{"id":73421,"date":"2015-01-30T17:45:02","date_gmt":"2015-01-30T19:45:02","guid":{"rendered":"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/?p=73421"},"modified":"2015-01-30T18:04:26","modified_gmt":"2015-01-30T20:04:26","slug":"%e2%80%98caminhos-do-coco%e2%80%99-ocupa-a-galeria-mario-schenberg-na-funarte-sp","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/?p=73421","title":{"rendered":"\u2018Caminhos do Coco\u2019 ocupa a Galeria Mario Schenberg na Funarte SP"},"content":{"rendered":"<p><strong> <\/strong><\/p>\n<p><strong><em> <\/em> <\/strong><\/p>\n<p><strong> <\/strong><\/p>\n<p>Entre os dias 2 e 14 de fevereiro, a Funarte-SP recebe a exposi\u00e7\u00e3o fotogr\u00e1fica <em>Caminhos do Coco<\/em>. A mostra re\u00fane 36 fotos feitas por Felipe Scapino e objetos coletados durante a viagem do artista, que percorreu seis estados do nordeste brasileiro, para documentar os rumos que esse ritmo da cultura popular ganhou pela regi\u00e3o desde a sua origem.<\/p>\n<p>Na abertura da exposi\u00e7\u00e3o, \u00e0s 20h, no Circo Tenda, haver\u00e1 show do grupo Bongar, de Pernambuco, que tamb\u00e9m faz parte do projeto. A mostra <em>Caminhos do Coco<\/em> estar\u00e1 na Galeria Mario Schenberg do Complexo Cultural Funarte. A entrada \u00e9 gratuita.<\/p>\n<p>O projeto do coletivo Ganz\u00e1 foi contemplado com o Pr\u00eamio Funarte de Arte Negra\/2012, com apoio da Secretaria de Pol\u00edticas de Promo\u00e7\u00e3o da Igualdade Racial (SEPPIR) e MinC.<\/p>\n<p>Inicialmente composto de uma exposi\u00e7\u00e3o fotogr\u00e1fica e um document\u00e1rio de longa-metragem sobre o ritmo e a dan\u00e7a, o projeto tem como objetivo divulgar os mestres, visando o reconhecimento que merecem por sua arte. As varia\u00e7\u00f5es e os mestres de coco s\u00e3o muitos, mas o <em>Caminhos do Coco<\/em> mostra um bonito recorte desses artistas populares, sejam eles do sert\u00e3o ou do litoral nordestino.<\/p>\n<p>No total, seis estados participam do projeto \u2013 Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Para\u00edba e Cear\u00e1 \u2013, que contou com a participa\u00e7\u00e3o de oito mestres e\/ou grupos de variadas formas de se fazer o coco.<\/p>\n<p><strong>Ficha t\u00e9cnica:<br \/>\n<\/strong>Joice Temple &#8211; dire\u00e7\u00e3o, roteiro e montagem<br \/>\nHugo Marques &#8211; produ\u00e7\u00e3o executiva e montagem<br \/>\nJuliana Amorim &#8211; assist\u00eancia de dire\u00e7\u00e3o e produ\u00e7\u00e3o<br \/>\nFelipe Scapino &#8211; dire\u00e7\u00e3o de fotografia<br \/>\nKelly Santos &#8211; pesquisa e produ\u00e7\u00e3o<br \/>\nRenan Vasconcelos &#8211; dire\u00e7\u00e3o de som<br \/>\nCau\u00ea Bravim &#8211; finaliza\u00e7\u00e3o<br \/>\nOmar Sanchez &#8211; arte e produ\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p><strong><em>Contato:<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>facebook.com\/caminhosdococo<br \/>\ncoletivoganza@gmail.com<\/em><\/p>\n<p><strong>Grupos apresentados:<\/strong><\/p>\n<p>Segue abaixo um resumo dos grupos e mestres presentes no projeto.