{"id":32095,"date":"2012-01-31T15:54:06","date_gmt":"2012-01-31T17:54:06","guid":{"rendered":"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/?p=32095"},"modified":"2012-01-31T16:56:51","modified_gmt":"2012-01-31T18:56:51","slug":"vencedores-do-premio-funarte-de-arte-contemporanea-2011-realizam-exposicoes-simultaneas-em-belo-horizonte","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/?p=32095","title":{"rendered":"Vencedores do Pr\u00eamio Funarte de Arte Contempor\u00e2nea 2011 em Exposi\u00e7\u00f5es Simult\u00e2neas"},"content":{"rendered":"<p>A Funarte, o Minist\u00e9rio da Cultura e o Governo Federal apresentam o segundo ciclo de exposi\u00e7\u00f5es dos projetos contemplados pelo Pr\u00eamio Funarte de Artes Visuais 2011, em Belo Horizonte. No dia 02 de fevereiro de 2012, ser\u00e3o inauguradas simultaneamente na Funarte MG as mostras \u201cCampos Migrat\u00f3rios\u201d, de Daniel Escobar e \u201cAmaz\u00f4nia, Esfinge\u201d, de S\u00e1vio Stoco. As exposi\u00e7\u00f5es, que t\u00eam entradas gratuitas, ficam em cartaz at\u00e9 o dia 02 de mar\u00e7o, e podem ser visitadas de segunda \u00e0 sexta-feira, de 10h \u00e0s 18h.\u00a0<\/p>\n<p>O Pr\u00eamio Funarte de Arte Contempor\u00e2nea 2011 teve como objetivo estimular a multiplicidade e a diversidade de linguagens e tend\u00eancias em suas variadas modalidades e promover reflex\u00e3o e interc\u00e2mbio nas artes visuais. No total, 123 artistas se inscreveram no Pr\u00eamio, seis projetos foram contemplados e receberam aporte financeiro de R$ 40 mil, cada.\u00a0<\/p>\n<p>Renata Moreira Marquez, professora de an\u00e1lise cr\u00edtica da arte da UFMG e curadora do MAP, foi uma das juradas e explica alguns crit\u00e9rios levados em considera\u00e7\u00e3o para a escolha dos projetos e realiza\u00e7\u00e3o das exposi\u00e7\u00f5es simult\u00e2neas. \u201cO car\u00e1ter investigativo das propostas e a rela\u00e7\u00e3o delas com quest\u00f5es atuais, do mundo pol\u00edtico e geogr\u00e1fico foram determinantes na escolha dos projetos vencedores. Tanto em \u2018Campos Migrat\u00f3rios\u2019, como em \u2018Amaz\u00f4nia, Esfinge\u2019 \u00e9 not\u00f3rio como a subjetividade lida com as quest\u00f5es geopol\u00edticas. S\u00e3o trabalhos que repensam os espa\u00e7os expositivos e a rela\u00e7\u00e3o da arte com o mundo\u201d, destaca.\u00a0<\/p>\n<p><strong>Daniel Escobar\u00a0| &#8220;Campos Migrat\u00f3rios&#8221;<\/strong><\/p>\n<div class=\"mceTemp\"><strong>\u00a0<\/strong><\/div>\n<figure id=\"attachment_32116\" aria-describedby=\"caption-attachment-32116\" style=\"width: 276px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a rel=\"attachment wp-att-32116\" href=\"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/artes-visuais\/vencedores-do-premio-funarte-de-arte-contemporanea-2011-realizam-exposicoes-simultaneas-em-belo-horizonte\/attachment\/atlas-de-anatomia-urbana-76-97\/\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-32116\" title=\"Atlas de Anatomia Urbana \" src=\"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/wp-content\/uploads\/2012\/01\/Atlas-de-Anatomia-Urbana-76-97-276x254.jpg\" alt=\"\" width=\"276\" height=\"254\" \/><\/strong><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-32116\" class=\"wp-caption-text\">Atlas de Anatomia Urbana <\/figcaption><\/figure>\n<p>Um mapa extra\u00eddo do Google Map \u00e9 desenhado sobre a parede a partir do ac\u00famulo de fitas adesivas. Guias tur\u00edsticos t\u00eam seus mapas, imagens e cen\u00e1rios transformados em cartografias labir\u00ednticas e ficcionais. M\u00e1quinas fragmentadoras reconstroem um mapa da cidade com tiras de papel. Letreiros luminosos extra\u00eddos da pr\u00f3pria cidade anunciam: SONHO. A ideia \u00e9 relacionar a palavra seja com a mobiliza\u00e7\u00e3o pelo sonho de consumo dos grandes centros urbanos, seja pelas cidades dos sonhos, em um universo cada vez mais imediatista, em que a publicidade torna-se uma ferramenta cada vez mais sedutora.