{"id":76097,"date":"2015-06-10T13:27:11","date_gmt":"2015-06-10T16:27:11","guid":{"rendered":"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/?p=76097"},"modified":"2015-06-10T13:53:59","modified_gmt":"2015-06-10T16:53:59","slug":"seminario-da-politica-nacional-das-artes-aborda-artes-visuais-livro-e-leitura-e-musica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/?p=76097","title":{"rendered":"Semin\u00e1rio sobre Pol\u00edtica Nacional das Artes aborda artes visuais, livro e leitura e m\u00fasica"},"content":{"rendered":"<p>No dia 9 de junho, ter\u00e7a-feira, a partir das 14h30, o Minist\u00e9rio da Cultura e a Funda\u00e7\u00e3o Nacional de Artes \u2013 Funarte realizaram a segunda mesa do Semin\u00e1rio de Lan\u00e7amento do Processo de Elabora\u00e7\u00e3o da Pol\u00edtica Nacional das Artes (PNA), no Pal\u00e1cio Gustavo Capanema \u2013 sede dessas institui\u00e7\u00f5es no Rio de Janeiro. As exposi\u00e7\u00f5es tiveram como tema os planos setoriais de artes visuais, livro e Leitura e m\u00fasica.<\/p>\n<p>Compuseram a mesa representantes dos colegiados setoriais dessas linguagens art\u00edsticas \u2013 os grupos, que participam do Conselho Nacional de Pol\u00edticas Culturais (CNPC), s\u00e3o formados por representantes da sociedade civil e por t\u00e9cnicos. Artistas articuladores do debate nacional, ligados \u00e0s v\u00e1rias \u00e1reas abordadas, tamb\u00e9m participaram do di\u00e1logo. A mesa antecedeu a de circo, dan\u00e7a e teatro, realizada a partir das 17h.<\/p>\n<p>Pelo Colegiado Setorial de M\u00fasica, falaram Amilson Godoy (representante da \u00e1rea de m\u00fasica cl\u00e1ssica) e\u00a0Val Macambira (m\u00fasica popular). A fala do Colegiado Setorial do Livro, Leitura e Literatura ficou a cargo de Mileide Flores. O Colegiado Setorial de Artes Visuais foi representado por Davy Alexandrisky.\u00a0Os articuladores presentes foram Cac\u00e1 Machado (m\u00fasica), S\u00e9rgio Cohn (literatura) e Jaqueline Medeiros (artes visuais). A mesa teve a media\u00e7\u00e3o de Eul\u00edcia Esteves, servidora da Coordena\u00e7\u00e3o de M\u00fasica Popular da Funarte. Estavam na plateia o presidente da Funarte, Francisco Bosco, entre outros diretores e coordenadores dos v\u00e1rios setores da Casa; bem como autoridades do Minist\u00e9rio da Cultura; representantes dos diversos colegiados setoriais; e\u00a0artistas, em geral.<\/p>\n<p>Logo ap\u00f3s o t\u00e9rmino dos debates, foi realizada a performance art\u00edstica\u00a0<em>Abrigo Mar<\/em>, de Franklin Cassaro, com Vanessa Arruda; e uma\u00a0mostra de\u00a0videoarte, com\u00a0obras de Rog\u00e9rio Nunes, Berna Reale, Coletivo \u00c0 Deriva e do projeto\u00a0<em>Bola na Rede <\/em>(Funarte).<\/p>\n<p>Eul\u00edcia Ribeiro abriu a mesa. \u201cNosso ponto de partida s\u00e3o os planos setoriais das artes, que apontam diretrizes para a Pol\u00edtica Nacional. Mas precisamos refletir sobre esses documentos, at\u00e9 porque eles foram produzidos em outro momento hist\u00f3rico\u201d, comentou a servidora da Funarte. \u201cEstamos felizes porque as pessoas atenderam ao convite de nos ajudar a construir essa pol\u00edtica de uma forma democr\u00e1tica\u201d.