{"id":77224,"date":"2015-07-22T16:26:04","date_gmt":"2015-07-22T19:26:04","guid":{"rendered":"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/?p=77224"},"modified":"2015-11-13T19:41:48","modified_gmt":"2015-11-13T21:41:48","slug":"musica-brasileira-contemporanea-ocupa-a-sala-funarte-sidney-miller","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/?p=77224","title":{"rendered":"M\u00fasica brasileira contempor\u00e2nea ocupa a Sala Funarte Sidney Miller"},"content":{"rendered":"<p>A partir do dia 24 de Julho, e at\u00e9 a segunda semana de dezembro, m\u00fasicos de diversas regi\u00f5es do pa\u00eds se apresentam na Sala Funarte Sidney Miller, no Centro do Rio de Janeiro, no projeto <em>Contempor\u00e2neos na Sala Funarte. <\/em>A iniciativa faz parte do Programa de Integra\u00e7\u00e3o das Salas Funarte, que envolve uma s\u00e9rie de projetos. Ele tem como foco principal a cria\u00e7\u00e3o e a media\u00e7\u00e3o cr\u00edtica da m\u00fasica popular e da can\u00e7\u00e3o brasileira contempor\u00e2nea, autoral e independente.<\/p>\n<p>Na primeira ocupa\u00e7\u00e3o, do coletivo carioca Quintavant\/Audio rebel, haver\u00e1 shows toda sexta-feira, at\u00e9 14 de agosto, e tamb\u00e9m na quinta, dia 13, sempre \u00e0s 19h30, com ingressos a R$ 20. O Quintavant reunir\u00e1 os artistas Arto Lindsay, Nelson da Rabeca, Thomar Rohrer, Ava Rocha, Negro Leo, Met\u00e1 Met\u00e1 (Ju\u00e7ara Mar\u00e7al, Kiko Dinucci e Thiago Fran\u00e7a) e Passo Torto (Romulo Fr\u00f3es, Rodrigo Campos, Marcelo Cabral e Kiko Dinucci).<\/p>\n<p>No projeto <em>Contempor\u00e2neos na Sala Funarte<\/em>, em 2015, a Sidney Miller receber\u00e1 seis coletivos, que ficar\u00e3o respons\u00e1veis pela programa\u00e7\u00e3o de cinco shows cada um, entre os meses de julho e dezembro. Al\u00e9m do Audio Rebel e do Quintavant, participam da a\u00e7\u00e3o os grupos: Chama, Etnohaus, Norte Comum, Le\u00e3o Et\u00edope do Meier e Banda Desenhada. Os seis coletivos, selecionados pelo Centro de M\u00fasica da Funarte, apresentam perspectivas est\u00e9ticas e concep\u00e7\u00f5es distintas sobre a cria\u00e7\u00e3o e a cr\u00edtica da m\u00fasica e can\u00e7\u00e3o brasileira popular contempor\u00e2nea, que v\u00e3o desde o trabalho com m\u00fasica percussiva, bloco de carnaval, m\u00fasica experimental e de improviso e m\u00fasica eletr\u00f4nica at\u00e9 vertentes da can\u00e7\u00e3o, mais pr\u00f3ximas da literatura e da tradi\u00e7\u00e3o da m\u00fasica popular brasileira.<\/p>\n<p>Este ano, o projeto \u00e9 restrito a grupos do Rio de Janeiro e \u00e0 sala Sidney Miller. Mas, a partir do ano que vem, ele se estender\u00e1 pelas outras salas Funarte do Brasil, com os respectivos coletivos de artistas dos outros Estados.