<\/p>\n<p><strong>Samba de coco da Barra dos Coqueiros (Sergipe)<\/strong><\/p>\n<p>Iniciado h\u00e1 30 anos a partir de um grupo de idosos da regi\u00e3o, o Coco de Roda da Barra dos Coqueiros hoje tem 20 integrantes, a maioria da terceira idade. A coordenadora do grupo \u00e9 Iolanda Oliveira, de 77 anos. O diferencial do grupo de dona Iolanda \u00e9 a simpatia, o luxo dos figurinos e a riqueza das coreografias. Quando apresentados, primeiro mostram o samba de pareia e, depois, dispostos em c\u00edrculos e aos pares, os brincantes trocam de lugares, da direita para a esquerda e vice-versa. J\u00e1 foram \u00e0 Bras\u00edlia, Olinda, Fortaleza, e no Festival do Folclore de Ol\u00edmpia (SP). Todos os festivais que t\u00eam em Sergipe, eles est\u00e3o l\u00e1 \u201cbrincando\u201d, como costumam falar.<\/p>\n<p><strong> <\/strong><\/p>\n<p><strong>Coco de roda do Mestre Nelson Rosa (Arapiraca &#8211; Alagoas)<\/strong><\/p>\n<p>O Mestre Nelson Rosa, 81 anos, comp\u00f5e o Registro do Patrim\u00f4nio Vivo, da Secretaria de Cultura do Estado de Alagoas, desde 13 de maio de 2005. Ele tamb\u00e9m coordena, desde 1990, o grupo das Destaladeiras de Fumo de Arapiraca, que re\u00fane 10 senhoras cantadeiras. Talentoso poeta popular e inspirado embolador, \u00e9 quem lidera o seu grupo folcl\u00f3rico h\u00e1 mais de trinta anos. \u00c9 um homem simples, apegado ao amanh\u00e3 da terra onde nasceu, numa zona rural, e vive, at\u00e9 hoje, cercado por seus familiares, no Povoado Fernandes.<\/p>\n<p>As primeiras apresenta\u00e7\u00f5es aconteciam apenas entre familiares, onde dan\u00e7avam seus filhos, sobrinhos, primos, cunhados e amigos. Mais adiante, seus filhos foram casando e afastando-se do coco, sendo substitu\u00eddos pelos vizinhos, e a dan\u00e7a foi continuando, agora, com apresenta\u00e7\u00f5es em Festivais de Folclore, Semana da Cultura, Festas Juninas e eventos al\u00e9m das fronteiras.<\/p>\n<p>\u201cUm mestre \u00e9 algu\u00e9m que de tanto saber n\u00e3o cabe mais em si e tem que dividir com outras pessoas\u201d, frase de Adriana Millet, em 2010, se referindo ao Mestre Nelson Rosa, enquanto orientava o encontro com o Mestre, num evento de contadores de hist\u00f3ria.<\/p>\n<p><em> <\/em><\/p>\n<p><em> <\/em><strong> <\/strong><\/p>\n<p><strong> <\/strong><\/p>\n<p><strong> <\/strong><\/p>\n<p><strong>Coco de Tebei (Tacaratu \u2013 Pernambuco)<\/strong><\/p>\n<p>Tebei \u00e9 o nome dado ao coco cantado e dan\u00e7ado pela comunidade Olho d\u2019\u00c1gua do Bruno (Tacaratu \/ PE), com a inten\u00e7\u00e3o de aplainar o ch\u00e3o de barro de uma casa cuja constru\u00e7\u00e3o est\u00e1 sendo finalizada. N\u00e3o h\u00e1 instrumentos musicais no Coco de Tebei, que mant\u00e9m esta tradi\u00e7\u00e3o de m\u00fasica e dan\u00e7a h\u00e1 mais de 100 anos, pouco difundida em outras regi\u00f5es do estado. Este tipo de coco s\u00f3 \u00e9 cantado em poucas comunidades do