<\/p>\n<p><strong>Livro, leitura, literatura e bibliotecas<\/strong><\/p>\n<p>A Diretora Vice-Presidente da Associa\u00e7\u00e3o Nacional de Livrarias, livreira e agitadora cultural Mileide flores destacou que representava a fala coletiva do Colegiado Setorial do Livro, Leitura e Literatura &#8211; 2012\/2014. Dizendo que o grupo acrescentou o tema \u201cbibliotecas\u201d \u00e0s pautas, a livreira parabenizou a Funarte e o MinC pelo debate e afirmou: \u201cOs planos setoriais de cultura s\u00e3o apresentados hoje como apenas um ac\u00famulo de ideias e sugest\u00f5es, sem durabilidade e consist\u00eancia para uma pol\u00edtica de estado. Discordamos disso\u201d. Segundo Mileide, o debate nacional para a constru\u00e7\u00e3o do Plano Nacional de Livro e Leitura (PNLL) teve ampla participa\u00e7\u00e3o da sociedade civil; e prosseguiu, em todas as macrorregi\u00f5es do Brasil, com videoconfer\u00eancias regionais e uma nacional, reunindo todos os estados brasileiros e o Distrito Federal, com intera\u00e7\u00e3o com o p\u00fablico e acompanhamento de observadores internacionais \u2013 al\u00e9m de 97 encontros, entre outros eventos. \u201cHouve ampla participa\u00e7\u00e3o de movimentos sociais\u201d, complementou a livreira. Ela acrescentou que o PNLL foi pautado a partir das ideias de vincula\u00e7\u00e3o entre estado e sociedade e entre cultura e educa\u00e7\u00e3o e que uma subsecretaria do MinC, a atual diretoria de\u00a0<em>Livro<\/em>,\u00a0<em>Leitura<\/em>,<em>Literatura<\/em> e Bibliotecas (DLLLB)\u00a0da Secretaria Executiva do Minist\u00e9rio, foi criada a partir do movimento de valoriza\u00e7\u00e3o desta \u00e1rea, iniciado com o Colegiado (ent\u00e3o C\u00e2mara Setorial).<\/p>\n<p>A palestrante lembrou que o Plano Nacional de Livro e Leitura (oficializado em 2011), cujo projeto de lei est\u00e1 na Casa Civil da Presid\u00eancia da Rep\u00fablica, para seguir ao Congresso, carece de decis\u00e3o pol\u00edtica e maior articula\u00e7\u00e3o para ser aprovado. Mileide comentou que o PNLL tem a democratiza\u00e7\u00e3o da leitura e o desenvolvimento de bibliotecas e da produ\u00e7\u00e3o do livro como importantes elementos constitutivos; e resumiu os diversos eixos de a\u00e7\u00e3o do Plano. A palestrante exp\u00f4s algumas demandas, tais como necessidade de programas de bolsas para escritores e editais federais para clubes de leitura, entre outras.Tamb\u00e9m destacou a necessidade de se consolidar o debate sobre a prote\u00e7\u00e3o do direito autoral e a adapta\u00e7\u00e3o de obras; e, ainda, de que sejam criadas pol\u00edticas de incentivo ao escritor. \u201cProgramas como editais e bolsas s\u00e3o fundamentais para os criadores. \u00c9 preciso estimular a forma\u00e7\u00e3o de escritores e consolidar uma pol\u00edtica de estado para leitura\u201d, defendeu.<\/p>\n<p><strong>Artes visuais<\/strong><\/p>\n<p>O fot\u00f3grafo, fotojornalista e militante cultural Davy Alexandrisky, do Colegiado Setorial de Artes Visuais destacou que o plano setorial de sua \u00e1rea foi o primeiro documento gerado no CNPC; e que o Colegiado teve uma recente renova\u00e7\u00e3o de 75%. \u201cQuando recebemos a tarefa de fazer uma \u2018revis\u00e3o\u2019 do plano, tivemos rea\u00e7\u00f5es dentro do Colegiado. Alguns questionaram como se revisaria algo que nunca fora posto\u00a0em pr\u00e1tica. Mas\u00a0discutimos item por item do documento e entregamos para a sistematiza\u00e7\u00e3o do MinC. Mas agora fomos chamados a esse debate\u201d, relatou Davy. \u201cJ\u00e1 come\u00e7amos e recome\u00e7amos esse di\u00e1logo v\u00e1rias vezes. Mesmo assim, agora, me situo nesse recome\u00e7o do Minist\u00e9rio e da Funarte com o entusiasmo e o empenho de uma primeira vez. Fico feliz porque as \u00e1reas ter\u00e3o interlocutores, o que vai favorecer a conversa e o equacionamento do processo de aconselhamento ao Minist\u00e9rio. Afinal, se somos \u2018conselheiros\u2019 temos que fazer isso a partir de uma refer\u00eancia, que represente um coletivo\u201d, acrescentou.