<\/p>\n<p>Segundo Bernardo Oliveira, do Coletivo Quintavant: \u201cA programa\u00e7\u00e3o foi fundamentada nos aspectos mais experimentais da m\u00fasica brasileira contempor\u00e2nea. S\u00e3o reunidas quatro grandes express\u00f5es sonoras oriundas de diversas regi\u00f5es do pa\u00eds. Essas sonoridades distintas testemunham o momento vigoroso pelo qual passa nossa m\u00fasica de inven\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p><strong><em><span style=\"color: #000000;\">Contempor\u00e2neos na Sala Funarte<\/span><\/em><\/strong><br \/>\nOcupa\u00e7\u00e3o Audio Rebel \/ Quintavant<\/p>\n<p><strong>Julho\/agosto de 2015<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Hor\u00e1rio: sempre \u00e0s 19h30<br \/>\nIngressos: R$ 20. Meia-entrada: R$ 10<\/span><\/p>\n<p><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"color: #000000;\">Agenda &#8211; Julho e agosto<\/span><\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong>24\/7 <\/strong>&#8211; sexta-feira &#8211; \u00a0Arto Lindsay. O m\u00fasico\u00a0se apresenta ao lado de Luis Filipe de Lima (viol\u00e3o), Thiaguinho da Serrinha (percuss\u00e3o) e Marcos Campello (espacializa\u00e7\u00e3o)<\/p>\n<p><strong>31\/7<\/strong> &#8211; sexta-feira &#8211;\u00a0<em>Tradi\u00e7\u00e3o Improvisada <\/em>com Thomas Rohrer, Nelson da Rabeca, Dona Benedita e Panda Gianfratti<\/p>\n<p><strong>7\/8<\/strong> &#8211; sexta-feira &#8211;\u00a0Ava Rocha. Participa\u00e7\u00e3o especial de Negro Leo<\/p>\n<p><strong>13 e 14\/8<\/strong> &#8211; quinta e sexta-feira &#8211;\u00a0<em>Clube da Encruza,<\/em> com Met\u00e1 Met\u00e1, Passo Torto, Ju\u00e7ara Mar\u00e7al, Rodrigo Campos, Romulo Fr\u00f3es e Sambanzo<\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #000000;\">Leia abaixo as sinopses de todos os shows<\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #000000;\">Sala Funarte Sidney Miller<\/span><br \/>\n<\/strong>Rua da Imprensa, n\u00ba 16, t\u00e9rreo<br \/>\nPal\u00e1cio Gustavo Capanema<br \/>\nCentro \u2013 Rio de Janeiro (RJ)<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: bold;\">Ingressos: R$ 20. Meia-entrada: R$ 10<\/span><\/p>\n<p>Hor\u00e1rio: sempre \u00e0s 19h30<br \/>\nBilheteria: (21) 2279-8087<\/p>\n<p><strong><em>Realiza\u00e7\u00e3o: Funda\u00e7\u00e3o Nacional de Artes \u2013 Funarte\/ Centro da M\u00fasica<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"color: #000000;\">Programa\u00e7\u00e3o completa com sinopses<\/span><\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong>24 de julho &#8211; Sexta-feira &#8211; Arto Lindsay<\/strong><\/p>\n<p>Cantor, guitarrista, produtor musical e compositor norte-\u00adamericano radicado no Brasil, Arto Lindsay participou decisivamente em diversas express\u00f5es sonoras e art\u00edsticas dos \u00faltimos 40 anos. No final dos anos 1970, formou a Banda DNA, que frequentava a cena &#8220;underground&#8221; de Manhattan (Nova Iorque &#8211; EUA). Em 1978, a DNA foi lan\u00e7ada no \u00adprojeto <em>No New York<\/em>, produzido por Brian Eno. No come\u00e7o dos anos 80, Lindsay, com seu particular estilo de guitarra, tornou-se conhecido no circuito musical de Manhattan, como fundador da banda jazz\u00edstica The Lounge Lizards e do grupo The Golden Palominos; e por produzir faixas para Laurie Anderson e David Byrne &#8211; contribuindo artisticamente com o selo norte-americano de &#8220;world music&#8221; Luaka Bop. Formou o Ambitious Lovers com o tecladista Peter Scherer. Arto tem uma trajet\u00f3ria marcada pela intensa e frequente colabora\u00e7\u00e3o com outros artistas, de diversos movimentos musicais. Ao longo dos anos, estabeleceu parcerias num espectro muito amplo, que inclui Caetano Veloso, David Byrne, Marisa Monte, Laurie Anderson, Marc Ribot, Cibo Matto, Bill Frisell, Animal Collective, Ryuichi Sakamoto, Krisma, Kip Hanrahan e Arnaldo Antunes, entre outros.