? Quem tem direito ao seu pr\u00f3prio desejo ou a ser quem se \u00e9? Como podemos pensar essas quest\u00f5es no contexto das pessoas com defici\u00eancia?\u201d, questiona.<\/p>\n<p>A performance foi realizada entre dezembro e janeiro (2020\/2021) e traz imagens feitas no quarto do artista e, tamb\u00e9m, na praia, onde originalmente o trabalho foi criado, concebendo um ambiente entre realidade e sonho. No v\u00eddeo, a audiodescri\u00e7\u00e3o \u00e9 parte integrante da obra, tecendo o fio condutor da narrativa; e a interpreta\u00e7\u00e3o em Libras tamb\u00e9m \u00e9 compreendida dentro da sua est\u00e9tica. O pr\u00f3prio dan\u00e7arino \u00e9 o int\u00e9rprete e utiliza os sinais para seus movimentos coreogr\u00e1ficos.<\/p>\n<p>Para encerrar a programa\u00e7\u00e3o da Regi\u00e3o Nordeste, a Companhia Giradan\u00e7a, de Natal (RN), exibe a montagem\u00a0<em>Proibido Elefantes<\/em>,\u00a0<strong>dia 8 de setembro<\/strong>. A obra\u00a0fala do olhar como via de acesso, porta de entrada e sa\u00edda de significados. \u201cO modo como percebemos a realidade \u00e9 resultante do di\u00e1logo que estabelecemos com ela. Nosso olhar \u00e9 constitu\u00eddo pela realidade assim como a realidade \u00e9 constitu\u00edda pelo nosso olhar \u2014 a constru\u00e7\u00e3o do sentido transita em via de m\u00e3o-dupla. O olhar enquanto apreens\u00e3o subjetiva do mundo \u00e9, neste trabalho, apontado como elemento potencializador do sujeito diante dele\u201d, frisa o coletivo.<\/p>\n<p>Segundo a companhia de dan\u00e7a, proporcionar acesso do p\u00fablico em geral a uma montagem como\u00a0<em>Proibido Elefantes<\/em>\u00a0\u00e9 colocar a sociedade em frente a um espelho. \u201cMesmo no campo subjetivo que \u00e9 a cria\u00e7\u00e3o em dan\u00e7a, o espet\u00e1culo absorve diversas viv\u00eancias, sejam elas dos corpos dan\u00e7antes que est\u00e3o no v\u00eddeo ou de pessoas que passaram pela vida deles\u201d, diz.\u00a0\u201cProibir elefantes, neste espet\u00e1culo, \u00e9 proibir o olhar que ressalta as limita\u00e7\u00f5es, os impedimentos e que duvida da capacidade do sujeito frente \u00e0 adversidade. Proibir elefantes, aqui, \u00e9 apostar no olhar do sujeito sobre si e sobre o mundo em que vive como elemento ressignificador e instaurador de realidade\u201d, refor\u00e7a.<\/p>\n<p><strong>O Festival Funarte Acessibilidan\u00e7a<\/strong><\/p>\n<p>O Festival Funarte Acessibilidan\u00e7a, em estreia na institui\u00e7\u00e3o, foi criado a partir das a\u00e7\u00f5es do Pr\u00eamio Festival Funarte Acessibilidan\u00e7a Virtual 2020. No concurso p\u00fablico, foram premiados 25 projetos de v\u00eddeos de espet\u00e1culos, que promovem o acesso de todas as pessoas \u00e0 arte.<\/p>\n<p>Com a iniciativa, a Funarte busca realizar novas a\u00e7\u00f5es a partir do uso das mais recentes tecnologias, estendendo, desse modo, um novo modelo para todo o Brasil. Assim, a Funda\u00e7\u00e3o refor\u00e7a seu compromisso de promover e incentivar a produ\u00e7\u00e3o, a pr\u00e1tica, o desenvolvimento e a difus\u00e3o das artes no pa\u00eds; e de atuar para que a popula\u00e7\u00e3o possa cada vez mais usufruir das manifesta\u00e7\u00f5es art\u00edsticas. Criada em 1975, a Funarte segue, portanto, empenhada em acompanhar as transforma\u00e7\u00f5es no cen\u00e1rio art\u00edstico e social.