<\/p>\n<p>Davy destacou que o Colegiado de Artes Visuais foi dividido em fun\u00e7\u00f5es, como media\u00e7\u00e3o, regionalidade, produ\u00e7\u00e3o e contato com os artistas. \u201cQuanto a este \u00faltimo, ele ainda n\u00e3o foi feito de forma substantiva\u201d, destacou. Disse ainda que o Colegiado atua em tr\u00eas eixos b\u00e1sicos: forma\u00e7\u00e3o, legisla\u00e7\u00e3o e articula\u00e7\u00e3o \u2013 sendo este \u00faltimo relacionado ao di\u00e1logo com o Minist\u00e9rio e com os outros colegiados. \u201cA forma de produ\u00e7\u00e3o das artes visuais tende a ser individual, o que n\u00e3o favorece a forma\u00e7\u00e3o e a manuten\u00e7\u00e3o de grupos\u201d, apontou. \u201cColocamos \u2018sementes\u2019 de propostas na internet, mas percebemos que faltava planejamento sistem\u00e1tico. Sempre se encontrou essa dificuldade. No geral, n\u00e3o h\u00e1 essa cultura de sistematiza\u00e7\u00e3o. Por outro lado, mesmo na crise de representatividade atual; mesmo que n\u00e3o representemos nossos setores com perfei\u00e7\u00e3o, \u00e9 poss\u00edvel fazer alguma coisa, contribuir\u201d. Davy acrescentou que, dentro deste esfor\u00e7o, as pessoas n\u00e3o devem se transformar em \u201ctarefeiras\u201d somente, mas ser planejadoras.<\/p>\n<p><strong>M\u00fasica<\/strong><\/p>\n<p>O maestro e pianista Amilson Godoy, do Colegiado Setorial de M\u00fasica, declarou-se representante tamb\u00e9m de outras entidades: os f\u00f3runs Paulista e Nacional de M\u00fasica. \u201cTrago aqui a esperan\u00e7a surgida h\u00e1 11 anos, quando o ent\u00e3o Ministro Gilberto Gil acenou uma bandeira de \u2018reden\u00e7\u00e3o\u2019 do Estado Brasileiro para a atividade cultural\u201d. Essa rela\u00e7\u00e3o \u201ccaminhava, at\u00e9 ent\u00e3o, a passos de tartaruga\u201d, avaliou. \u201cTivemos sucesso em algumas coisas. Mas o sentimento de frustra\u00e7\u00e3o dos envolvidos no processo \u00e9 muito maior. Naquela \u00e9poca, propusemos a nacionaliza\u00e7\u00e3o dos f\u00f3runs de m\u00fasica \u2013 at\u00e9 ent\u00e3o restritos a S. Paulo e Rio de Janeiro\u201d. O maestro relatou que a antiga C\u00e2mara Setorial de M\u00fasica teve, na ocasi\u00e3o, pouco mais de um m\u00eas para buscar uma representatividade nacional dos m\u00fasicos. \u201cSa\u00edmos, por conta pr\u00f3pria pelo pa\u00eds e conseguimos reunir 13 estados, come\u00e7ando o maior levantamento da realidade musical brasileira, no F\u00f3rum Nacional de M\u00fasica, com a colabora\u00e7\u00e3o fundamental da ent\u00e3o diretora do Centro da M\u00fasica da Funarte, Ana de Hollanda. Em um ano, atingimos todo o Brasil e constru\u00edmos o Plano Nacional de M\u00fasica\u201d.<\/p>\n<p>Amilson relembrou a import\u00e2ncia do F\u00f3rum Nacional para reivindicar a defesa dos direitos autorais dos m\u00fasicos. Reconheceu nominalmente a colabora\u00e7\u00e3o de dezenas de pessoas que participaram do colegiado setorial e dos f\u00f3runs estaduais, das \u00e1reas produtiva, art\u00edstica, educacional e t\u00e9cnica, entre outras. \u201cOrganizamos nacionalmente a categoria, num movimento suprapartid\u00e1rio, contribuindo com o Estado para a constru\u00e7\u00e3o de uma pol\u00edtica, no Plano Nacional de M\u00fasica, realizado com consulta p\u00fablica na internet, agora em fase de sistematiza\u00e7\u00e3o\u201d. O m\u00fasico lembrou que tamb\u00e9m foram planejados, por um grupo volunt\u00e1rio de v\u00e1rios maestros, programas de ensino musical nos CEU\u2019s das Artes, com o aproveitamento de projetos de sucesso no Brasil e em outros pa\u00edses da Am\u00e9rica do Sul. \u201cAinda estamos \u00e0 espera de resultados em rela\u00e7\u00e3o a isso\u201d, disse o regente. \u201cDo que n\u00e3o precisamos \u00e9 de palavras, caravanas e novos planos. Do que precisamos \u00e9 de recursos financeiros e estruturais injetados na atividade-fim, ou seja: medidas pr\u00e1ticas de fomento e amplia\u00e7\u00e3o do campo de trabalho para os artistas\u201d. Segundo Amilson, as artes nunca estiveram t\u00e3o abandonadas, e seus aparelhos t\u00e3o sucateados. Ele disse que sua categoria reivindica uma ag\u00eancia da m\u00fasica. Para ele, a cultura art\u00edstica ficou relegada a segundo plano, pelo fato de a vis\u00e3o de \u201cvi\u00e9s antropol\u00f3gico\u201d de agentes p\u00fablicos superar a abordagem com foco na arte. \u201cMas foram as artes que projetaram o Brasil no mundo. E foram os artistas que lutaram pela cria\u00e7\u00e3o do Minist\u00e9rio da Cultura. E reformas legais est\u00e3o sendo propostas, que omitem a arte dos seus prop\u00f3sitos. Mas n\u00f3s, m\u00fasicos, aprendemos a sobreviver com os governos, sem eles, e apesar deles. Queremos contribuir com esse novo tempo que se anuncia, com nosso novo Ministro Juca Ferreira e sua equipe, na esperan\u00e7a que \u2018o trem volte aos trilhos\u2019 \u201d, concluiu.<\/p>\n<p>O cantor e compositor Val Macambira (m\u00fasica popular) come\u00e7ou sua fala com a pergunta: \u201cexiste cultura sem educa\u00e7\u00e3o?\u201d. Para o artista, \u00e9 preciso que se fa\u00e7a uma mudan\u00e7a de projeto da pol\u00edtica cultural como um todo, nesse sentido. \u201cO CNPC precisa passar por uma reforma total. Os conselheiros n\u00e3o t\u00eam autonomia\u201d, argumentou, dizendo que os m\u00fasicos n\u00e3o foram atendidos em sua solicita\u00e7\u00e3o de um semin\u00e1rio sobre o setor (no qual se discutiria, por exemplo, a proposta de cria\u00e7\u00e3o de uma entidade governamental espec\u00edfica para a m\u00fasica). Sendo delegado regional do Nordeste do CNPC, Macambira deu destaque, ainda, ao fato de que, nunca foi convocada uma reuni\u00e3o com os delegados regionais. Para ele, falta respaldo aos conselhos regionais, para que estes tenham for\u00e7a junto a, por exemplo, autoridades estaduais.<\/p>\n<p><strong>Com a palavra os articuladores<\/strong><\/p>\n<p>O escritor e editor S\u00e9rgio Cohn declarou: \u201cAs quest\u00f5es do livro e leitura v\u00e3o desde a mem\u00f3ria at\u00e9 a reflex\u00e3o cr\u00edtica, passando pela cria\u00e7\u00e3o em ambientes de crise. Hoje \u00e9 o in\u00edcio de um processo de conversas, para fortalecimento que nos leve a uma efetividade. Estamos construindo juntos esse di\u00e1logo. Temos que come\u00e7ar aqui um processo, que deve ser conduzido tamb\u00e9m com leveza e alegria\u201d. A coordenadora de Artes Visuais do Centro Cultural Banco do Nordeste (Fortaleza \u2013 CE),\u00a0Jaqueline Medeiros, mestre em\u00a0Hist\u00f3ria e Cr\u00edtica de Arte (UERJ) e doutoranda na \u00e1rea, considerou que praticamente todos os assuntos sobre os temas do debate j\u00e1 foram discutidos nos planos setoriais das artes, e que o momento \u00e9 de definir prioridades \u2013 decidir o que desenvolver. \u201cO desafio foi conhecer a \u00faltima vers\u00e3o dos planos setoriais e definir por onde come\u00e7ar, mas continuar a interlocu\u00e7\u00e3o, a escuta a institui\u00e7\u00f5es e pessoas, ligadas a mem\u00f3ria, acervo e demais \u00e1reas. \u00c9 tamb\u00e9m momento de desenvolver as rela\u00e7\u00f5es entre as linguagens art\u00edsticas. Cada um aqui representa um segmento, mas sabe que essas fronteiras n\u00e3o s\u00e3o t\u00e3o r\u00edgidas\u201d. O\u00a0compositor,\u00a0cantor, instrumentista\u00a0e historiador Cac\u00e1 Machado lembrou que o F\u00f3rum Nacional da M\u00fasica foi o grande d\u00ednamo da C\u00e2mara Setorial de M\u00fasica, antes de elas se transformarem em colegiados. \u201cA Feira M\u00fasica Brasil [2009 e 2010] foi importante nesse processo de discuss\u00e3o. Houve um hiato de aproximadamente quatro anos. Agora, \u00e9 preciso sistematizar o material produzido e fazer ajustes finos nele. \u00c9 preciso, em primeiro lugar, compreender todo esse processo de discuss\u00e3o e aceit\u00e1-lo, como apenas o come\u00e7o. Vir\u00e1 muito mais\u201d, avaliou Cac\u00e1.