{"id":99447,"date":"2017-07-07T16:32:04","date_gmt":"2017-07-07T19:32:04","guid":{"rendered":"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/?p=99447"},"modified":"2017-07-07T16:52:29","modified_gmt":"2017-07-07T19:52:29","slug":"funarte-lamenta-morte-de-um-grande-nome-do-choro-jorginho-do-pandeiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sistema.funarte.gov.br\/noticias-antigas\/?p=99447","title":{"rendered":"Funarte lamenta morte de um grande nome do choro: Jorginho do Pandeiro"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><strong><span style=\"color: #000000;\">Pandeirista destacou-se nas r\u00e1dios Nacional e Mayrink Veiga e foi produtor de m\u00fasicos renomados, como S\u00edlvio Caldas, Clara Nunes, Elizeth Cardoso e outros<\/span><\/strong><\/p>\n<p>Jorginho do Pandeiro faleceu no dia 6 de julho, quinta-feira, aos 86 anos ap\u00f3s uma infec\u00e7\u00e3o. O pandeirista foi um dos grandes nomes brasileiros do chorinho e testemunha de parte da hist\u00f3ria da m\u00fasica brasileira.<\/p>\n<p>O m\u00fasico liderava o famoso Conjunto \u00c9poca de Ouro \u2013 que comemorou 80 anos em 2016. Com quase 74 anos de carreira, Jorginho participou de outros grupos de sucesso, que marcaram a preserva\u00e7\u00e3o e o reconhecimento do choro, no Brasil e no mundo. Fez parte dos naipes de instrumentistas das r\u00e1dios Nacional e Mayrink Veiga, por volta de 1950, no final da \u201cera de ouro\u201d do r\u00e1dio no Brasil.<\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #000000;\">Vida e obra de Jorginho do Pandeiro<\/span><\/strong><\/p>\n<p>Jorge Jos\u00e9 da Silva, o Jorginho do Pandeiro, nasceu em 1930, numa fam\u00edlia de m\u00fasicos. \u201cAos sete anos, j\u00e1 tocava ao lado do pai, o violonista Caetano Jos\u00e9 da Silva. Expressivo representante do choro carioca, iniciou sua trajet\u00f3ria musical aos 14 anos, na R\u00e1dio Tamoio, onde se apresentou no conjunto de Ademar Nunes. Desenvolveu diversas atividades ligadas \u00e0 m\u00fasica brasileira, como os trabalhos ao lado de Jacob do Bandolim, que ressalta como um dos pontos mais altos de sua carreira\u201d, registra o Dicion\u00e1rio Cravo Albin da M\u00fasica Popular Brasileira\u201d. Em 1997, entrou no \u00c9poca de Ouro. Chegou a liderar o conjunto, at\u00e9 sua partida.<\/p>\n<p>Foi produtor de discos de nomes fortes da m\u00fasica, como S\u00edlvio Caldas, Clara Nunes, Elizeth Cardoso, Chico Buarque e Marisa Monte. Em 1989, produziu o \u00e1lbum duplo H\u00e1 sempre um nome de mulher, projeto de Ricardo Cravo Albin, que vendeu 600 mil c\u00f3pias e ganhou o Disco de Ouro.<\/p>\n<p>Dino 7 Cordas, considerado um dos maiores violonistas do Brasil, e\u00a0Lino do Cavaquinho, s\u00e3o irm\u00e3os do m\u00fasico.<\/p>\n<p>A Funarte registra aqui sua homenagem de despedida a Jorginho, cujo pandeiro sempre deixar\u00e1 seu ritmo no cora\u00e7\u00e3o de todos os brasileiros.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pandeirista destacou-se nas r\u00e1dios Nacional e Mayrink Veiga e foi produtor de m\u00fasicos renomados, como S\u00edlvio Caldas, Clara Nunes, Elizeth Cardoso e outros Jorginho do Pandeiro faleceu no dia 6 de julho, quinta-feira, aos 86 anos ap\u00f3s uma infec\u00e7\u00e3o. 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