{"id":93395,"date":"2017-02-14T17:30:20","date_gmt":"2017-02-14T19:30:20","guid":{"rendered":"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/?p=93395"},"modified":"2017-02-14T17:30:20","modified_gmt":"2017-02-14T19:30:20","slug":"funarte-inaugura-exposicoes-premiadas-em-brasilia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/?p=93395","title":{"rendered":"Funarte inaugura exposi\u00e7\u00f5es premiadas em Bras\u00edlia"},"content":{"rendered":"<p>A Funda\u00e7\u00e3o Nacional de Artes (Funarte) inaugura nesta <strong>quarta-feira (15)<\/strong>, em Bras\u00edlia, duas exposi\u00e7\u00f5es premiadas pela institui\u00e7\u00e3o.  \u00c0s<strong> 17h,<\/strong> os irm\u00e3os brasilienses Adriano e Fernando Guimar\u00e3es, em parceria com Ismael Monticelli, abrem na Marquise e entorno do Complexo Cultural Funarte a interven\u00e7\u00e3o <em>Monumento<\/em> \u2013 uma representa\u00e7\u00e3o do avesso da modernidade. Um pouco depois, \u00e0s <strong>18h,<\/strong> o artista natural de Caucaia (CE), Diego de Santos, inaugura na Galeria Fayga Ostrower, tamb\u00e9m no Complexo, a mostra <em>Poema 193<\/em>, que re\u00fane desenhos, fotografias e v\u00eddeos de sua autoria.<\/p>\n<p>Os dois projetos foram selecionados pelo Pr\u00eamio Funarte de Arte Contempor\u00e2nea 2015, que busca incentivar a multiplicidade e a diversidade de linguagens e tend\u00eancias da arte contempor\u00e2nea no pa\u00eds com exposi\u00e7\u00f5es nas galerias e espa\u00e7os da institui\u00e7\u00e3o em Bras\u00edlia (DF), S\u00e3o Paulo (SP) e Belo Horizonte (MG). Em Bras\u00edlia, as obras poder\u00e3o ser vistas at\u00e9 2 de abril, de ter\u00e7a a domingo, das 10h \u00e0s 21h.  A entrada, para ambas as exposi\u00e7\u00f5es, \u00e9 gratuita. <\/p>\n<p><em><strong>Monumento<\/strong><\/em><br \/>\nElaborada especialmente para a Marquise e o entorno da Funarte, a instala\u00e7\u00e3o<em> Monumento<\/em> traz como mat\u00e9ria-prima restos de ve\u00edculos acidentados e elementos que evocam o desenho da paisagem da cidade. A obra remete \u00e0 modernidade e seus ideais de progresso, velocidade e dinamismo, e tem como refer\u00eancias a cria\u00e7\u00e3o de Bras\u00edlia e o desenvolvimento da ind\u00fastria automobil\u00edstica no pa\u00eds. <\/p>\n<p>Com acompanhamento cr\u00edtico das curadoras Daniela Name (RJ) e Mar\u00edlia Panitz (DF), <em>Monumento<\/em> enfoca uma estrat\u00e9gia, \u00e9tica e est\u00e9tica, recorrente na po\u00e9tica de Adriano Guimar\u00e3es, Fernando Guimar\u00e3es e Ismael Monticelli: a valoriza\u00e7\u00e3o do que habitualmente \u00e9 considerado desimportante ou desprezado pelo senso comum. O trabalho apropria-se do significado corriqueiro da palavra monumento \u2013 constru\u00e7\u00e3o com finalidade de perpetuar a mem\u00f3ria de pessoa ou acontecimento relevante na hist\u00f3ria &#8211; e da sua intr\u00ednseca rela\u00e7\u00e3o com Bras\u00edlia, a cidade dos monumentos. <\/p>\n<p>Ao utilizar o carro acidentado como escultura do acaso, a interven\u00e7\u00e3o prop\u00f5e uma reflex\u00e3o cr\u00edtica sobre o fluxo que vai da produ\u00e7\u00e3o em massa ao descarte, por meio da distribui\u00e7\u00e3o acelerada. Relocados, esses restos abandonados, repletos de narrativas, revelam o avesso de uma utopia. \u201cAdriano, Fernando e Ismael est\u00e3o lidando com um anticarro e transformando estes restos de velocidade em jardim. Lampejo de poesia\u201d, afirma a curadora Daniela Name.