{"id":91201,"date":"2016-10-11T13:38:55","date_gmt":"2016-10-11T16:38:55","guid":{"rendered":"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/?p=91201"},"modified":"2016-10-11T14:21:11","modified_gmt":"2016-10-11T17:21:11","slug":"%e2%80%98banzo%e2%80%99-chega-ao-teatro-cacilda-becker-no-rio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/?p=91201","title":{"rendered":"\u2018Banzo\u2019 chega ao Teatro Cacilda Becker, no Rio"},"content":{"rendered":"<p>A montagem <em>Banzo<\/em> \u200b tem apresenta\u00e7\u00f5es nos dias 14 e 15 de outubro, \u00a0sexta e s\u00e1bado, \u00e0s 20h, no Teatro Cacilda Becker, no Rio. O espet\u00e1culo de dan\u00e7a do Grupo Ag\u00f4 Performances Negras \u00e9 uma conta\u00e7\u00e3o de est\u00f3ria perform\u00e1tica que dialoga e interage com o p\u00fablico. Buscando difundir uma arte negra contempor\u00e2nea, com ra\u00edzes e pr\u00e1ticas afetivas e ancestrais, utiliza fragmentos de imagin\u00e1rios negros, com legitima\u00e7\u00e3o, valoriza\u00e7\u00e3o e conscientiza\u00e7\u00e3o da hist\u00f3ria dos negros no Brasil. O ponto de partida \u00e9 o banzo, nome dado ao sentimento de nostalgia, tristeza, saudades da p\u00e1tria, costumes familiares e principalmente da liberdade que os negros africanos escravizados sentiam ao serem tirados de seu pa\u00eds de origem.<\/p>\n<p>A presen\u00e7a perform\u00e1tica de cinco artistas negros em cena, com marcas, elementos e experi\u00eancias de di\u00e1sporas, onde as hist\u00f3rias\/corpos trazem discursos e mem\u00f3rias de for\u00e7a est\u00e9tica e social. O grupo Ag\u00f4 Performances Negras possui experi\u00eancia em dan\u00e7a, m\u00fasica, teatro e conta\u00e7\u00e3o de est\u00f3rias h\u00e1 mais de 8 anos, e se formou em mar\u00e7o de2015.<\/p>\n<p>Em 2016, <em>Banzo<\/em> \u200bj\u00e1 fez apresenta\u00e7\u00f5es na F\u00e1brica de Cultura da Vila Nova Cachoeirinha; EMEF Antonio Pereira Ign\u00e1cio na cidade Tiradentes; \u00a0Aparelha Luzia, Mostra de Artes C\u00eanicas &#8211; Est\u00e9ticas das Periferia; Jornada Municipal de Educa\u00e7\u00e3o para as Rela\u00e7\u00f5es \u00c9tnico-raciais; A\u00e7\u00e3o Educativa, Ocupa\u00e7\u00e3o Preta na Funarte\/SP; e Funda\u00e7\u00e3o Casa de Santo Andr\u00e9 &#8211; Unidade<\/p>\n<p><strong>Grupo Ag\u00f4 Perfomances Negras<\/strong><br \/>\nNascido em 2015, impulsionado pelas provoca\u00e7\u00f5es do I Col\u00f3quio Internacional <em>O Afro Contempor\u00e2neo nas Artes C\u00eanicas: Perspectivas Te\u00f3ricas, Po\u00e9ticas e Pedag\u00f3gicas<\/em>, que ocorreu no Instituto de Artes da UNESP, o Grupo Ag\u00f4 Perfomances Negras surgiu da vontade inicial dos artistas negros Rose Mara Silva, Vanessa Soares e Wil Oliveira de formar um grupo que abordasse as heran\u00e7as ancestrais africanas que atravessam o tempo e a hist\u00f3ria, e comp\u00f5em parte relevante da cultura brasileira. Os tr\u00eas artistas j\u00e1 desenvolviam trabalhos relacionados a