\u00a0<\/p>\n<p>O processo de produ\u00e7\u00e3o das obras cria diferentes camadas de di\u00e1logo entre a cidade e o espa\u00e7o expositivo. Se por um lado \u00e9 poss\u00edvel identificar a presen\u00e7a de obras que tomam como ponto de partida o pr\u00f3prio ponto de localiza\u00e7\u00e3o da Funarte no mapa urbano, por outro existem trabalhos que deslocam para este espa\u00e7o, fragmentos da pr\u00f3pria cidade, extra\u00eddos de pontos distintos a partir de um processo de trocas e negocia\u00e7\u00f5es.\u00a0<\/p>\n<p>O projeto tem o acompanhamento da cr\u00edtica de arte Jana\u00edna Melo (Curadora de Arte e Educa\u00e7\u00e3o do Inhotim). Sobre o conceito da mostra ela destaca: \u201cCampos Migrat\u00f3rios investiga as rela\u00e7\u00f5es de migra\u00e7\u00e3o, mobilidade e resid\u00eancia. As cidades hoje convidam a uma nova experi\u00eancia do espa\u00e7o urbano na qual habitar implica numa viv\u00eancia ativada pela descoberta de um espa\u00e7o em constante movimento e transforma\u00e7\u00e3o. Na cena urbana no\u00e7\u00f5es de repouso, pertencimento ou mem\u00f3ria d\u00e3o lugar a ocupa\u00e7\u00f5es tempor\u00e1rias, apropria\u00e7\u00f5es e fluxos que geram sempre novas territorialidades.\u201d\u00a0<\/p>\n<p><strong>Destaques<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p><strong>\u00a0\u201cAtlas de Anatomia Urbana\u201d,<\/strong> 2011. O trabalho toma como ponto de partida a fragmenta\u00e7\u00e3o do mapa da cidade em regi\u00f5es para sua apresenta\u00e7\u00e3o em um guia tur\u00edstico. Atrav\u00e9s dos recortes estes fragmentos passam a ser reagrupados provocando cruzamentos entre as p\u00e1ginas do livro e criando novos desenhos urbanos. Este processo de \u201cescava\u00e7\u00e3o\u201d acaba trazendo elementos do interior do\u00a0livro para a superf\u00edcie, criando uma esp\u00e9cie de trama entre as p\u00e1ginas que impossibilita o ato de folhear e confere um car\u00e1ter escult\u00f3rico ao objeto.\u00a0<\/p>\n<p>J\u00e1 em <strong>Scroll Bar<\/strong> um mapa que localiza a Funarte MG e seu entorno imediato na cidade de Belo Horizonte \u00e9 obtido no Google Maps. A imagem \u00e9 projetada diretamente sobre a parede da galeria e, em seguida, o mapa \u00e9 redesenhado atrav\u00e9s da sobreposi\u00e7\u00e3o de fitas adesivas de diferentes cores, que constroem o tra\u00e7ado urbano fisicamente sobre a parede. As bordas que delimitam o mapa s\u00e3o finalizadas com os rolos de fita, fazendo uma alus\u00e3o \u00e0 barra de rolagem utilizada no sistema de visualiza\u00e7\u00e3o de mapas pela internet ou GPS. No entanto, contrariando toda a l\u00f3gica rigorosa de constru\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio desenho sobre a parede, os rolos em aberto sinalizam para a possibilidade de expans\u00e3o descontrolada deste mapa, uma vez que n\u00e3o existe um desenho pr\u00e9-estabelecido para a continuidade da \u00e1rea vis\u00edvel.\u00a0<\/p>\n<p>Destaque tamb\u00e9m para a instala\u00e7\u00e3o <strong>\u201cContinuous\u201d<\/strong>, 2012. O trabalho consiste em uma instala\u00e7\u00e3o de grandes dimens\u00f5es, composta por cinco m\u00e1quinas fragmentadoras de papel (equipamento comumente utilizado em escrit\u00f3rios), e cinco bobinas de papel branco que ser\u00e3o parcialmente processadas por estas m\u00e1quinas, gerando um ac\u00famulo de tiras de papel. No centro da instala\u00e7\u00e3o, as tiras de papel vindas de diferentes dire\u00e7\u00f5es, constroem uma trama que redesenha a malha urbana da parte planejada da cidade de belo Horizonte. A instala\u00e7\u00e3o se espalha pelo espa\u00e7o expositivo de acordo com o croqui apresentado e o papel branco vai acumulando poeira ao longo do per\u00edodo de exposi\u00e7\u00e3o.