<\/p>\n<p><strong>No show, Arto Lindsay se apresentar\u00e1 ao lado de Luis Filipe de Lima (viol\u00e3o), e Marcos Campello (espacializa\u00e7\u00e3o).<\/strong><\/p>\n<p><strong>31 de julho &#8211; sexta-feira &#8211; <em>Tradi\u00e7\u00e3o Improvisada, <\/em>com Thomas Rohrer, Nelson da Rabeca, Dona Benedita e Panda Gianfratti<\/strong><\/p>\n<p>Thomas Rohrer \u00e9 um m\u00fasico su\u00ed\u00e7o radicado no Brasil, especializado em improviso livre, mas que acompanha artistas populares como Ju\u00e7ara Mar\u00e7al e Marcelo Camelo, entre outros. Nelson da Rabeca \u00e9 um c\u00e9lebre rabequeiro e luthier autodidata. Juntos, Nelson e Rohrer apresentam o show <em>Tradi\u00e7\u00e3o Improvisada<\/em>, fruto de uma parceria de longa data.\u00a0Acompanhados pela cantora Dona Benedita &#8211; parceira de Seu Nelson h\u00e1 mais de cinquenta anos &#8211; e o percussionista paulistano Panda Gianfratti, um dos grandes nomes do improviso livre brasileiro e mundial, o espet\u00e1culo traz um vasto e in\u00e9dito repert\u00f3rio calcado sobre g\u00eaneros t\u00edpicos do nordeste, como xote, bai\u00e3o e forr\u00f3.<\/p>\n<p><strong>Mais sobre Thomas Rohrer e Nelson da Rabeca<\/strong><\/p>\n<p><strong>Thomas Rohrer &#8211; <\/strong>O su\u00ed\u00e7o mora no Brasil desde 1995. Al\u00e9m da rabeca, toca saxofone e \u00e9 integrante de grupos de m\u00fasica brasileira tradicional (como A Barca e Ponto BR) e de conjuntos de improvisa\u00e7\u00e3o livre, como o Coletivo Abaetetuba &#8211; do qual o percussionista Panda Gianfratti, tamb\u00e9m faz parte. Nos seus projetos, ele busca explorar ao m\u00e1ximo as diferentes possibilidades sonoras dos instrumentos.<\/p>\n<p><strong>Nelson da Rabeca &#8211; <\/strong>Alagoano de Marechal Deodoro, trabalhou no corte de cana at\u00e9 os 54 anos. Foi ent\u00e3o que viu um violino na televis\u00e3o e, sem a ajuda de ningu\u00e9m, construiu um instrumento parecido; e ainda, de forma autodidata, aprendeu a toc\u00e1-lo. Passou a se apresentar para turistas na Praia do Franc\u00eas, em Macei\u00f3, e abandonou de vez o servi\u00e7o no canavial. Hoje, vive de shows e da confec\u00e7\u00e3o de rabecas, que vende para m\u00fasicos do mundo todo. Uma curiosidade: para fazer os instrumentos, ele usa um fac\u00e3o de cortar cana.<\/p>\n<p><strong>7 de agosto &#8211; sexta-feira &#8211; Ava Rocha &#8211; participa\u00e7\u00e3o especial de Negro Leo<\/strong><\/p>\n<p><strong>Ava Rocha<\/strong> &#8211; Na sequ\u00eancia do lan\u00e7amento de seu segundo \u00e1lbum\u00a0<em>Ava Patrya Yndia Yracema<\/em>, produzido por Jonas S\u00e1, a cantora Ava Rocha fez uma sequ\u00eancia de apresenta\u00e7\u00f5es antol\u00f3gicas no Rio de Janeiro (Audio Rebel) e em S\u00e3o Paulo (Serralheria). Desde j\u00e1 considerado um dos discos do ano pela cr\u00edtica especializada, o <em>Ava Patrya Yndia Yracema<\/em> conta com uma banda formada por m\u00fasicos oriundos da cena experimental carioca como Thomas Harres, Marcos Campello, Felipe Zen\u00edcola e Eduardo Manso. No show, Ava explora o repert\u00f3rio autoral com desenvoltura e liberdade de improviso, desfilando can\u00e7\u00f5es compostas por Jonas S\u00e1, Marcelo Callado Domenico Lancelotti e por ela mesma; al\u00e9m de <em>Voc\u00ea n\u00e3o vai passar<\/em>, considerada um dos hits &#8220;subterr\u00e2neos&#8221; de 2015.