<\/p>\n<p>O coordenador de Dan\u00e7a da entidade, Fabiano Carneiro, destaca a import\u00e2ncia de se levar essa linguagem art\u00edstica \u00e0 popula\u00e7\u00e3o, durante o per\u00edodo de distanciamento social. \u201cEstamos estreando o Festival Funarte Acessibilidan\u00e7a, um projeto in\u00e9dito com foco na acessibilidade e na inclus\u00e3o. Ao longo dos pr\u00f3ximos meses, ser\u00e3o apresentados espet\u00e1culos de dan\u00e7a das cinco regi\u00f5es do Brasil, plenamente acess\u00edveis ao p\u00fablico, contemplando uma enorme diversidade na sua programa\u00e7\u00e3o\u201d, explica o coordenador.<\/p>\n<p>O festival foi lan\u00e7ado no dia 16 de junho, com o espet\u00e1culo\u00a0<em>Lua de Mel<\/em>, da Cia. Lamira Artes C\u00eanicas (Tocantins). Na semana seguinte, foi exibido\u00a0<em>Maculel\u00ea: Reconstruindo o Quilombo<\/em>, do Grupo de Dan\u00e7a Reconstruindo o Quilombo (Rond\u00f4nia).\u00a0<em>Solatium<\/em>\u00a0encerrou a programa\u00e7\u00e3o de companhias da Regi\u00e3o Norte. A segunda fase apresentou montagens premiadas da Regi\u00e3o Sul e\u00a0<em>Flamenco Imagin\u00e1rio<\/em>, da Cia. Del Puerto (Rio Grande do Sul), deu in\u00edcio a programa\u00e7\u00e3o. Em seguida,\u00a0<em>Convite ao Olhar<\/em>, da Cia. de Dan\u00e7a L\u00e1pis de Seda (Santa Catarina) foi exibido. O espet\u00e1culo\u00a0<em>Do Avesso<\/em>, do Grupo N\u00f3 Movimento em Rede (Paran\u00e1), fechou a temporada da regi\u00e3o. A fase atual apresenta as montagens da Regi\u00e3o Nordeste.<\/p>\n<p>Os projetos contemplados nas demais regi\u00f5es do Pa\u00eds ser\u00e3o exibidos em seguida, at\u00e9 outubro, por meio do canal da Funarte no YouTube (<a href=\"http:\/\/bit.ly\/FunarteYouTubeFestivalAcessibiliDanca\"><strong>bit.ly\/FunarteYouTubeFestivalAcessibiliDanca<\/strong><\/a>).\u00a0No decorrer das apresenta\u00e7\u00f5es, o coordenador de Dan\u00e7a da Funda\u00e7\u00e3o, Fabiano Carneiro, participar\u00e1 de uma \u201clive\u201d com diretores e artistas de dan\u00e7a, al\u00e9m de convidados.<\/p>\n<p><strong>Festival Funarte Acessibilidan\u00e7a<\/strong><\/p>\n<p>Acesso gratuito, no canal:\u00a0<a href=\"http:\/\/bit.ly\/FunarteYouTubeFestivalAcessibiliDanca\"><strong>bit.ly\/FunarteYouTubeFestivalAcessibiliDanca<\/strong><\/a><\/p>\n<p><strong>Com audiodescri\u00e7\u00e3o e Libras<\/strong><\/p>\n<p><strong>Agenda dos contemplados da Regi\u00e3o Nordeste<\/strong><\/p>\n<p><strong>Dia 28 de julho<\/strong>, quarta-feira, \u00e0s 20h<br \/>\nEstreia com exibi\u00e7\u00e3o do espet\u00e1culo <strong><em>Estado de Apneia<\/em><\/strong>, do Grupo Movidos Dan\u00e7a Contempor\u00e2nea (Rio Grande do Norte)<\/p>\n<p><strong>Dia 4 de agosto<\/strong>, quarta-feira, \u00e0s 20h<br \/>\nMontagem de dan\u00e7a <strong><em>Ensaio sobre o Sil\u00eancio<\/em><\/strong>, da core\u00f3grafa e bailarina Taciana Gomes (Pernambuco)<\/p>\n<p><strong>Dia 11 de agosto<\/strong>, quarta-feira, \u00e0s 20h<br \/>\nEspet\u00e1culo <strong><em>Mar\u00e9 \u2013 Vers\u00e3o virtual e acess\u00edvel<\/em><\/strong>, do Coletivo CIDA &#8211; Coletivo Independente Dependente de Artistas (Rio Grande do Norte)<\/p>\n<p><strong>Dia 18 de agosto<\/strong>, quarta-feira, \u00e0s 20h<br \/>\nMontagem <strong><em>Rio sem Margem<\/em><\/strong>, do core\u00f3grafo e bailarino El\u00edsio Pitta (Bahia)<\/p>\n<p><strong>Dia 25 de agosto<\/strong>, quarta-feira, \u00e0s 20h<br \/>\nEspet\u00e1culo <strong><em>Plenitude<\/em><\/strong>, da Cia. de Dan\u00e7a Eficiente (Piau\u00ed)<\/p>\n<p><strong>Dia 1\u00ba de setembro<\/strong>, quarta-feira, \u00e0s 20h<br \/>\nMontagem\u00a0 <strong><em>Ah, se eu fosse Marilyn!