<\/p>\n<p>Direcionando o olhar para Bras\u00edlia \u2013 lugar onde ideologia, interesses econ\u00f4micos e arquitetura est\u00e3o imbricados desde a sua concep\u00e7\u00e3o \u2013, <em>Monumento <\/em>\u00e9 feito dessas invers\u00f5es e tamb\u00e9m de muitas condensa\u00e7\u00f5es \u2013 da hist\u00f3ria de Bras\u00edlia, da hist\u00f3ria da arte moderna, da hist\u00f3ria dos pr\u00f3prios artistas envolvidos. \u201cEu vejo nessa interven\u00e7\u00e3o lastros de trabalhos que os tr\u00eas fizeram juntos e separados. Ao criarem seu pr\u00f3prio eixo com esses desastres, \u00e9 como se eles investissem, mais uma vez, na necessidade de paralisia, de sil\u00eancio e de contempla\u00e7\u00e3o para redesenhar metas e mapas. Menos veloz e mais opaca, essa jornada talvez seja a \u00fanica cartografia poss\u00edvel em meio aos destro\u00e7os\u201d, completa Name.<\/p>\n<p>Para Mar\u00edlia Panitz, ao criarem uma interven\u00e7\u00e3o que coloca o carro desincorporado de sua funcionalidade, os artistas fustigam a ideia de retomar um devir que nasceu fadado ao descarte. <em>Monumento <\/em>se organiza em um jardim inspirado nos jardins japoneses, que carregam a ideia de morte n\u00e3o como saudade ou mem\u00f3ria, mas como forma de contempla\u00e7\u00e3o sobre a exist\u00eancia. Para Panitz, esta \u00e9 uma experi\u00eancia est\u00e9tica de lidar com a aus\u00eancia, que deve ser observada e sentida. \u201cN\u00e3o existem detalhes a observar e apreender, e sim outro tempo de vis\u00e3o que se permitir. Essa tens\u00e3o \u00e9 o que d\u00e1 \u00e0 obra o crit\u00e9rio de monumento: um estar para refletir\u201d, descreve.<\/p>\n<p>O projeto oferecer\u00e1 ao p\u00fablico duas oficinas sobre quest\u00f5es relacionadas \u00e0 obra, al\u00e9m do lan\u00e7amento de um cat\u00e1logo ao fim da exposi\u00e7\u00e3o, com uma conversa seguida de visita ao trabalho, conduzida por Mar\u00edlia Panitz e pelos artistas. <\/p>\n<p><em><strong>Poema 193<\/strong><\/em><br \/>\nA exposi\u00e7\u00e3o <em>Poema 193<\/em>, de Diego de Santos, tem sua abertura prevista para as <strong>18h de quarta-feira<\/strong> \u2013 uma hora depois da inaugura\u00e7\u00e3o de <em>Monumento<\/em>. O evento, aberto ao p\u00fablico, contar\u00e1 com a presen\u00e7a do artista e da curadora Yana Tamayo, que comentar\u00e3o a obra.<\/p>\n<p>A mostra traz desenhos, fotografias e v\u00eddeos que constituem um convite ao p\u00fablico para ativar sua viv\u00eancia est\u00e9tica e sensorial. Produzidos a partir de conchas, fogo, fuligem e grafite, os trabalhos expostos em<em> Poema 193<\/em> baseiam-se, em sua concep\u00e7\u00e3o, em um intenso processo experimental que aciona o imagin\u00e1rio da casa, do arqu\u00e9tipo de morada &#8211;  em confronto com o fogo e suas simbologias &#8211; para discorrer poeticamente sobre quest\u00f5es que permeiam tanto o campo da intimidade, como o dos conflitos sociais.