<\/p>\n<p><strong>Negro Leo<\/strong> &#8211; Cantor, compositor e instrumentista maranhense, radicado no Rio, Leo \u00e9 uma das revela\u00e7\u00f5es da nova can\u00e7\u00e3o brasileira e um dos compositores presentes no \u00e1lbum de Ava Rocha. Influenciado pelo &#8220;free jazz&#8221; de Peter Br\u00f6tzmann, pelo tropicalismo de Caetano e Macal\u00e9, e pela &#8220;nowave&#8221; de James Chance e Arto Lindsay, Negro Leo inventa can\u00e7\u00f5es com letras fortes e imagens delirantes do cotidiano, das rela\u00e7\u00f5es interpessoais e da crise pol\u00edtica mundial. \u00c9 compositor do sucesso\u00a0<em>Voc\u00ea n\u00e3o vai passar<\/em>.<\/p>\n<p><strong>13 e 14 de agosto &#8211; quinta e sexta-feira &#8211; <em>Clube da Encruza<\/em>, com Met\u00e1 Met\u00e1, Passo Torto, Ju\u00e7ara Mar\u00e7al, Rodrigo Campos, Romulo Fr\u00f3es e Sambanzo<\/strong><\/p>\n<p>O show tra\u00e7a um panorama da nova can\u00e7\u00e3o paulistana contempor\u00e2nea e &#8220;adjac\u00eancias&#8221;. Juntos em um s\u00f3 concerto de longa dura\u00e7\u00e3o, batizado de\u00a0<em>Clube da Encruza<\/em>, temos: Met\u00e1 Met\u00e1, Passo Torto, Ju\u00e7ara Mar\u00e7al, Rodrigo Campos, Romulo Fr\u00f3es e Sambanzo. Ser\u00e1 uma oportunidade imperd\u00edvel de experimentar todas as vozes, sons, cores e formas que alimentam a qu\u00edmica profunda desses artistas. Met\u00e1 Met\u00e1 apresentar\u00e1 can\u00e7\u00f5es do seu\u00a0<em>Metal Metal<\/em> e do EP hom\u00f4nimo lan\u00e7ado recentemente; o Passo Torto mostrar\u00e1 o premiado\u00a0<em>Passo El\u00e9trico<\/em> enquanto se prepara para lan\u00e7ar o novo \u00e1lbum com a cantora N\u00e1 Ozzeti. Como est\u00e3o todos em casa, incorporam ainda o repert\u00f3rio de trabalhos paralelos, como o\u00a0<em>Encarnado<\/em> de Ju\u00e7ara Mar\u00e7al;\u00a0<em>Bahia Fant\u00e1stica<\/em> de Rodrigo Campos; Romulo Fr\u00f3es e seu\u00a0<em>Barulho Feio;<\/em> e o instrumental &#8220;latino-espacial&#8221; do\u00a0<em>Sambanzo<\/em> de Thiago Fran\u00e7a, com\u00a0<em>Eti\u00f3pia<\/em>.<\/p>\n<p><strong>Sobre os artistas do <em>Clube da Encruza<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong>Met\u00e1 Met\u00e1 &#8211; <\/strong>Formado pelo mineiro Thiago Fran\u00e7a, o paulistano Kiko Dinucci e a carioca Ju\u00e7ara Mar\u00e7al, o grupo retorna de sua segunda turn\u00ea europeia do ano. Meta Met\u00e1 \u00e9 respons\u00e1vel por um dos trabalhos mais originais da m\u00fasica brasileira contempor\u00e2nea, com uma mistura arrebatadora de noise, jazz, punk rock e ritmos brasileiros. O trio lan\u00e7ou um EP este ano e prepara seu pr\u00f3ximo disco.