<\/em><\/strong>, do diretor, core\u00f3grafo e dan\u00e7arino Edu O. (Bahia)<\/p>\n<p><strong>Dia 8 de setembro<\/strong>, quarta-feira, \u00e0s 20h<br \/>\nEspet\u00e1culo <strong><em>Proibido Elefantes<\/em><\/strong>, da Companhia Giradan\u00e7a (Rio Grande do Norte)<\/p>\n<p><strong>Agenda dos contemplados das demais regi\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p><strong>Regi\u00e3o Centro-Oeste &#8211; Dia 15 de setembro<\/strong><\/p>\n<p><strong>Regi\u00e3o Sudeste &#8211; Dia 13 de outubro \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Regi\u00e3o Norte (espet\u00e1culos j\u00e1 dispon\u00edveis)<\/strong>:\u00a0<em>Lua de Mel<\/em>, da Cia. Lamira Artes C\u00eanicas (TO);\u00a0<em>Maculel\u00ea: Reconstruindo o Quilombo<\/em>, do Grupo de Dan\u00e7a Reconstruindo o Quilombo (RO); e\u00a0<em>Solatium<\/em>, do Corpo de Dan\u00e7a do Amazonas (AM)<\/p>\n<p><strong>Regi\u00e3o Sul (espet\u00e1culos j\u00e1 dispon\u00edveis):\u00a0<\/strong><em>Flamenco Imagin\u00e1rio<\/em>, da Cia. Del Puerto (RS);\u00a0<em>Convite ao Olhar<\/em>, da Cia. de Dan\u00e7a L\u00e1pis de Seda (SC); e\u00a0<em>Do Avesso<\/em>, do Grupo N\u00f3 Movimento em Rede (PR)<\/p>\n<p><strong>Os v\u00eddeos ficam dispon\u00edveis no canal da Funarte no YouTube ap\u00f3s a exibi\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p><strong>Realiza\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Funda\u00e7\u00e3o Nacional de Artes \u2013 Funarte | Centro de Artes C\u00eanicas | Coordena\u00e7\u00e3o de Dan\u00e7a<\/p>\n<p>Secretaria Especial da Cultura | Minist\u00e9rio do Turismo | Governo Federal<\/p>\n<p><strong>Mais informa\u00e7\u00f5es para o p\u00fablico<\/strong>:\u00a0<a href=\"mailto:danca@funarte.gov.br\">danca@funarte.gov.br<\/a><\/p>\n<p><strong>Mais informa\u00e7\u00f5es para a imprensa<\/strong><\/p>\n<p>Assessoria de Comunica\u00e7\u00e3o \u2013 Funarte<\/p>\n<p><a href=\"mailto:ascomfunarte@funarte.gov.br\">ascomfunarte@funarte.gov.br<\/a><\/p>\n<p><strong>Outras a\u00e7\u00f5es e editais da Funarte<\/strong>:\u00a0<a href=\"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/\">www.funarte.gov.br<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Funda\u00e7\u00e3o Nacional de Artes lan\u00e7a a terceira fase do Festival Funarte Acessibilidan\u00e7a, com a Regi\u00e3o Nordeste, representada por sete espet\u00e1culos. Na quarta-feira, 28 de julho, \u00e0s 20h, o espet\u00e1culo\u00a0Estado de Apneia, do Rio Grande do Norte, abre a temporada, seguido pela montagem de Pernambuco,\u00a0Ensaio sobre o Sil\u00eancio, no dia 4 de agosto.\u00a0Mar\u00e9 &#8211; Vers\u00e3o&hellip; <a class=\"more-link\" href=\"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/?p=252099\">Continuar lendo <span class=\"screen-reader-text\">Festival de dan\u00e7a exibe espet\u00e1culos premiados do Nordeste em v\u00eddeos com audiodescri\u00e7\u00e3o e Libras<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":89,"featured_media":252105,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"class_list":["post-252099","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-danca","entry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/252099","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/89"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=252099"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/252099\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":252104,"href":"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/252099\/revisions\/252104"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/252105"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=252099"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=252099"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=252099"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}