a\u00e7\u00f5es negro afirmativas em seus trabalhos, separadamente e em outros grupos, h\u00e1 mais de 5 anos, e a partir do Col\u00f3quio resolveram unir for\u00e7as e habilidades e fundar o Ag\u00f4 Performances Negras. Com um ano e tr\u00eas meses de trajet\u00f3ria, o grupo tem apresentado seu primeiro trabalho <em>Banzo <\/em>em eventos no eixo Rio\/S\u00e3o Paulo, e conta com mais dois integrantes: a estagi\u00e1ria\/atriz juvenil Yhasmmyn Moreno e o ator congol\u00eas Tresor Muteba, buscando fomentar espa\u00e7o de forma\u00e7\u00e3o e protagonismo de jovens negros interessados em ingressar no universo art\u00edstico, al\u00e9m da inser\u00e7\u00e3o de artistas africanos na cena art\u00edstica brasileira.<\/p>\n<p><strong>Mariana Miguel<br \/>\n<\/strong>Atua como atriz desde 2010. \u00c9 especialista em gest\u00e3o de Pol\u00edticas Sociais e graduada pelo programa integrado de Servi\u00e7o Social\/Ci\u00eancias Sociais pela PUC-SP. Estuda teatro, dan\u00e7a e performance em diferentes institui\u00e7\u00f5es na cidade de S\u00e3o Paulo. Participou como atriz protagonista no longa-metragem <em>Um salve, doutor!,<\/em> dirigido pelo cineasta Andrio Candido. Atuou tamb\u00e9m como educadora social no Centro de Prote\u00e7\u00e3o \u00e0 Crian\u00e7a V\u00edtima de Viol\u00eancia do Instituto Sedes Sapientiae. No coletivo Em Alto e Bom Tom, atua na produ\u00e7\u00e3o de oficinas; tamb\u00e9m \u00e9 educadora e idealizadora dos projetos de performance, dan\u00e7a e teatro.<\/p>\n<p><strong>Wil Oliveira<\/strong><br \/>\nComo artista pesquisador foi idealizador do Coletivo Ag\u00f4 Performances Negras e Grupo Art\u00edstico Imani, ambos com pesquisas hist\u00f3ricas e sociais em rela\u00e7\u00e3o a quest\u00f5es referentes ao povo negro. Como ator, participou de novelas, filmes de curta e longa-metragem e nas pe\u00e7as teatrais <em>Performance Brasil Negreiro<\/em>, com dire\u00e7\u00e3o e concep\u00e7\u00e3o pr\u00f3prias; <em>Elegu\u00e1 Menino e Malandro,<\/em> com a cia. Cl\u00e3 do Jabuti; <em>Banzo,<\/em> com o coletivo Ag\u00f4 Performances Negras; <em> Luz Negra Negros em Movimento<\/em>, com o grupo Art\u00edstico Imani; <em>Frida Dor e Paix\u00e3o, <\/em>com a Cia Teatral Mamulengos, dire\u00e7\u00e3o Gisleide Santos; <em>Dandara, a Rainha do Brasil<\/em> (pe\u00e7a premiada com o PROAC Pr\u00eamio de Prote\u00e7\u00e3o e Promo\u00e7\u00e3o das Culturas Negras no Estado de S\u00e3o Paulo), com a Cia Teatral Mamulengos, dire\u00e7\u00e3o Gisleide Santos; <em>Burundanga<\/em>, dire\u00e7\u00e3o Lu\u00eds Toledo; <em>Eles N\u00e3o Usam Black Tie<\/em>, dire\u00e7\u00e3o Lu\u00eds Toledo, al\u00e9m de outras montagens. Como cantor participou dos grupos: Vocal Imani, Coral Martin Luther King, Coral Resist\u00eancia de Negros, Coral Madrigals e Banda Afrolis. Dedica-se \u00e0 arte educa\u00e7\u00e3o desde 2014, na Casa de Cultura J\u00falio Guerra.