Estreias marcam fim de semana nos teatros da Funarte no Rio

Arte - Programação Visual da Funarte

Neste fim de semana, os espaços culturais da Funarte oferecem ao público – infantil e adulto – programação diversificada de dança e teatro para todos os gostos. Nesta sexta-feira, o destaque é o espetáculo Marido Ideal. Crianças e adolescentes podem ser divertir com as peças Peter Pan, no Teatro Dulcina, e O Cão que Sonhava Lobos, no Teatro Glauce Rocha. Para o público adulto, vale conferir as montagens Terreiro de Gafieira, Nada e Para Onde Ir.

A atração desta sexta-feira fica por conta da comédia Marido Ideal, de Oscar Wilde, em cartaz no Teatro Dulcina. O espetáculo tem apresentações de quarta a sexta, às 19h, até o dia 28 de julho.  Gilberto Gawronski assina a dramaturgia e direção da montagem  encenada por Fellipe Mesquita, Karin Roepke, Márcio Malvarez, Paula Jubé, Stela Freitas, Tiago Ribeiro, Ticiana Passos e Zé Wendell. Marido Ideal aborda o jogo de aparências da sociedade. Um ministro de Gabinete, Robert, está prestes a ser denunciado devido a atos que comprometem seu passado. Ele construiu sua fortuna vendendo um segredo de Estado. Agora é chantageado pela fascinante Laura, uma mulher de moral duvidosa. Uma série de situações improváveis acontecem.

Também no Teatro Dulcina, neste sábado e domingo, às 19h, Gilberto Gawronski leva ao palco os atores Analu Prestes, Clarisse Derzié Luz e Renato Krueger para interpretarem Nada. As atrizes interpretam personagens masculinos, e também femininos, em atmosferas revestida de sutilezas. “É uma colagem. Usei trechos de peças de Tchekhov que nós três – eu, Clarisse e Analu – participamos, mas tendo como base ‘O canto do cisne’ e ‘Malefícios do tabaco’. Analu estava na montagem de ‘As três irmãs’, direção de José Celso Martinez Correa, 1972. Clarisse fez ‘O jardim das cerejeiras’, direção de Paulo Mamede, 1989. Eu participei de ‘A Gaivota’, direção de Enrique Diaz, 2006. E coloquei ainda um pedacinho de ‘Rei Lear’, de Shakespeare, direção de Ron Daniels, com Raul Cortez, onde eu interpretava o Bobo, 2000”. Ambos os espetáculos tem ingressos a R$ 40 e R$ 20 (meia entrada).

Leia mais: ‘Marido Ideal’ e ‘Nada’ ocupam Teatro Dulcina, no Rio, até o final de julho

Neste sábado, dia 8, o musical Peter Pan, que apresenta músicas autorais interpretadas ao vivo, estreia no Teatro Dulcina. Até 30 de julho, sempre aos sábados e domingos, às 16h, vale a pena assistir ao espetáculo que conta a história de um menino que se recusa a crescer e vive em aventuras, junto com a fada Sininho, na fantástica Terra do Nunca. Peter e a pequenina amiga ensinam os irmãos Wendy e João a voarem e todos seguem para esse local mágico.  Lá eles também conhecem o temido Capitão Gancho, que jurou se vingar de Peter Pan e seus amigos. O vilão, em uma luta com o protagonista, acaba tendo sua mão engolida por um crocodilo, o que o faz ter ainda mais raiva de Peter. Os ingressos custam R$ 20 e R$ 10 (meia entrada).

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Também às 16h deste sábado e domingo, a peça infanto-juvenil O Cão que Sonhava Lobos continua em cartaz no Teatro Glauce Rocha. A montagem estreou semana passada e faz temporada até 30 de julho. O solo musical, com texto e atuação de Samir Murad e direção de Marcelo Morato, é uma fábula contemporânea para crianças de todas as idades que conta, por meio de trabalho corporal, cantigas e instrumentos de percussão artesanais, a história da origem do cão, sua relação com seu antepassado – o lobo – e a fascinante parceria com o seu melhor amigo – o homem. Os ingressos custam R$20 e R$10 (meia entrada).

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Quem gosta de samba e gafieira  tem somente este fim de semana para assistir ao espetáculo Terreiro de Gafieira, no Teatro Cacilda Becker. A inspiração da peça vem das danças originárias dos salões brasileiros, a partir de ritos e ritmos populares. A montagem narra poeticamente o universo do sambista em busca de seu equivalente contemporâneo, espelhada na população urbana das grandes cidades brasileiras, especialmente, do Rio de Janeiro. No elenco, dançarinos que têm no samba o elemento fundamental na sua formação pessoal e profissional. Quinta e domingo, 19h; sexta e sábado, 20h. Os ingressos custam R$ 40 e R$ 20 (meia).

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Após duas temporadas de sucesso, o monólogo Para Onde Ir ocupa o Teatro Glauce Rocha, no Rio de Janeiro (RJ).  A peça, que estreou nesta quinta, dia 7, conta a história de Marmieládov, funcionário público, alcoólatra, que, após perder o emprego, vai beber numa taberna, cenário em que foi transformado o palco do Teatro Glauce Rocha. As sessões de sexta a domingo, sempre às 19h, seguem até 23 de julho.O personagem de Para Onde Ir é homônimo ao do romance Crime e Castigo, do russo Fiódor Dostoiévski (1821-1881), um dos pontos de partida para a construção da peça. O texto também teve inspiração na obra Uma temporada no inferno, do francês Arthur Rimbaud (1854-1891), e em homenagem à poesia crítica do jovem poeta alemão Bertolt Brecht (1898-1956). Os ingressos custam R$ 30 e R$ 15 (meia entrada).

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