<\/p>\n<p>Os v\u00eddeos que participam da exposi\u00e7\u00e3o apresentam registros de conchas em chamas, em analogia com a estrutura de um lar e com o fogo saindo de seu interior. Desta forma, o artista faz uma alus\u00e3o po\u00e9tica ao drama dos inc\u00eandios criminosos que atingem favelas e moradias prec\u00e1rias (por isso o n\u00famero dos bombeiros \u201c193\u201d no t\u00edtulo). Os ru\u00eddos que se ouvem s\u00e3o do entorno do ateli\u00ea (latido de c\u00e3es, canto dos p\u00e1ssaros, avi\u00e3o que passa, ventania etc.) e foram captados para que, quando editados em slowmotion, dessem lugar a uma realidade distorcida e medonha, j\u00e1 que os sons passam a ser irreconhec\u00edveis. O inc\u00eandio, assim, parece ganhar voz, tornando-se corpo testemunha de si mesmo.<\/p>\n<p>\u201cA exposi\u00e7\u00e3o \u00e9 um dos resultados dos processos de experimenta\u00e7\u00e3o do projeto <em>Poema 193<\/em>. Todos os elementos, suas simbologias e conex\u00f5es j\u00e1 eram, de certa forma, recorrentes na minha produ\u00e7\u00e3o. Eu j\u00e1 tinha uma pequena cole\u00e7\u00e3o de conchas e sempre pensei elas dentro de uma proposi\u00e7\u00e3o art\u00edstica, s\u00f3 n\u00e3o tinha executado ainda porque estava em outros projetos, mas veio a vez delas e juntamente com o fogo pude relacionar com uma problem\u00e1tica social: os inc\u00eandios criminosos\u201d descreve Diego. <\/p>\n<p>Nos desenhos, o artista utiliza a t\u00e9cnica de fixa\u00e7\u00e3o da fuligem e o uso de diferentes processos de queima, al\u00e9m das pr\u00f3prias condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas naturais e da parafina. \u201cA superf\u00edcie do papel, posicionada acima da chama da lamparina, recebe toda a fuligem liberada pelo fogo e nunca \u00e9 poss\u00edvel determinar a imagem a ser gerada. Em alguns momentos, antes de fixar a fuligem com verniz, submeto aquele desenho \u00e0 a\u00e7\u00e3o do lugar: esque\u00e7o-os na parede ou no ch\u00e3o para que insetos caminhem sobre eles, deixando rastros; aproveito raros serenos, deixando que got\u00edculas de \u00e1gua da chuva fina intervenham sobre a fuligem. Sujeitar os trabalhos a situa\u00e7\u00f5es promovidas pelo entorno faz de <em>Poema 193<\/em> um irrecus\u00e1vel convite \u00e0 realiza\u00e7\u00e3o conjunta: eu e os efeitos do espa\u00e7o ao redor\u201d esclarece de Santos.<\/p>\n<p>A exposi\u00e7\u00e3o conta com a\u00e7\u00e3o educativa, por meio de mediadores que receber\u00e3o o p\u00fablico espont\u00e2neo e grupos de visitantes. O acervo incentiva, ainda, a inclus\u00e3o social atrav\u00e9s do acesso \u00e0 maquete t\u00e1til e obras com \u00e1udio descri\u00e7\u00e3o e em braile. <\/p>\n<p><strong>SERVI\u00c7O<\/strong><br \/>\n<u><strong><em>Monumento <\/em><\/strong><\/u><br \/>\n<em>Interven\u00e7\u00e3o realizada por Adriano Guimar\u00e3es, Fernando Guimar\u00e3es e Ismael Monticelli<\/em><br \/>\nAbertura: <strong>15 de fevereiro | Quarta, 17h<\/strong><br \/>\nVisita\u00e7\u00e3o: <strong>De 16 de fevereiro a 2 de abril | De ter\u00e7a a domingo, das 10h \u00e0s 21h<\/strong><br \/>\n<strong>Entrada franca<\/strong><br \/>\nClassifica\u00e7\u00e3o et\u00e1ria: <strong>livre<\/strong><br \/>\nLocal: Marquise\/Entorno do Complexo Cultural Funarte Bras\u00edlia. Eixo Monumental, Setor de Divulga\u00e7\u00e3o Cultural (entre a Torre de TV e o Centro de Conven\u00e7\u00f5es) | Bras\u00edlia\/DF<br \/>\nInforma\u00e7\u00f5es: (61) 3322-2076 | 3322-2029 | www.funarte.gov.br<br \/>\n<strong><br \/>\nInforma\u00e7\u00f5es sobre o projeto e contatos: <\/strong><br \/>\nSite: www.projetomonumento.com.br<br \/>\nE-mail: projetomonumento@gmail.com<br \/>\nRedes sociais: www.facebook.com\/projetomonumento | www.instagram.com\/projetomonumento<\/p>\n<p><u><strong><em>Poema 193<\/em><\/strong><\/u><br \/>\n<em>Desenhos, fotografias e v\u00eddeos de Diego de Santos<\/em><br \/>\nAbertura: <strong>15 de fevereiro | Quarta, 18h<\/strong><br \/>\nVisita\u00e7\u00e3o: De 16 de fevereiro a 2 de abril  | De ter\u00e7a a domingo, das 10h \u00e0s 21h<br \/>\nCuradoria: <strong>Yana Tamayo<\/strong><br \/>\nProdu\u00e7\u00e3o:<strong> Renata Damasceno<\/strong><br \/>\nClassifica\u00e7\u00e3o et\u00e1ria: <strong>livre<\/strong><br \/>\n<strong>Entrada franca<\/strong><br \/>\nLocal: Galeria Fayga Ostrower do Complexo Cultural Funarte Bras\u00edlia. Eixo Monumental, Setor de Divulga\u00e7\u00e3o Cultural (entre a Torre de TV e o Centro de Conven\u00e7\u00f5es) | Bras\u00edlia\/DF<br \/>\nInforma\u00e7\u00f5es: (61) 3322-2076 | 3322-2029 | www.funarte.gov.br<\/p>\n<p><strong>Sobre os artistas de<em> Monumento<\/em><\/strong><br \/>\n<strong>Adriano e Fernando Guimar\u00e3es | Bras\u00edlia\/DF<\/strong><br \/>\nArtistas visuais, diretores e professores.  Atuam desde 1989, construindo trabalhos em teatro, performance, artes visuais e dan\u00e7a. Realizaram diversas exposi\u00e7\u00f5es individuais como: Quase nunca sempre o mesmo (Alfinete Galeria, Bras\u00edlia\/DF, 2014); Cheio\/vazio (K\u00fcnstlerhaus Mousonturm, Frankfurt\/Alemanha, 2013); No singular. Nada se move, curadoria de Mar\u00edlia Panitz (Galeria 3, Centro Cultural Banco do Brasil, Bras\u00edlia\/DF, 2013); Rumor, curadoria de Mar\u00edlia Panitz (Oi Futuro Flamengo, Rio de Janeiro\/RJ; Galeria 3, Centro Cultural Banco do Brasil, Bras\u00edlia\/DF; SESC Belenzinho, S\u00e3o Paulo\/SP. 2012-2013); Juegos &#8211; Performances(MARCO, Museo de Arte Contempor\u00e2nea de Vigo, Espanha, 2005); Dupla Exposi\u00e7\u00e3o, curadoria de Marilia Panitz (Centro Cultural Banco do Brasil, Bras\u00edlia\/DF, 2003); e Felizes Para Sempre, curadoria de Marilia Panitz (Centro Cultural Banco do Brasil, S\u00e3o Paulo\/SP; Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro\/RJ; Centro Cultural Banco do Brasil, Bras\u00edlia\/DF; Solar do Bar\u00e3o, Curitiba\/PR. 2001-2000).<br \/>\nParticiparam de diversas exposi\u00e7\u00f5es coletivas no Brasil e no exterior como: Frestas \u2013 Trienal das Artes, curadoria de Josu\u00e9 Mattos (SESC Sorocaba, S\u00e3o Paulo\/SP, 2014); Transperformance, curadoria de Lilian Amaral (Oi Futuro Ipanema, Rio de Janeiro\/RJ, 2011); Bras\u00edlia S\u00edntese das Artes, curadoria de Denise Mattar (Centro Cultural Banco do Brasil, Bras\u00edlia\/DF, 2010); HiPer>rela\u00e7\u00f5es eletro\/\/digitais, curadoria de Vitoria Daniela Bousso (Santander Cultural, Porto Alegre\/R, 2004); Panorama da Arte Brasileira 2003 &#8211; Desarrumado 19 Desarranjos, curadoria de Gerardo Mosquera (Museu de Arte Moderna, S\u00e3o Paulo\/SP; Pa\u00e7o Imperial, Rio de Janeiro\/RJ. Museu de Arte Moderna Alo\u00edsio de Magalh\u00e3es, Recife\/PE; MARCO, Museo de Arte Contempor\u00e2nea, Vigo\/Espanha; Museo de Arte Del Banco de La Rep\u00fablica, Bogot\u00e1\/Col\u00f4mbia; 2003-2008); A Trajet\u00f3ria da Luz na Arte Brasileira, curadoria de Paulo Herkenhoff  (Ita\u00fa Cultural, S\u00e3o Paulo\/SP, 2001); The Theatre of Installation, curadoria de Nicolas de Oliveira e Nicola Oxley (Museum of Installation, Londres\/Reino Unido, 2000); e 21\u00aa Bienal Internacional de S\u00e3o Paulo, curadoria de Jo\u00e3o C\u00e2ndido Galv\u00e3o (Funda\u00e7\u00e3o Bienal de S\u00e3o Paulo, S\u00e3o Paulo\/SP, 1991).