<\/p>\n<p><strong>Passo Torto &#8211; <\/strong>Grupo paulista formado em 2011, pelos compositores e instrumentistas Romulo Fr\u00f3es, Marcelo Cabral, Kiko Dinucci e Rodrigo Campos, em 2013 o Passo Torto lan\u00e7ou seu segundo disco,\u00a0<em>Passo El\u00e9trico &#8211;<\/em> repleto de anota\u00e7\u00f5es mentais sobre a cidade de S\u00e3o Paulo e uma sonoridade tomada por guitarras el\u00e9tricas, cavaquinho e contrabaixo ac\u00fastico com pedais de efeito. O conjunto se prepara para lan\u00e7ar seu pr\u00f3ximo \u00e1lbum, com participa\u00e7\u00e3o da cantora N\u00e1 Ozzeti.<\/p>\n<p><strong>Ju\u00e7ara Mar\u00e7al &#8211; <\/strong>Ju\u00e7ara Mar\u00e7al passou por grupos como A Barca e o coral V\u00e9sper. O sucesso da cantora, compositora e pesquisadora come\u00e7ou a partir de seu trabalho com o trio Met\u00e1 Met\u00e1. Acompanhada por parceiros como Kiko Dinucci, Thomas Rohrer e Rodrigo Campos, a artista apresenta o repert\u00f3rio de seu primeiro \u00e1lbum, <em>Encarnado<\/em>. O disco foi premiado e aclamado como um dos mais importantes da m\u00fasica brasileira dos \u00faltimos anos.<\/p>\n<p><strong>Rodrigo Campos &#8211; <\/strong>Cantor, compositor, violinista, cavaquinista, percussionista,\u00a0Rodrigo Campos lan\u00e7ou tr\u00eas \u00e1lbuns solos,\u00a0<em>Urbanda<\/em> (2003),\u00a0<em>S\u00e3o Mateus n\u00e3o \u00c9 Um Lugar assim t\u00e3o longe <\/em>(2009) e\u00a0<em>Bahia fant\u00e1stica<\/em> (2012). Tocando e compondo ao lado de projetos e m\u00fasicos como Passo Torto e Vicente Barreto, Campos prepara seu quarto \u00e1lbum a ser lan\u00e7ado em 2015.<\/p>\n<p><strong>Romulo Fr\u00f3es &#8211; <\/strong>O cantor, compositor e produtor paulistano Romulo Fr\u00f3es lan\u00e7ou, em 2004, seu primeiro \u00e1lbum solo, <em>Calado; <\/em>e, dois anos depois, o segundo, <em>C\u00e3o<\/em>, ambos realizados sob a influ\u00eancia do samba de Nelson Cavaquinho. O duplo <em>No Ch\u00e3o sem o Ch\u00e3o<\/em> saiu em 2009 e, em 2011,\u00a0<em>Um Labirinto em cada p\u00e9<\/em>. <em>Barulho Feio <\/em>marca um momento particularmente experimental na obra do artista. Atualmente, ele faz a coprodu\u00e7\u00e3o do novo disco de Elza Soares e prepara um trabalho em homenagem a Nelson Cavaquinho.<\/p>\n<p><strong>Sambanzo &#8211; <\/strong>Projeto solo do saxofonista Thiago Fran\u00e7a (Met\u00e1 Met\u00e1), o <em>Sambanzo<\/em> promove uma mistura musical, que parte do samba para a m\u00fasica africana e latina, num di\u00e1logo com a linhagem mais livre e el\u00e1stica do jazz. Aberto ao improviso e \u00e0 cria\u00e7\u00e3o coletiva, o trabalho engloba c\u00fambia, &#8220;afrobeat&#8221;, &#8220;ethio-jazz&#8221;, guitarrada paraense e cantigas tradicionais da umbanda.<\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #000000;\">Mais informa\u00e7\u00f5es para o p\u00fablico<\/span><\/strong><br \/>\nFunda\u00e7\u00e3o Nacional de Artes &#8211; Funarte<br \/>\nCentro da M\u00fasica<br \/>\n<a href=\"mailto:cemus@funarte.gov.br\" target=\"_blank\">cemus@funarte.gov.br<br \/>\n<\/a>Coordena\u00e7\u00e3o de M\u00fasica Popular<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A partir do dia 24 de Julho, e at\u00e9 a segunda semana de dezembro, m\u00fasicos de diversas regi\u00f5es do pa\u00eds se apresentam na Sala Funarte Sidney Miller, no Centro do Rio de Janeiro, no projeto Contempor\u00e2neos na Sala Funarte. 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