\u00a0<\/p>\n<p><strong>DANIEL ESCOBAR<\/strong> nasceu em 1982 na cidade de Santo \u00c2ngelo (RS), vive e trabalha em Belo Horizonte (MG).\u00a0 Formado em Artes Visuais pelo Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Escobar recebeu importantes premia\u00e7\u00f5es como Pr\u00eamio Funarte de Arte Contempor\u00e2nea, Bolsa Pampulha, Pr\u00eamio Fiat Mostra Brasil e Pr\u00eamio A\u00e7orianos de Artes Pl\u00e1sticas. Suas obras j\u00e1 foram exibidas em diversos museus e institui\u00e7\u00f5es incluindo o Goethe-Institut em Porto Alegre, o Museu Lasar Segall em S\u00e3o Paulo, o Museu de Arte do Rio Grande do Sul, o Museu de Arte da Pampulha em Belo Horizonte e o Museu de Arte Contempor\u00e2nea de Curitiba. Escobar possui obras em importantes acervos institucionais como Museu de Arte do Rio Grande do Sul, Funda\u00e7\u00e3o Iber\u00ea Camargo e Museu de Arte Contempor\u00e2nea de Curitiba. O artista \u00e9 representado pela RH Gallery, em New York.\u00a0 <a href=\"http:\/\/www.danielescobar.com.br\/\">www.danielescobar.com.br<\/a>\u00a0<\/p>\n<p><strong><strong>S\u00e1vio Stoco\u00a0<\/strong>| \u201cAmaz\u00f4nia, Esfinge\u201d <\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>Exposi\u00e7\u00e3o de estreia de S\u00e1vio Stoco reflete sobre a paisagem amaz\u00f4nica ao mesclar t\u00e9cnicas, refer\u00eancias das artes amazonenses e critica pr\u00e1ticas dos grandes centros urbanos da regi\u00e3o.\u00a0\u00a0<\/p>\n<p>Uma pintura de paisagem natural amaz\u00f4nica de grandes dimens\u00f5es pendurada na recep\u00e7\u00e3o de um hotel. Passando na frente dessa paisagem tradicional, feita pelo pintor amazonense Moacir Andrade, uma figura masculina de costas, mal focada com camisa social, fazendo um movimento girat\u00f3rio incompreens\u00edvel com as m\u00e3os, pr\u00f3ximo a uma impressora. A composi\u00e7\u00e3o fotogr\u00e1fica ins\u00f3lita pretende sugerir uma narrativa obl\u00edqua e inconclusa. \u00c9 a alegoria visual que abre a exposi\u00e7\u00e3o &#8220;Amaz\u00f4nia, Esfinge&#8221;, composta por mais seis conjuntos formados por imagens\/objetos.\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0&#8220;Durante o trabalho de produ\u00e7\u00e3o das obras e sele\u00e7\u00e3o para a montagem, achei que essa imagem n\u00e3o poderia faltar porque sugere o enigma deste espa\u00e7o brasileiro t\u00e3o desconhecido que me propus a investigar e reorganizar visualmente&#8221;, disse o artista, paulista radicado em Manaus desde a inf\u00e2ncia e que tem neste trabalho sua primeira exposi\u00e7\u00e3o de artes visuais individual.\u00a0<\/p>\n<p>Em seguida, a mostra d\u00e1 destaque \u00e0 obra de maior dimens\u00e3o da exposi\u00e7\u00e3o,<strong> &#8220;Espelho&#8221;<\/strong> , composta por duas colunas em forma de &#8220;U&#8221;, com dois metros de altura cada. Em cada uma delas foram fixadas duas imagens fotogr\u00e1ficas que buscam a experi\u00eancia escultural, tridimensional. A visualidade prop\u00f5e um jogo de dentro e fora, tanto na forma da coluna (lado externo e interno do &#8220;U&#8221;), como no conte\u00fado das duas imagens que foram fixadas e dobradas acompanhando a forma das colunas. Uma fotografia tem um muro que se dobra para incluir em seu interior uma \u00fanica \u00e1rvore; e a outra \u00e9 como uma imagem espelhar: um muro se dobra para excluir uma \u00e1rvore do seu interior. &#8220;Espelho&#8221; mescla a exuber\u00e2ncia da figura\u00e7\u00e3o natural com a urbana, di\u00e1logo que perpassa todas as obras da mostra.\u00a0<\/p>\n<p>Formado por tr\u00eas obras, o conjunto <strong>\u201cPerformance\u201d <\/strong>reutiliza a mesma pintura de Moacir Andrade que agora \u00e9 transformada em objeto-fetiche que o artista tentou reproduzir \u00e0 l\u00e1pis em tamanho natural. Em seguida, observa-se outra paisagem amaz\u00f4nica em grafite, agora produzida por um artista popular e que teve parte apagada por S\u00e1vio Stoco. O \u00faltimo quadro mostra uma borracha escolar branca solit\u00e1ria em uma moldura toda branca.