<\/p>\n<p><strong>Ismael Monticelli | Porto Alegre\/RS<\/strong><br \/>\nArtista visual e pesquisador. Bacharel em Artes Visuais (UFRGS, 2010) e mestre em Artes Visuais (UFPel, 2014). Realizou exposi\u00e7\u00f5es individuais como: Le Petit Mus\u00e9e \u2013 Sala 1, 2 e 3, curadoria de Raphael Fonseca (Portas Vilaseca Galeria, Rio de Janeiro\/RJ, 2016); Todas as coisas, surgidas do opaco, curadoria de Luisa Duarte (Santander Cultural, Porto Alegre\/RS, 2014); A Paix\u00e3o Faz das Pedras Inertes um Drama (Goethe-Institut, Porto Alegre\/RS).<br \/>\nParticipou de exposi\u00e7\u00f5es coletivas como: V\u00e9rtice, Curadoria de Mar\u00edlia Panitz, Marisa Mokarzel e Polyanna Morgana (Centro Cultural Correios, S\u00e3o Paulo\/SP, 2016; Museu Nacional dos Correios, Bras\u00edlia\/DF, 2015; Centro Cultural Correios, Rio de Janeiro\/RJ, 2015); Mensagens de Uma Nova Am\u00e9rica \u2013 A Poeira e o Mundo dos Objetos, 10\u00aa Bienal do Mercosul (Usina do Gas\u00f4metro, Porto Alegre\/RS, 2015); Fic\u00e7\u00f5es, Curadoria de Daniela Name (Caixa Cultural, Rio de Janeiro\/RJ, 2015); Situa\u00e7\u00f5es Bras\u00edlia, curadoria de Cristiana Tejo, Evandro Salles e Ricardo Sardenberg (Museu Nacional da Rep\u00fablica, Bras\u00edlia\/DF, 2014-2015); 4\u00ba Pr\u00eamio EDP nas Artes (Instituto Tomie Ohtake, S\u00e3o Paulo\/SP, 2014); Da Mat\u00e9ria Sens\u00edvel, curadoria de Bruna Fetter (Museu de Arte Contempor\u00e2nea do Rio Grande do Sul, Porto Alegre\/RS, 2014); Homem Cultura Natureza \u2013 Pr\u00eamio Di\u00e1rio Contempor\u00e2neo de Fotografia, curadoria de Mariano Klautau Filho (Casa das Onze Janelas, Bel\u00e9m\/PA, 2013); Rumor, curadoria de Mar\u00edlia Panitz (Centro Cultural Banco do Brasil, Bras\u00edlia\/DF, 2013; SESC Belenzinho, S\u00e3o Paulo\/SP, 2013; e Oi Futuro Flamengo, Rio de Janeiro\/RJ, 2012); Outras Coisas Vis\u00edveis sobre Papel, curadoria de Paulo Miyada (Galeria Leme, S\u00e3o Paulo\/SP, 2012), 41\u00ba Nov\u00edssimos, curadoria de Ivair Reinaldim (Centro Cultural Ibeu, Rio de Janeiro\/RJ, 2011); e Mostra Coletiva Olheiro da Arte, curadoria de Fernando Cocchiarale (Centro Cultural da Justi\u00e7a Eleitoral, Rio de Janeiro\/RJ, 2010).  Foi destaque na sele\u00e7\u00e3o da Bolsa Iber\u00ea Camargo 2011 e premiado no Festival de Fotografia HTTPpix (Instituto S\u00e9rgio Motta, S\u00e3o Paulo\/SP, 2010).<\/p>\n<p><strong><br \/>\nSobre o artista e curadora de <em>Poema 193<\/em>:<\/strong><br \/>\n<strong>Diego de Santos<\/strong> [Caucaia \u2013 CE, 1984] \u00e9 formado em Artes Pl\u00e1sticas pelo IFCE e exp\u00f5e desde 2005. Vive e trabalha em Caucaia e Fortaleza. Este ano, foi contemplado com o Pr\u00eamio de Cria\u00e7\u00e3o em Artes Visuais de Teresina, que consistiu em uma resid\u00eancia art\u00edstica na cidade por tr\u00eas meses, e como resultado final o projeto <em>\u00c0 Margem Toda Vida<\/em>, percorrido de bicicleta de Teresina \u00e0 Parna\u00edba, usando a estrada como um laborat\u00f3rio a c\u00e9u aberto.Em 2014 ganhou o pr\u00eamio PIPA (Pr\u00eamio Investidor Profissional de Arte), o mais relevante pr\u00eamio brasileiro de artes visuais, na categoria Online Popular e produziu o projeto <em>Lar \u00e9 Onde Ele Est\u00e1<\/em> pelo Porto Iracema