sert\u00e3o Pernambucano. A primeira documenta\u00e7\u00e3o a respeito foi feita em 1938, como parte da miss\u00e3o de pesquisas folcl\u00f3ricas, coordenada por M\u00e1rio de Andrade. A equipe do pesquisador passou por Tacaratu, onde documentou o roj\u00e3o-de-ro\u00e7a e o tebei, ritmos de tradi\u00e7\u00e3o oral. O Coco de Tebei j\u00e1 se apresentou em diversas cidades do Brasil. O grupo lan\u00e7ou seu primeiro CD-DVD , <em>Eu tiro o couro do dan\u00e7ador<\/em>, em 2008.<\/p>\n<p><em> <\/em><\/p>\n<p><em> <\/em><em> <\/em><\/p>\n<p><strong> <\/strong><\/p>\n<p><strong>Bongar (Quilombo do Port\u00e3o do Gelo \u2013 Olinda \u2013 Pernambuco)<\/strong><\/p>\n<p>O Bongar \u00e9 composto por seis jovens integrantes do terreiro Xamb\u00e1, do Quilombo do Port\u00e3o do Gelo, em Olinda. Tem como prop\u00f3sito levar aos palcos a tradicional Festa do Coco da Xamb\u00e1, realizada na comunidade h\u00e1 mais de 40 anos, no dia 29 de junho. Um trabalho voltado para a preserva\u00e7\u00e3o e divulga\u00e7\u00e3o da cultura pernambucana. Sua forte musicalidade, advinda de diversas influ\u00eancias musicais vivenciadas nos cultos afro-brasileiros, principalmente da linhagem Xamb\u00e1, \u00e9 heran\u00e7a deixada desde a inf\u00e2ncia aos integrantes do Bongar. Os mais velhos ensinaram os toques, as loas e as dan\u00e7as durante as festas da Casa Xamb\u00e1. Em 2006, o Bongar gravou seu primeiro CD em 29 de junho. Seu segundo disco, intitulado <em>Ch\u00e3o Batido Coco Pisado<\/em>, foi lan\u00e7ado em 2009. Em 2014, come\u00e7aram a grava\u00e7\u00e3o do terceiro CD. O grupo gravou em junho de 2012 seu primeiro DVD, <em>Festa de Terreiro<\/em>, com a participa\u00e7\u00e3o do coro da comunidade Xamb\u00e1, e m\u00fasicos como Benjamim Taubkin. Em 13 anos de estrada, o Bongar participou de grandes festivais e eventos, dentro e fora do Brasil.<em> <\/em><em> <\/em><em> <\/em><\/p>\n<p><strong>Dona Selma do Coco (Olinda \u2013 Pernambuco)<\/strong><\/p>\n<p>Nascida na regi\u00e3o da Mata de Pernambuco, Selma travou conhecimento com a m\u00fasica tradicional pernambucana, em especial o coco de roda, desde a inf\u00e2ncia, nas festas juninas que frequentava com seus pais. Aos 10 anos, mudou-se com a fam\u00edlia para Recife. Casou-se muito jovem e, aos 30 anos, depois de ter 14 filhos, ficou vi\u00fava. Passou 15 anos no bairro da Mustardinha, ainda em Recife. De l\u00e1, foi morar em Olinda, onde vendia tapioca. Para atrair os turistas e aumentar as vendas, cantava o coco enquanto trabalhava. Nos anos 90, foi descoberta pelos jovens do movimento Manguebeat, como Chico Science, que come\u00e7aram a elogiar suas m\u00fasicas. Em 1996, apresentou-se pela primeira vez para um grande p\u00fablico, no festival Abril Pro Rock. No ano seguinte, seu coco <em>A Rolinha<\/em> fez sucesso no carnaval de Recife e Olinda. Gravou seu primeiro CD, <em>Minha Hist\u00f3ria<\/em>, em 1998, com m\u00fasicas compostas em parceria com seu filho Zezinho. A grava\u00e7\u00e3o lhe valeu no ano seguinte o Pr\u00eamio Sharp. Nos anos seguintes, apresentou-se no Festival Lincoln Center, em Nova York, e no Festival de Jazz de Nova Orleans, al\u00e9m de fazer shows na Alemanha, Fran\u00e7a, B\u00e9lgica, Espanha, Su\u00ed\u00e7a e Portugal. \u00c9 um dos Patrim\u00f4nios Vivos de Pernambuco, hoje com 79 anos.