<\/p>\n<p>A mesa seguinte, realizada a partir das 17h, teve como temas circo, dan\u00e7a e teatro.<\/p>\n<figure id=\"attachment_76104\" aria-describedby=\"caption-attachment-76104\" style=\"width: 375px\" class=\"wp-caption alignright\"><a rel=\"attachment wp-att-76104\" href=\"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/musica\/seminario-da-politica-nacional-das-artes-aborda-artes-visuais-livro-e-leitura-e-musica\/attachment\/intervencao-artistica-abrigo-mar-de-franklin-cassaro_esq-com-vanessa-arruda-seminario-lancamento-da-politica-nacional-das-artes-capanema-9-06-2015-foto-s-castellano-11\/\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-76104\" title=\"Intervencao artistica Abrigo Mar, de Franklin Cassaro_esq, com Vanessa Arruda. Seminario Lancamento da Politica Nacional das Artes. Capanema. 9.06.2015. foto S. Castellano 11\" src=\"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/Intervencao-artistica-Abrigo-Mar-de-Franklin-Cassaro_esq-com-Vanessa-Arruda.-Seminario-Lancamento-da-Politica-Nacional-das-Artes.-Capanema.-9.06.2015.-foto-S.-Castellano-11-375x218.jpg\" alt=\"\" width=\"375\" height=\"218\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-76104\" class=\"wp-caption-text\">Intervencao &quot;Abrigo mar&quot;, de Franklin Cassaro (esq.), com Vanessa Arruda.  Foto: S. Castellano<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>Sobre a Pol\u00edtica Nacional das Artes<\/strong><\/p>\n<p>O objetivo da Pol\u00edtica Nacional das Artes (PNA) \u00e9 consolidar e implementar um conjunto de pol\u00edticas p\u00fablicas capazes de fortalecer as cadeias produtivas e o valor das artes, al\u00e9m do seu valor simb\u00f3lico. A PNA ser\u00e1 constru\u00edda a partir do di\u00e1logo com a sociedade e da valoriza\u00e7\u00e3o da arte e da cultura em suas m\u00faltiplas possibilidades, atrav\u00e9s de diretrizes e mecanismos que possibilitem o fomento, a preserva\u00e7\u00e3o e o desenvolvimento das diversas linguagens art\u00edsticas. Para alcan\u00e7ar essas metas, a Funarte pretende que o debate mobilize artistas, gestores, produtores e todos os segmentos envolvidos com as artes.<\/p>\n<p>Na cerim\u00f4nia de abertura do Semin\u00e1rio, o MinC lan\u00e7ou a plataforma digital <strong><a href=\"http:\/\/culturadigital.br\/pna\" target=\"_blank\">http:\/\/culturadigital.br\/pna<\/a><\/strong>, em que os interessados podem comentar e dar sugest\u00f5es para cada um dos pontos j\u00e1 discutidos nos planos setoriais das artes, al\u00e9m de uma enquete. Os debates prosseguem, ainda, em caravanas por diversos locais do pa\u00eds e em semin\u00e1rios tem\u00e1ticos. O processo de discuss\u00e3o da PNA, segundo o Ministro da Cultura, Juca Ferreira, vai resultar na revitaliza\u00e7\u00e3o da Funarte.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No dia 9 de junho, ter\u00e7a-feira, a partir das 14h30, o Minist\u00e9rio da Cultura e a Funda\u00e7\u00e3o Nacional de Artes \u2013 Funarte realizaram a segunda mesa do Semin\u00e1rio de Lan\u00e7amento do Processo de Elabora\u00e7\u00e3o da Pol\u00edtica Nacional das Artes (PNA), no Pal\u00e1cio Gustavo Capanema \u2013 sede dessas institui\u00e7\u00f5es no Rio de Janeiro. 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