\u00a0<\/p>\n<p>O conjunto que pretende mais intera\u00e7\u00e3o com o espa\u00e7o expositivo est\u00e1 no trio de fotografias em que o tema urbano \u00e9 bastante explorado e pr\u00e1ticas observadas na capital amazonense s\u00e3o criticadas. Em<strong> &#8220;\u00c1rvore&#8221;,<\/strong> vemos uma fotografia emoldurada tradicionalmente, por\u00e9m localizada rente ao ch\u00e3o como est\u00e1 disposto o peda\u00e7o de tronco de \u00e1rvore robusto na imagem fotogr\u00e1fica que serve de aparador para uma pequena \u00e1rvore de Natal.\u00a0<\/p>\n<p>Em<strong> &#8220;Condicionado&#8221;<\/strong> , a imagem que de um tronco cortado ainda enraizado, todo acimentado ao redor, foi disposta muito pr\u00f3xima do aparelho de ar condicionado do interior da galeria, j\u00e1 que a fotografia tamb\u00e9m exibe em sua parte superior um aparelho de mesmo tipo, t\u00e3o comum nos ambientes internos de Manaus.\u00a0<\/p>\n<p>J\u00e1 em <strong>&#8220;Estacionamento&#8221;<\/strong> , nos deparamos apenas com uma folha de papel A4, simples, contendo uma mensagem orientando ao observador procurar a obra no estacionamento de carros na frente da Funarte MG. A mensagem \u00e9 acompanhada de uma reprodu\u00e7\u00e3o prec\u00e1ria da fotografia que dever\u00edamos estar observando. A fotografia mostra outra \u00e1rvore cortada em destaque, pr\u00f3xima a um carro estacionado e se remete \u00e0 grandiosa frota de carros particulares nos grandes centros da Amaz\u00f4nia. &#8220;S\u00e3o detalhes marginais nas fotografias, mas que acabaram guiando as escolhas para compor essas maneiras espec\u00edficas de exposi\u00e7\u00e3o e consequentemente das leituras&#8221;, explica S\u00e1vio Stoco.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0<\/p>\n<p>&#8220;Amazonas, Esfinge&#8221; contou com acompanhamento criativo do artista acreano, radicado em Manaus, Roberto Evangelista, um dos principais nomes regionais reconhecido nos circuitos de arte contempor\u00e2nea brasileira, com mostras no exterior.\u00a0<\/p>\n<p>A exposi\u00e7\u00e3o \u00e9 dedicada ao antrop\u00f3logo Etienne Samain, professor do Instituto de Artes da Unicamp e ao comunic\u00f3logo Tom Z\u00e9 (Ant\u00f4nio Jos\u00e9 Vale da Costa), professor do departamento de Comunica\u00e7\u00e3o Social da Universidade Federal do Amazonas (Ufam). &#8220;A sensibiliza\u00e7\u00e3o direcionada \u00e0 reflex\u00e3o por imagens que o primeiro promove em suas disciplinas na p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o, nortearam boa parte dos processos criativos. J\u00e1 o segundo foi definitivo nos primeiros contatos e envolvimento com a fotografia\u201d, disse o artista.\u00a0<\/p>\n<p><strong>S\u00c1VIO STOCO<\/strong> graduado em Comunica\u00e7\u00e3o Social &#8211; Jornalismo pela Universidade Federal do Amazonas (2008). Especialista em Artes Visuais: Cultura e Cria\u00e7\u00e3o (Senac) e em Produ\u00e7\u00e3o, Dire\u00e7\u00e3o e Cria\u00e7\u00e3o em Cinema (Uninorte). Pesquisador integrante do N\u00facleo de Antropologia Visual (Navi) da Universidade Federal do Amazonas (Ufam); com o qual j\u00e1 realizou produ\u00e7\u00e3o e curadoria da Mostra Amaz\u00f4nica do Filme Etnogr\u00e1fico. Em 2010 ganhou a Bolsa Funarte Reflex\u00e3o Cr\u00edtica em M\u00eddias Digitais para realizar a pesquisa &#8220;H\u00edbridos &#8211; A Imagem Digital nas Artes Amazonenses&#8221;. Desde 2008 integra o Coletivo Difus\u00e3o, grupo de artes integradas de Manaus integrante co Circuito Fora do Eixo com o qual desenvolve grande parte de sua produ\u00e7\u00e3o videogr\u00e1fica, como o curta-metragem documental Janela para o Outro \u2013 Homenagem a Narciso Lobo, co-dire\u00e7\u00e3o com Michelle Andrew, Pr\u00eamio do J\u00fari no Amazonas Film