<strong> <\/strong><\/p>\n<p><em> <\/em><\/p>\n<p><strong> <\/strong><\/p>\n<p><strong> <\/strong><\/p>\n<p><strong>Coco de Zamb\u00ea do Mestre Geraldo (Tibau do Sul \u2013 Rio Grande do Norte)<\/strong><\/p>\n<p>Coco de Zamb\u00ea \u00e9 um ritmo nativo do Rio Grande do Norte e bem distinto das demais modalidades do coco nordestino. H\u00e1 possibilidades de ter surgido no extinto quilombo de Siba\u00fama. No lugar de pandeiro, tri\u00e2ngulo ou zabumba, utilizam dois tambores, um maior chamado de Zamb\u00ea e um menor chamado de Chama. Outro instrumento peculiar presente no Coco de Zamb\u00ea \u00e9 a lata: uma lata de tinta que com duas varinhas emitem um som agudo para acompanhar os dois tambores graves. A dan\u00e7a \u00e9 uma rever\u00eancia aos tambores e composta por homens dan\u00e7arinos, mulheres tamb\u00e9m podem dan\u00e7ar mas \u00e9 raro. Mestre Geraldo foi o revitalizador dessa manifesta\u00e7\u00e3o que estava se perdendo na regi\u00e3o. Quando pequeno, o mestre observava a manifesta\u00e7\u00e3o, pois na \u00e9poca s\u00f3 os mais velhos praticavam, ele guardou os ensinamentos e veio resgatar a cultura tempos depois. Em 1999, lan\u00e7aram o primeiro CD, <em>Zamb\u00ea cocos<\/em>, com 18 composi\u00e7\u00f5es de autoria do grupo.<em> <\/em><\/p>\n<p><strong> <\/strong><\/p>\n<p><strong> <\/strong><\/p>\n<p><strong>Coco de Roda e Ciranda de Caiana dos Criolos (Alagoa Grande \u2013 Para\u00edba)<\/strong><\/p>\n<p>No passado, segundo as integrantes do grupo, o momento de brincar ciranda e o coco de roda representava um dos poucos instantes de divers\u00e3o dos moradores de Caiana dos Crioulos. A partir da d\u00e9cada de 1990, a ciranda e o coco de roda de Caiana come\u00e7aram a ser apresentados fora da comunidade, criando-se um grupo com vestimentas pr\u00f3prias e que passou a receber pequenos cach\u00eas para se apresentar. No entanto, no mesmo per\u00edodo desse reconhecimento externo, estas manifesta\u00e7\u00f5es come\u00e7avam a perder espa\u00e7o no dia a dia da comunidade, sendo cada vez menos um elo de uni\u00e3o entre as pessoas mais jovens. O grupo, formado aproximadamente por 20 pessoas, apresenta uma forte caracter\u00edstica pol\u00edtica, educacional e de resist\u00eancia para ressaltar a import\u00e2ncia do \u201cresgate\u201d destas manifesta\u00e7\u00f5es, para que continuem sendo apreciadas e vivenciadas pelas gera\u00e7\u00f5es mais jovens. Dessa maneira, o grupo atualmente tamb\u00e9m \u00e9 composto por crian\u00e7as e jovens da comunidade. Para as mulheres do Coco de Roda e Ciranda de Caiana dos Criolos, o momento de viajar para se apresentar ou de \u201cbrincar\u201d