<\/p>\n<p><strong>Vanessa Soares<\/strong><br \/>\nDan\u00e7arina e atriz, atua com produ\u00e7\u00e3o desde 2002. Seu primeiro projeto, em atua\u00e7\u00e3o desde 2008 \u00e9 <em>Dan\u00e7a com P<\/em>, no qual, al\u00e9m de dan\u00e7ar, Vanessa l\u00ea poesias e faz interven\u00e7\u00e3o com o p\u00fablico. Seus movimentos s\u00e3o: dan\u00e7a dos orix\u00e1s, contempor\u00e2neo e afrobeat da Nig\u00e9ria, pois pesquisa os m\u00fasicos Fela Kuti e Tony Allen desde 2008, al\u00e9m da africana Miriam Makeba. Participou de apresenta\u00e7\u00f5es realizadas com o espet\u00e1culo <em>Banz, <\/em>nas cidades do Rio de Janeiro e S\u00e3o Paulo, e solo nas cidades de S\u00e3o Paulo, Rio de Janeiro, Bras\u00edlia, Salvador, Santos, S\u00e3o Carlos, Campinas, Ribeir\u00e3o Preto, S\u00e3o Jos\u00e9 dos Campos, Bauru, Araras, Belo Horizonte, al\u00e9m de Paris, Buenos Aires e na Nig\u00e9ria. Tamb\u00e9m ministra oficinas em eventos culturais, saraus, festivais, abrigo, casa de acolhida para mulheres que sofrem viol\u00eancia dom\u00e9stica e psicol\u00f3gica, Funda\u00e7\u00e3o Casa para meninos e meninas e para as m\u00e3es desses internos. \u00c9 integrante do Coletivo Frente Nacional de Mulheres no Hip Hop, Ag\u00f4 Performances Negras e Kultafro. Participou dos clips de Rincon Sapi\u00eancia, de Seun Kuti Black Woman e Little Lion Man (Mumford &amp; Sons Cover) da Badi Assad.<\/p>\n<p><strong>Ficha T\u00e9cnica:<\/strong><br \/>\nEst\u00f3ria: Wil Oliveira<br \/>\nPerformers: Mariana Miguel , Vanessa Soares, Wil Oliveira<br \/>\nCria\u00e7\u00e3o e dire\u00e7\u00e3o coletiva<br \/>\nDura\u00e7\u00e3o: 60 minutos<\/p>\n<p><span style=\"text-decoration: underline;\">Servi\u00e7o:<\/span><br \/>\n<strong><em>Banzo<\/em> \u200b<br \/>\n<\/strong>\u200bDia 12 de outubro &#8211; \u200bMontagem e ensaio (verificar hor\u00e1rio)<br \/>\nDia 13 de outubro -\u200b Vanessa Soares Dan\u00e7a com P. &#8211; Oficina de Afrobeat + Exibi\u00e7\u00e3o do V\u00eddeo: \u201cOmoshalewa Lagos\/Nig\u00e9ria 2015\u201d + Palavras de Fela Anikulapo Kuti + Bate Papo<br \/>\nDas 19h \u00e0s 22h<br \/>\nP\u00fablico: a partir de 10 anos<br \/>\nValor: R$20 (pre\u00e7o \u00fanico)<\/p>\n<p><strong>Dias 14 e 15 de setembro<br \/>\n<\/strong>\u200bMontagem e Passagem \u00e0s 16h<br \/>\n<strong>Apresenta\u00e7\u00e3o do <em>Banzo<\/em> \u00e0s 20h<\/strong><\/p>\n<p>Valor: R$20 e R$10 (meia)<\/p>\n<p>Local: <strong>Teatro Cacilda Becker<\/strong><br \/>\nRua do Catete, 338 &#8211; Largo do Machado , Rio de Janeiro (RJ)<br \/>\n(21) 2265-9933<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A montagem Banzo \u200b tem apresenta\u00e7\u00f5es nos dias 14 e 15 de outubro, \u00a0sexta e s\u00e1bado, \u00e0s 20h, no Teatro Cacilda Becker, no Rio. O espet\u00e1culo de dan\u00e7a do Grupo Ag\u00f4 Performances Negras \u00e9 uma conta\u00e7\u00e3o de est\u00f3ria perform\u00e1tica que dialoga e interage com o p\u00fablico. 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