Festival 2009. Em 2011 cursou disciplinas como aluno especial e ouvinte no programa de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o Meios e Processos Audiovisuais da Escola de Comunica\u00e7\u00e3o de Artes (ECA) da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP) e no programa Multimeios do Instituto de Artes da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). No mesmo foi vencedor do Pr\u00eamio Funarte de Arte Contempor\u00e2nea, Pr\u00eamio de Artes Visuais Viva da Funda\u00e7\u00e3o Municipal de Cultura (Manauscult), Pr\u00eamio Especial do J\u00fari no Amazonas Film Festival, com o document\u00e1rio ensa\u00edstico Rito de Morte, Pr\u00eamio Djalma Limongi de Audiovisual (Manauscult), Pr\u00eamio Narciso Lobo de Literatura (Manauscult) e Men\u00e7\u00e3o honrosa no Pr\u00eamio Cosme Alves Neto de Ensaio de Cinema no Pr\u00eamio Liter\u00e1rio Cidade de Manaus.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0<\/p>\n<p><strong>Servi\u00e7o\u00a0<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p><strong>Campos Migrat\u00f3rios &#8211; Daniel Escobar<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p><strong>Amaz\u00f4nia, Esfinge &#8211; S\u00e1vio Stoco<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p><strong>Abertura: quinta-feira, 02 de fevereiro, \u00e0s 19h<br \/>\nExposi\u00e7\u00e3o: De 02 de fevereiro a 02 de mar\u00e7o de 2012<br \/>\nLocal: Funarte MG<br \/>\nEndere\u00e7o: Rua Janu\u00e1ria, 68, Floresta, Belo Horizonte<br \/>\nHor\u00e1rio: Segunda a sexta das 10 \u00e0s 18h<br \/>\nInforma\u00e7\u00f5es: <\/strong><a href=\"mailto:funartemg@funarte.gov.br\"><strong>funartemg@funarte.gov.br<\/strong><\/a><br \/>\n<strong>Telefones: (31) 3213-3084 e (31) 3213-7112<br \/>\nEntrada Gratuita<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p><strong><span style=\"text-decoration: underline;\">Contato para Imprensa<\/span>\u00a0<br \/>\nPessoa Comunica\u00e7\u00e3o e Relacionamento LTDA.<br \/>\nGabriel &#8211; Telefone: (31) 3485-7875 &#8211; Skype: pessoacom &#8211; E-mail: <\/strong><a href=\"mailto:imprensa@pessoacomunicacao.com.br\"><strong>imprensa@pessoacomunicacao.com.br<\/strong><\/a><strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Funarte, o Minist\u00e9rio da Cultura e o Governo Federal apresentam o segundo ciclo de exposi\u00e7\u00f5es dos projetos contemplados pelo Pr\u00eamio Funarte de Artes Visuais 2011, em Belo Horizonte. No dia 02 de fevereiro de 2012, ser\u00e3o inauguradas simultaneamente na Funarte MG as mostras \u201cCampos Migrat\u00f3rios\u201d, de Daniel Escobar e \u201cAmaz\u00f4nia, Esfinge\u201d, de S\u00e1vio Stoco.&hellip; <a class=\"more-link\" href=\"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/?p=32095\">Continuar lendo <span class=\"screen-reader-text\">Vencedores do Pr\u00eamio Funarte de Arte Contempor\u00e2nea 2011 em Exposi\u00e7\u00f5es Simult\u00e2neas<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":30,"featured_media":32105,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[],"class_list":["post-32095","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artes-visuais","entry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/32095","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/30"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=32095"}],"version-history":[{"count":18,"href":"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/32095\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":32108,"href":"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/32095\/revisions\/32108"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/32105"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=32095"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=32095"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=32095"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}