dentro da pr\u00f3pria comunidade, \u00e9 o momento de evadir por algum tempo de boa parte das situa\u00e7\u00f5es de dificuldade, f\u00edsicas e emocionais, e se religam a um passado que no cotidiano n\u00e3o pode (mais) ser sentido, mas que \u00e9 recordado em suas pr\u00e1ticas e rememora\u00e7\u00f5es. Edite Jos\u00e9 da Silva, de 76 anos, \u00e9 a coordenadora do grupo e lideran\u00e7a comunit\u00e1ria do quilombo. Dona Edite tamb\u00e9m \u00e9 cozinheira, parteira e contadora de hist\u00f3rias.<\/p>\n<p><em> <\/em><\/p>\n<p><strong>Coco das Mulheres de Batateira (Crato \u2013 Cear\u00e1)<\/strong><\/p>\n<p>Conhecido popularmente como \u201cMulheres do Coco da Batateira\u201d por ser constitu\u00eddo na sua maioria e origem por mulheres, o grupo surgiu em 1979 por uma turma de sala do Mobral \u2013 Movimento Brasileiro de Alfabetiza\u00e7\u00e3o. O militante da cultura popular, Mestre Eloi Teles de Morais foi um dos grandes incentivadores. A trajet\u00f3ria do grupo est\u00e1 ligada aos movimentos sociais como Associa\u00e7\u00e3o de Mulheres e Sindicato de Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais do Crato. E a principal respons\u00e1vel por manter essa cultura viva \u00e9 a agricultora Edite Dias de Oliveira, 72 anos. Ela estudou at\u00e9 a oitava s\u00e9rie, mas isso n\u00e3o a impediu de ensinar moradores de Batateira a ler, escrever e a dan\u00e7ar o coco. &#8220;Uma monitora sabia cantar o coco e o esposo dela, dan\u00e7ar. Existiam mais umas tr\u00eas pessoas que sabiam dan\u00e7ar. A\u00ed, n\u00f3s come\u00e7amos a ensaiar e deu certo&#8221;, afirmou Dona Edite. Com o passar dos anos, a brincadeira ficou s\u00e9ria e o grupo se tornou um dos mais tradicionais do Nordeste. Agricultoras da regi\u00e3o do Cariri comp\u00f5em o grupo, que se re\u00fane semanalmente para cantar, dan\u00e7ar e contar hist\u00f3rias de vida. Sete mulheres do grupo se trajam como cavalheiros, enquanto outras sete se vestem como damas. O grupo tem 16 mulheres que s\u00e3o substitu\u00eddas apenas quando n\u00e3o conseguem mais dan\u00e7ar. As dan\u00e7as s\u00e3o embaladas pelas toeiras que cantam m\u00fasicas que falam do dia a dia dessas mulheres, das m\u00e3es de fam\u00edlias, donas de casa, agricultoras, av\u00f3s e tias.<\/p>\n<p><strong>Exposi\u00e7\u00e3o <em>Caminhos do Coco<\/em><\/strong><br \/>\n<strong>Abertura:<em> dia 2 de fevereiro (segunda), \u00e0s 20h<\/em><\/strong><br \/>\n<strong><br \/>\nLocal:<\/strong> Galeria Mario Schenberg\u00a0 \u2013 Complexo Cultural Funarte SP<br \/>\nAl. Nothmann, 1058 \u2013 Campos El\u00edseos, S\u00e3o Paulo (SP)<br \/>\n(pr\u00f3ximo ao metr\u00f4 Santa Cec\u00edlia)<\/p>\n<p><strong>(11) 3662-5177<\/strong><\/p>\n<p><strong>* Retirar ingresso uma hora antes do evento.<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Entre os dias 2 e 14 de fevereiro, a Funarte-SP recebe a exposi\u00e7\u00e3o fotogr\u00e1fica Caminhos do Coco. 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