das Artes &#8211; Escola de Forma\u00e7\u00e3o e Cria\u00e7\u00e3o do Cear\u00e1. Recentemente, foi premiado no Sal\u00e3o de Artes de Mato Grosso do Sul (edi\u00e7\u00e3o 2013), al\u00e9m de ter sido premiado tamb\u00e9m no 8\u00ba Sal\u00e3o de Arte SESC Amap\u00e1, em 2010. J\u00e1 participou de edi\u00e7\u00f5es de feiras como SPArte e ArtRio. Tem obras no acervo do Centro Cultural Banco do Nordeste (Fortaleza), da Galeria Gra\u00e7a Landeira (Bel\u00e9m), Amparo 60 (Recife) e de v\u00e1rios galeristas, colecionadores e curadores no Brasil e no exterior.<\/p>\n<p><strong>Yana Tamayo<\/strong> [Bras\u00edlia, 1978] \u00e9 artista visual, educadora e curadora independente. Desde 2015 \u00e9 gestora da Nave arte | projeto | pesquisa, espa\u00e7o independente onde desenvolve projetos de pesquisa e forma\u00e7\u00e3o em arte, curadoria e execu\u00e7\u00e3o de exposi\u00e7\u00f5es. Doutora em Arte na linha de pesquisa Po\u00e9ticas Contempor\u00e2neas pela Universidade de Bras\u00edlia &#8211; UnB (2015), \u00e9 mestre pela mesma institui\u00e7\u00e3o e linha de pesquisa (2009) e especialista pela Universida Complutense de Madrid (2006). Graduou-se em Artes Pl\u00e1sticas pela Escola de Belas Artes da UFMG (2003). Foi professora na Faculdade de Artes Dulcina de Moraes (2009-2010) e professora no curso de Bacharelado em Artes Visuais da Universidade de Bras\u00edlia como bolsista Capes\/REUNI durante os anos de seu doutorado. Como artista, produz e exp\u00f5e com regularidade desde 2003. Vive e trabalha em Bras\u00edlia.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Funda\u00e7\u00e3o Nacional de Artes (Funarte) inaugura nesta quarta-feira (15), em Bras\u00edlia, duas exposi\u00e7\u00f5es premiadas pela institui\u00e7\u00e3o. \u00c0s 17h, os irm\u00e3os brasilienses Adriano e Fernando Guimar\u00e3es, em parceria com Ismael Monticelli, abrem na Marquise e entorno do Complexo Cultural Funarte a interven\u00e7\u00e3o Monumento \u2013 uma representa\u00e7\u00e3o do avesso da modernidade. Um pouco depois, \u00e0s 18h,&hellip; <a class=\"more-link\" href=\"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/?p=93395\">Continuar lendo <span class=\"screen-reader-text\">Funarte inaugura exposi\u00e7\u00f5es premiadas em Bras\u00edlia<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":87,"featured_media":93399,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[1538,987,1832],"class_list":["post-93395","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artes-visuais","tag-complexo-cultural-funarte-brasilia","tag-galeria-fayga-ostrower","tag-premio-funarte-de-arte-contemporanea-atos-visuais","entry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/93395","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/87"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=93395"}],"version-history":[{"count":8,"href":"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/93395\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":93412,"href":"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/93395\/revisions\/93412"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/93399"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=93395"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=93395"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=93395"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}